Eu estava no 2. ano da faculdade de engenharia civil e estava hospedado
no dormitório da faculdade, pois eu era de outro estado.
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Na época não era fácil ganhar uma garota, sobretudo estando sempre
têso sem dinheiro até pra pagar um chopp pras gatas, e ainda por cima o
dormitório ficava muito longe da cidade e o transporte público terminava
cedo. Não dava nem pra sair pra um barzinho sem correr o risco de ter
que dormir na rua.
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Isso fazia com que a garotada vivesse tocando bronha no banheiro e até
na cama. Um dia escutei um rebuliço no corredor e fui ver o que era.
Perguntei a um amigo que encontrei, do que se tratava e ele disse que o
pessoal da minha turma estava convencendo um calouro do 1.ano a dar
o cu pra eles pra aliviar o trote do dia seguinte, que seria muito pesado.
Coitado, o otário nem sabia que tinham proibido trote naquele ano.
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Entrei no quarto do cara. Já devia ter uns 8 lá dentro convencendo o
tal do Frederico, o calouro. O Fred dizia que não era viado e que não ia
dar, mas a turma insistiu dizendo que era o melhor que ele tinha a fazer
senão podiam até enfiar um cabo de vassoura no cu dele no dia seguinte.
Resultado, o calouro entrou direitinho mas pediu que o primeiro que
enrabassem ele fosse os de pau menores, pra lacear para os maiores.
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Não perdi a oportunidade e entrei na fila, mas já filmando com a minha
câmera. Quanto mais trocava de pau no cu dele, mais meu cacete ia
endurecendo. Quando passei a vara no calourinho, ele ainda gemeu
pois meu caralho duro é de respeito, mas entrou até o talo no cu do guri.
Com a turma gritando e pedindo pra enrabar ele com força, acabei me
esporrando todo dentro das tripas do estudante. Quando o desenrabei
saiu muito leite (meu e dos outros) pois saquei rápido pra fazer vácuo.
Uma beleza de ver.
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Pena que foi só foi dessa vez, pois depois o cara entendeu que tinha sido
trolado e não deixou mais.
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Abraço do