- gosta desse programa
- assisto as vezes
- bonita ela né?
Concordei, e notei um olhar diferente dele para comigo, um sorriso maledicente e um convite velado em suas palavras e dai se despediu e partiu. No mês seguinte, estava só em casa quando ele chegou, me cumprimentou e olhou para mim com o mesmo olhar novamente, retribui. Quando então ele falou:
- Você tá sozinho em casa?
- sim
- gostei de você sabia?
- como assim?
- fico pensando as vezes,como seria foder com você, sabe?
Não perdi tempo, e respondi:
- você é bem direto hein,vou ser também, pra que pensar quando pode fazer.
foi a deixa para ele, nesse momento ele veio pra cima de mim e me tascou um beijo como nunca havia experimentado antes, fechei a porta da minha casa, pois mesmo ficando afastada das outras casas, queria que pensassem que não havia ninguém e não nos atrapalhassem, levei-o ao meu quarto, ele me pegava de jeito, sentia o volume de sua calça sobre meu corpo e me desmanchava quando ele beijava meu pescoço como um animal desesperado, retribui aquele macho sedento, tirei seu uniforme e mordia seu pau ainda de cueca, sentindo aquele cheiro de macho que me fazia enlouquecer, quando arranquei sua cueca,me assustei com o tamanho do monstro que pulou pra fora, o cara magro não decepcionava com um pau de uns 22cm, cai de boca, chupava a cabeça rosada, descia ate a base e engolia suas bolas como nem todas as putas fariam melhor, ouvia seus uivos de prazer e adorava saber que estava satisfazendo-o. Depois ele me virou e começou a morder meu corpo até chegar no meu ânus que a essa altura já entregava o meu desejo de foder muito, ele começou a estocar sua língua naquele cu alargado apenas com brinquedinhos safados, era tão bom que eu seria capaz de gozar só com aquela língua. E ele safado, murmurava:
- pede pra eu arrombar teu rabo, vai...safado...
- me pede pra ser teu macho
Eu nem pedia, implora pra ter aquele cacete só pra mim, então com o rabo muito lambuzado, comecei a sentir entrar a cabeça daquele cacete, era uma mistura de prazer e dor, mas não pedia pra parar. Quando entrou inteiro pensei que nem voltaria a sentar mais, mas com alguns segundos tendo já me acostumado com aquela vara enorme,senti suas estocadas de cavalo, sua respiração ofegante e seu desejo de me fazer seu, parecia que a anos não transava com ninguém, depois de algum tempo, sendo devorado em posições que nem imaginava, senti seu leite quente escorrer nas minhas pernas e gozei como nunca antes. Levantamos, me sentia acabado, então nos limpamos, trocamos contatos e daquele dia em diante, sempre que possível marcavamos encontros discretos e transavamos muito, até que ele foi transferido para outra região, ainda hoje nos falamos, e esperamos um possível reencontro.