<div class="lobo-body"> <p>Desde de que ganhei meu quarto e um aparelho de DVD eu comprava alguns pornôs e me acabava na punheta com meu irmão.</p> <p>Certa vez, fui comprar e na barraca havia muitas pessoas, guiado pelo nervosismo peguei o 1º da caixa, q

Por: rafael-83 • 24/07/2026 • 402 leituras
Capa do conto

Desde de que ganhei meu quarto e um aparelho de DVD eu comprava alguns pornôs e me acabava na punheta com meu irmão.

Certa vez, fui comprar e na barraca havia muitas pessoas, guiado pelo nervosismo peguei o 1º da caixa, que ficava um pouco escondida.

- Vau levar esse mesmo? Perguntou o camelô
- Sim. Respondi.

Vi que ele me olhava com um sorriso que não tinha antes e fui para casa rapidamente.

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Bom dia gostei muito do pornô gay e batia punhetas muito loucas assistindo. Logo fui atrás de outros.

Fui bem cedo e a barraca estava vazia, o movimento pouco.

- Chegou um novos moleque! Pode olhar. Falou o camelô

Eu tirei coragem de onde não tinha.

- Daquele que eu levei outro dia tem outros?

O cara agora me encara e com um sorriso, que agora sei o motivo ele diz:

- Porra cara tem sim, mas esqueci lá em casa, é que não vendo muito dele tá ligado?

Eu já ia pegar um hetero mesmo e voltar para casa, mas ele logo disse:

- Tem um aqui, talvez tu goste. Colocou na sacola e me entregou.

Em casa vi que era de travesti e tinha uma cena com Frota, o deputado. Não gostei, não me deu tesão.

Voltei lá para trocar e ele voltou a dizer que tinha do que eu gostei, mas estava na casa dele.

- Quer buscar lá em casa moleque? Já deixo separado pra tu.

Cidade pequena é lasca, ele só me falou a rua dele e a cor da tinta.

- A tarde estou em casa, aí tu vai lá as 14h. Falou ele quase que pulando.

- ok . Falei e sai

14h eu fui e já da esquina da rua eu vi ele, estava me esperando na frente de casa de short, camiseta e descalço.

Continua.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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