Estava em aula fora da faculdade, numa tarde de uma segunda feira em um dos maiores Teatro do Nordeste. Antes de ir para a aula, havia conversado com o casado que sempre conversávamos, ele disse q queria me ver naquele dia. Quando sai da aula por volta das 15:00 liguei e ele saiu do trabalho para me pegar. Ele: branco, barriguinha de casado (nada exagerada), mais ou menos 1,80, pesando uns 85 kg, cabelos pretos, riso fácil, casado e pai de duas filhas.
Apesar de ser razoavelmente perto, ele só chegou depois das 15:30 devido ao trânsito que estava um inferno. Motivo pelo qual não poderíamos ir muito longe, então depois de rodar acabamos parando numa rua em frente a Universidade Federal, rua essa movimentada por carros e pedestres. Fiquei assustado com aquela ideia, ele cobriu o para-brisa com aquela proteção contra o sol vedando toda a frente e me tranquilizou, pois os vidros tinham película e segundo ele ninguém veria. Feito isso, ele começou a me beijar, apesar do medo começamos a pegação, uns amassos, beijos, mão deslizando e camisa sendo aberta. Desci a mão até o seu pau sobre a calça, já estava duro feito rocha; fiquei massageando e o pau dando sinal, ele abriu a calça e eu comecei uma leve punheta, acabou descendo as calças até os tornozelos e deitou sua poltrona, eu fiquei parado com medo e ele riu e disse: “fica tranquilo, ninguém vê e eu estou dentro de uma propriedade particular (o carro)”. O tesão e o desejo falaram mais alto e eu comecei chupar aquele pau branco com a cabeça rosada, descia até os ovos, dava leves mordidas, passava a língua da base até a cabeça e descia até o final dos ovos, passava a língua na virilha e ele “urrava” baixinho pois não podíamos fazer barulhos e nem balançar o carro. Aquela loucura estava deixando os dois malucos, ele começou a passar a mão em minha bunda, tentando entrar com ela na minha bermuda, baixei e ele meteu a mão na minha bunda. Ficou louco, disse q nunca tinha visto uma bunda tão bonita. Passava o dedo pelo meu cu e isso o deixou alucinado. Levantou e queria me comer, procurou camisinha mas não achou, eu tinha uma no bolso, ele encapou aquele pau delicioso e na posição que estávamos não conseguíamos. Fui para o banco de trás e fiquei de quatro encostado no encosto, só ai vi que a cadeirinha da filha mais nova dele estava lá. De repente sinto uma “linguada” no cu que me levou aos céus, olhei para trás e estava ele lá se “acabando no meio de minha bunda”, elogiando o tempo todo. Nisso olho para a rua e várias pessoas passando pelo carro sem ter a menor ideia da putaria que rolava ali dentro. Com o cu bastante lubrificado por sua saliva e totalmente ali aberto para ele, foi entrando, devagar pois fazia tempo que dava para alguém e a cada tentativa de entrar doía. Mas ele conseguiu entrar com uma propriedade que só tem quem sabe comer um cu. Quando entrou ficamos parados, ele me beijando e suando, derretendo em cima de mim. O calor só aumentava, ar condicionado desligado porque tivemos que desligar o carro para ninguém suspeitar. Foi metendo devagar e depois bombando, a coisa esquentou e chegou ao ponto que já nem ligávamos se alguém veria os solavancos que o carro dava, gemíamos, suávamos e fudemos muito. Aquela sensação de medo e prazer, suor e loucura, prazer e gozo nos levou a êxtase, a um gozo incrível. Aquele macho casado e pai se contorcendo todo no gozo no meu rabo, encheu a camisinha de porra e desfaleceu nas minhas costas, pingando de suor. Eu com a mão cheia de porra de uma punheta maravilhosa enquanto era comido. Depois de uns minutos, nos recompomos, nos limpamos com uns papeis toalhas que o safado trouxe do trabalho e ele me deixou no ponto mais próximo. Não pode me levar na faculdade porque o trânsito ainda continuava infernal e ainda tinha que voltar para o trabalho, pois é gerente de uma clínica e o pessoal estava ligando porque precisavam dele lá e ainda teria que pegar a filha mais velha na escola.
Então pessoal, esse conto é uma das minhas loucuras reais que resolvi compartilhar com vocês. Espero que gostem, dependendo dos resultados, contarei mais. Gozem muitos, mas nunca esqueçam da camisinha. Bj