O corno reprimido - O fim

Por: iota-trianda-1 20/07/2026 4284 leituras
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Antes de iniciar leia a parte 1

O jogo atingiu um nível de audácia que o marido já não conseguia mais processar sozinho. Ele precisava de mais. Semanas após o churrasco, ele me confessou que ela passava por uma fase de muito estresse no trabalho e estava tomando um ansiolítico forte para conseguir apagar à noite. "Ela dorme como uma pedra", ele digitou, "nem se um caminhão passasse no quarto ela acordaria". A sugestão estava implícita, e eu apenas a materializei: eu queria entrar no quarto deles.

O plano foi executado, e em uma oportunidade de noite chuvosa. Ele deixou a porta lateral aberta. Entrei na casa que agora eu já conhecia, mas o silêncio da madrugada dava ao ambiente uma aura de sacrilégio. O marido me esperava no corredor, trêmulo, segurando um copo de uísque. Ele me conduziu até a porta do quarto principal e a abriu apenas o suficiente para eu passar.

?O cheiro de flores — aquele perfume de "mulher de família" — estava impregnado no ar. Ela estava deitada de bruços, o rosto sereno enterrado no travesseiro, os cabelos espalhados. O efeito do remédio era visível na sua respiração pesada e rítmica. Ela usava uma camisola de seda clara que, com o movimento do sono, tinha subido até a metade das coxas, revelando a curva generosa de sua bunda e as marcas discretas de celulite que só a faziam parecer mais real e desejável.

O marido encostou a porta e ficou parado em um canto escuro do quarto, assistindo a tudo com uma respiração curta e ruidosa. Eu não perdi tempo. Aproximei-me da cama e, com uma lentidão calculada, levantei a camisola dela um pouco mais.

Meus dedos roçaram a lateral daquela bunda macia, sentindo o calor do corpo dela. Eu sabia que ela não acordaria, e essa certeza me deu a liberdade de ser cruel na minha vontade. Tirei meu pau para fora, já latejando e completamente úmido, e o posicionei a centímetros do rosto dela. Enquanto o marido observava de longe, eu comecei a me masturbar, fazendo questão que o som do atrito da minha mão fosse a única trilha sonora do quarto.

?No ápice do tesão, eu não segurei. Apontei para o pescoço e para as costas dela. Os jatos de porra caíram quentes sobre a pele da "mulher certinha", escorrendo pela seda da camisola. Ela soltou um suspiro profundo no sono, mas não abriu os olhos. O marido, vendo minha porra sobre o corpo da esposa adormecida, desabou em um choro silencioso de excitação e pavor, masturbando-se furiosamente no canto do quarto.

?Antes de sair, peguei o lençol e, com uma calma sádica, cobri o corpo dela, deixando a sujeira ali, secando sobre ela até o amanhecer. Ela acordaria, tomaria seu banho matinal e seguiria para a concessionária sem nunca imaginar que tinha sido marcada pelo "colega" do marido durante a noite.

?A adrenalina daquela noite nos manteve em êxtase por semanas, mas o excesso de confiança é o pai da ruína.

A confiança que o marido depositava em mim havia se tornado uma forma de vício. Ele já não se satisfazia apenas com as fotos ou com a minha presença; ele precisava sentir o peso da minha autoridade de forma concreta. Em uma tarde em que a esposa havia saído para o salão e a filha supostamente estava na biblioteca da faculdade, ele me chamou até a suíte do casal.

?O ambiente era o ápice da sua vida "certinha": fotos do casamento na parede, o perfume dela no ar, a cama impecavelmente arrumada. "Eu quero que você sinta que manda aqui", ele sussurrou, a voz falhando. Eu decidi que aquele era o momento de cruzar a última fronteira possível.

O silêncio da suíte era absoluto, quebrado apenas pelo som do ar-condicionado. O marido estava sentado na beirada da cama, com o tablet nas mãos, passando as fotos que ele havia tirado dela naquela manhã, enquanto ela se vestia para o trabalho. Eram fotos cruas: ela de costas, abotoando o sutiã, a marca do elástico da calcinha vincando a pele macia do quadril.

Eu peguei o tablet da mão dele com brusquidão e me sentei na poltrona de couro dele, bem à sua frente. Comecei a me masturbar com uma fúria que eu ainda não tinha sentido. Olhar para aquelas fotos — o rosto dela de perfil, com aquele olhar distraído de quem não sabe que está sendo devorada — misturado ao cheiro do travesseiro onde ela dormia, me levou ao limite.

