O cheiro do meu pai

Por: joao-327 • 24/07/2026 • 535 leituras
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Vocês também sentiam isso com o cheiro dos pais de vocês?

Eu sempre fui muito apegado ao meu pai. Sempre que ele chegava do trabalho, eu corria pros braços dele.
Ele trabalhava de segurança, passava muito tempo em pé, então chegava cansado em casa. Quando ele chegava, só queria ficar deitado assistindo televisão. Ele acabava ficando junto comigo assistindo desenhos.
Lembro até hoje de como era bom quando ele chegava do trabalho. Minha mãe já tinha dado banho em mim e eu ficava lá esperando ele.
Quando ele chegava, eu saia correndo pra me jogar nos braços dele. Ele sempre me pegava no braço com muita alegria. Jogava a bolsa de lado e ia me levando pro quarto.
Lá ele já começava com uma brincadeira pesada de me jogar na cama ou de lutinha. Eu adorava.
Num certo ponto ele falava.
- Pera um pouco que seu pai vai tirar a roupa do trabalho.
Nisso ele já tava todo suado de brincar comigo.
Ele tirava a camisa e mostrava o peitoral malhado dele e peludo. Quando ele levantava o braço, dava pra ver o suvacao peludo dele
Quando ele tirava a bota, subia um cheiro muito gostoso. Não era chulé, era um cheiro gostoso de pé de macho suado. Isso já me deixava animado.
Depois ele tirava a calça e ficava só de cueca. Ele gostava de cueca mais folgada daí dava pra ver um pouco das bolas dele e dos pentelhos. Muitas vezes tava com pingo de mijo e umas manchas mais fortes.
Depois que ele tirava a roupa, deitava do meu lado e eu ia pra dentro dos braços dele, deitava com a cabeça bem no ombro pra ficar com meu nariz o mais próximo possível do suvacao dele.
Quando eu chegava lá sentia um cheiro que me deixava embriagado, fechava até os olhos.
O cheiro entrava pelo meu nariz e me dava água na boca. Automaticamente meu pintinho ficava duro.
Tudo isso era o tempo dele ligar a televisão e colocar no canal do desenho.
Acabava que quem mais assistia o desenho era ele. Eu só queria ficar com minha cara mergulhada no suvaco dele.
Às vezes ele percebia que eu estava de pintinho duro e ele falava pra mim rindo:
Tá de pintinho durinho. Né, safado?
Sem maldade. Ele sabia que eu era criança e que aquilo acontecia às vezes involuntariamente.
Eu só ria e fazia de conta que tava assistindo o desenho. Até ele voltar a olhar a televisão e eu voltar a meter meu nariz no sovaco dele de novo.
Nisso nós dois acabávamos dormindo ali mesmo.
Muitas vezes eu acordava no meio da noite com meu pai abraçadinho comigo e eu sentindo o pinto dele duro atrás de mim.
Eu não sabia bem o que era, mas era muito gostoso.
Eu ficava quentinho, com medo que ele acordasse e se afastasse de mim. Graças a Deus ele nunca acordava e eu acabava dormindo de novo com aquela sensação boa atrás de mim.
Depois de um tempo ele passou a ficar sem cueca também. A primeira vez tomei um susto quando vi o pinto dele.
Ele tirou a cueca e deu aquela balançada nos ovos pra desgrudar das coxas. Meu coração acelerou.
Na brincadeira, ele jogou a cueca no meu rosto e riu. Ele não percebeu, mas eu adorei aquilo.
Depois desse dia, ele passou a sempre fazer a mesma coisa e a gente sempre se divertia.
Os melhores dias eram quando a cueca ainda tava molhadinha de pingo de mijo e com umas coisas gosmentas que eu não sabia o que era.
Só sabia que o cheiro era muito bom e uma vez provei e gostei do sabor também.
Fui pegando gosto pela coisa mais e mais até que passei a ficar segurando a cueca usada dele pra dormir.
Ele via isso e não falava nada. Achava que era coisa de criança.
Mas acabou que nunca mais perdi esse vício. Até hoje continuo a pegar as cuecas usadas do meu pai pra conseguir dormir tranquilo.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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