O Capoeirista - Parte 3

Por: andre-389 • 11/07/2026 • 88476 leituras
Capa do conto
Obrigado pelo feedback, galera! Que bom que estão gostando da história. Pessoal que mora na região de Santos, se quiser marcar algo, só chamar haha.

Fiquei surpreso pelo horário que a campainha tocou. "Quem será a esse horário?", pensei enquanto arrumava o volume do pau na cueca e descia as escadas para abrir o portão. Abri de cueca e tomei um susto quando vi que era o professor de capoeira com a minha corda na mão! Ele olhou para o meu volume e deu uma risadinha: "Eaee Ligeiro, acho que tu esqueceu algo na academia!". Me entregou a corda e eu ri, concordando com ele.
- Vim te agradecer por ter cuidado da academia logo no dia que tu voltou, valeu, cara - E me deu um abraço, que pude sentir que eu não era o único meia bomba entre nós.
- Que nada professor, pode contar comigo pra tudo - enfatizei o tudo e dei uma risadinha, enquanto encobria o volume na cueca.
- Bom, como tô vendo que tu já está de barraca armada pra dormir, nem vou te chamar pra tomar uma então - disse isso dando um sorriso maravilhoso que me deixou mais excitado ainda.
"Amanhã estarei disponivel, pode ser?", perguntei pra ele. "Pode sim, as 20 te espero lá". Ele me cumprimentou e foi embora pra casa dele.
Subi e fui me deitar, tentando entender a sorte que eu estava no dia de hoje. Dois homens maravilhosos assim, de bandeja. Fui dormir e acordei com umas 15 mensagens do Avatar, perguntando se podiamos treinar mais alguns movimentos hoje. Como iria ficar o dia todo sozinho, falei pra ele colar em casa umas 16 horas.
Tomei um banho minucioso, fiquei cheiroso, coloquei minha melhor cueca branca, uma roupa folgada quase toda azul e fiquei esperando ele.
Ele chegou exatamente as 16 horas e tambem estava um arraso: camisa preta, shorts vermelho jogado, que mostrava parte da sua cueca azul. Subimos e fomos começar a treinar. Treinamos movimentos de ataque, defesa e postura. Quase todos os movimentos faziamos coladinhos e fazendo durar bastante o toque. Depois de uma hora e meia de treino, cai em um colchão, morto de cansado, e o Diego caiu do meu lado.
Nos olhamos entre suspiros e nos beijamos bem lentamente. Ele deitou emcima de mim e continuou o beijo, bem molhado, com nossos corpos transpirando e sedentos um pelo outro. Minhas mãos, que não são nada bobas, apertavam sua bunda e seu volume durante o beijo. Estavamos a ponto de bala já.
Ele tirou minha camisa e mordiscou meus mamilos, que me fizeram gemer bem alto. Ele desceu mais ainda, desabotou meu short e me deixou apenas de cueca. Ele mordia meu volume por cima da cueca, me deixando louco. Então, com os dentes, ele arrancou a cueca e meu pau saltou na cara dele. Ele não perdeu tempo e começou a me chupar freneticamente: passava a lingua na cabeça (que me fazia urrar de um jeito), chupava em movimento de vai-vem e depois ia para as bolas, colocava as duas na boca e sugava, me levando a loucura. Puxei ele pra cima e tasquei um beijaço nele e inverti a posição, sentei sobre ele, com seu volume cutucando minha bunda.
Fiz o mesmo caminho, chupei seus mamilos, fui lambendo seu corpo suado até sua bermuda. Tirei ela e a cueca de uma vez e me joguei naquela piroca, que era cabeçuda, um pouco grossa. Eram os melhores 20cm que já chupei, chupava freneticamente em vai-vem, fazendo ele urrar. Chupei as bolas uma por uma e depois chupei apenas a cabeça do pau em um vai e vem acelerado, fazendo ele quase gozar. Ele, sem folego, disse: "Agora que começou, termina".
Virei ele de costas, coloquei ele de quatro e cai de boca naquela bunda maravilhosa. O cú dele piscava de tanta tesão e pelo visto, seria o primeiro a me aventurar ali. Meti a lingua no cuzinho dele até parecer bem lubrificado. Ele pedia "Vai novinho, me come, mete com força no seu Avatar, vai".
Peguei a camisinha e começei a colocar devagarinho meu pau no rabo dele. A cabeça entrou fácil, mas depois ele disse para esperar um pouco que estava doendo. Eu disse pra ele relaxar que faria tudo com o maior carinho. Quando eu disse isso e senti que ele relaxou, eu enfiei com força toda minha rola nele. Ele deu um urro muito forte e suas pernas bambearam bastante. Abraçei ele e fiquei esperando o cú dele se acostumar com meu pau, ouvia ele me xingando por ter colocado tudo de uma vez. Quando acostumou, começei a bombar devagarinho, e o que era reclamação começou a virar gemido. Começei a bombar rapidamente e ele já me pedia pra não parar, bombar sem dó nele. "Vai novinho, mete mais forte nesse cú, fode teu macho". Mudei ele de posição e coloquei para sentar em mim. Ele cavalgava em mim com suas mãos no meu peito. Quicava d gemia sem parar. Coloquei ele de frango assado após um tempo, e metia cada vez mais rápido no rabo dele. Vendo sua cara de prazer que me deixava louco, anunciei que ia gozar. Ele saiu de dentro de mim, tirou a camisinha e começou a me chupar. Gozei na boca dele e ele não derramou uma gota. Voltei a chupar ele até que ele gozasse tudo também. Quando tava quase gozando, parei de chupar e ele soltou três jatos de porra no meu peito. Caímos exaustos e abraçados no colchão. Olhei pra ele e tasquei outro beijo. Então ele disse que nenhuma mulher proporcionou tanta tesão como eu eu fiz ele. Ficamos abraçados um tempo e formos tomar banho. Nos chupamos no box e tascamos mais um beijos. Emprestei uma roupa minha para ele, já que a dele ficou toda suada.
Quando olhei pro relógio, vi que eram 19:45. "Caraca, estou muito atrasado", disse quando colocava minha blusa e passava perfume. Diego olhou pro relógio e disse que também estava. Perguntei aonde ele ia.
- O professor me chamou pra tomar uma cerva na casa dele agora de noite.

CONTINUA

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