O cara da loja ao lado - Parte 01

Por: carlos-141 • 10/07/2026 • 400604 leituras
Capa do conto
Trabalho em um shopping um pouco tranquilo. No andar em que estou, há poucas lojas funcionando e com a pandemia, diminuiu ainda mais o movimento de pessoas. Recentemente, abriu uma loja ao lado da minha, até então não sabia do que se tratava, o dono reformou toda, não colocou fachada e nem letreiro. Observei por alguns dias, pessoas entrando e saindo e notei um carinha, talvez dono ou funcionário que diariamente estava lá. Sempre bem arrumado, uma calça apertada, blusa social, cabelo bem penteado. Já cruzei com ele várias vezes e sempre troquei olhares e dei aquela secada básica, o famoso "confere". Certo dia o encontrei dentro do banheiro, sai do box e ele estava no mictório, quando me viu, deu uma olhada para trás e continuou mijando, eu lavei as mãos e fui até a maquina de secar e fiquei olhando para ele de costas. Ele terminou e ficou balançando o pau, pelo movimento do braço, era isso ou ele batia uma de leve. Percebi que demorou mais do que o normal balançando, colocou o pau na cueca e virou ajeitando o garoto dentro da calça, ainda com a braguilha aberta, onde pude ver a cueca e uma leve brecha dos pentelhos saindo por cima. Sai do banheiro.

Continuei meus dias normais, cruzávamos nos corredores, escadas e elevadores. Uma sexta, precisei sair mais cedo, antes de ir embora fui até o banheiro e bingo, ele estava lá. Para minha surpresa e felicidade, estava trocando de roupa. Sim, trocando de roupa dentro do banheiro. Sua mochila em cima da pia, ele tirava a blusa social que estava passada, parou quando entrei, mas quando viu que era eu, continuou. Entrei no box, e sai, ele continuava lá, agora toda a blusa desabotoada, eu pude ver um peito e uma barriguinha com pelos aparados bem baixinho. Eu lavava a mão e olhava disfarçado. Ele tirou a blusa e ficou só de calça social cinza, bem apertada, o volume parecia que ia rasgar a calça. Subi os olhos, ele tinha um peito bem definido, a barriga não era tanquinho, mas era do jeito que o brasileiro gosta, pelinhos aparados, costas largas, um puta homem gostoso. Eu vidrei olhando, esqueci até do que estava fazendo, subi a vista por aquele corpo e dei de cara com um sorrisinho de canto de boca dele, daqueles que diz "Está gostando do que está vendo?"

O bom de ser sem vergonha é isso. Apenas retribui o sorriso e agora olhei descarado. Ele continuou trocando de roupa, ficou sem blusa, passou desodorante e adivinhem, a mala aumentou. Sequei minhas mãos e fui chegando perto dele.

Sem receio algum, segurei ele pela cintura e puxei para perto de mim. Tirei a máscara e dei aquele beijo de língua bem gostoso, quanto mais eu beijava, mais apertado junto ao meu corpo eu deixava. Senti o pau dele duro feito pedra junto do meu que estava quase rasgando a calça. Nossos cacetes roçavam um no outro dentro das calças. Sentia o corpo daquele puto sem blusa perto do meu, ele tremia.

Desci minha mão e enchi no pau dele, subi um pouco e desci a mão por cima da calça até chegar no pau dele, e pqp, todo babado, todo melado de baba a cabeça quente daquele cacete. Tirei a mão melada e ofereci a ele, que lambeu meus dedos melados. Beijei ele de novo para sentir o gosto daquele pau na boca dele.

A porta abriu. Nos separamos, fingi lavar a mão. Ele se vestiu. Eu saí.

(continua)

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