Minha mão subia e descia pelo meu pau, que latejava tanto que eu sentia o sangue pulsar na ponta dos dedos. Eu não olhava para o marido; eu olhava para a imagem daquela "mulher de família" sendo exposta. O tesão era tão violento que o voyeurismo já não bastava. Eu precisava humilhar a linhagem daquela casa.

?Num impulso súbito, sem planejar, parei a mão. Olhei para o marido, que me encarava hipnotizado, com a respiração curta. "As fotos são ótimas," eu disse, com a voz rouca, "mas eu quero que você sinta o gosto de quem possui a sua mulher."

?Antes que ele pudesse processar, segurei-o pelo colarinho da camisa e o posicionei de joelhos entre as minhas pernas. O choque no rosto dele foi nítido, ficou sem reação e seguiu meus comandos. Ele é um homem que nunca desejou outro homem, um heterossexual convicto cujo único desvio era o fetiche de ver a esposa com outro. Mas ali, sob a pressão do meu comando e o cheiro do meu sexo, a barreira ruiu.

?A hesitação dele era palpável. Ele olhava para o meu pau, coberto pelo lubrificante natural e pulsando a centímetros do seu nariz, como se estivesse diante de um abismo. O suor brotou na testa dele instantaneamente.

?"Abre a boca," ordenei, apertando meus dedos no couro cabeludo dele.

?Vi ele engolir seco. Ele fechou os olhos com força, como se quisesse apagar a própria identidade. Quando os lábios dele finalmente tocaram a cabeça, ele tremeu por inteiro. O contraste era brutal: a mão dele, que assinava contratos importantes, agora agarrava o braço da poltrona para não cair, enquanto ele começava a envolver meu pau. A inexperiência dele tornava tudo mais excitante; o jeito travado, os dentes raspando de leve por puro nervosismo, o som abafado de quem está prestes a sufocar, mas não ousa parar. Eu o forçava a ir mais fundo, sentindo o calor da garganta dele, transformando o provedor daquela família em um mero depósito para o meu tesão acumulado pela esposa dele.

Eu estava a segundos de gozar, com a cabeça jogada para trás, quando o som da porta se abrindo cortou o ápice como uma lâmina.

?A filha estava ali. A mochila escorregou do ombro dela e bateu no chão com um baque surdo que pareceu um trovão no quarto silencioso. O rosto dela passou do cansaço ao horror em uma fração de segundo. Ela viu o pai — o homem que ela respeitava acima de tudo — naquela posição de submissão absoluta, servindo a um estranho no próprio quarto onde ela foi concebida.

?O marido se afastou com um solavanco, engasgando, limpando a boca com as costas da mão em um gesto de desespero animal. Ele tentou dizer algo, mas o que saiu foi apenas um som gutural de vergonha.

?A filha não disse nada de imediato. Ela apenas recuou, os olhos cheios de lágrimas de puro nojo, fixos na mancha de saliva e desejo que marcava o rosto do pai.

Ela deu dois passos para trás, a expressão de choque se transformando em uma máscara de frieza. Antes de sair correndo, ela disse apenas uma frase, que selou o destino daquela casa:

?"Se você encostar na minha mãe com essa boca... eu mato você. E se ela descobrir o que você é, a culpa vai ser sua por ter deixado esse lixo entrar aqui."

?Ela bateu a porta. O marido começou a hiperventilar, escondendo o rosto nas mãos, soluçando sem emitir som. A dinâmica de "macho e corno" havia sido destruída pela realidade brutal de uma filha que perdeu o pai naquele instante.

?Eu me recompus, fechei a calça e olhei para ele uma última vez. Ele ainda estava lá, quebrado, no chão do próprio quarto. Eu saí da casa em silêncio. Sabia que a esposa nunca saberia — a filha guardaria esse segredo como uma arma ou como uma ferida para proteger a mãe — mas a minha diversão ali tinha chegado ao fim. Eu tinha destruído o orgulho do homem, profanado a esposa e, por fim, incinerado a imagem do pai.

Foi assim o trágico fim com essa família, depois do trauma ainda sigo com meu desejo insaciável por casadas. Instagram para contato: @mathtrib96

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