Ela chegou no outro dia, meus avós ficaram muito contente e agradeceu a gentileza do coronel Ramiro, não dei bola pra ele.
Se antes vivia atrás, agora q não me deixava em paz, ia na casa no sitio me procurar, meus avós atendia e dizia q eu não estava, eu falava pra eles mentirem. Ficou semanas e semanas atrás, ate q um dia estava no meu quarto descansando depois do almoço, vovô entrou dizendo q o coronel queria me vê, mal vovô abriu a porta pra dizer, o coronel veio atrás, disse q queria falar comigo, como ele ja estava lá, falei pra entrar, vovô saiu e nos deixou no quarto. Novamente ele querendo me comprar, queria chupar meus peitinhos e pegar na minha bucetinha, eu precisava de limpar uma área do sitio para plantio e consertar o viveiro das aves, então acertei com ele isso. Fiquei deitada e baixei as alcinhas do meu vestido, depois subi o vestido ate a cintura e tirei a calcinha, deixando as pernas um pouco aberta, ele tocou na minha xoxota, abriu ela com os dedos e ficou lisando meu grelo sentou na cama do meu lado e ficou lisando minha xoxota, se esticou e pôs meu petinho na boca e ficou passando a lingua em volta do biquinho chupando ele em seguida, fez o mesmo com o outra, enquanto isso usava 3 dedos pra amassaciar meu pinguel, estava gostoso sentir sua lingua quente nos meus peitos e seus dedos em minha xoxota, abria as pernas cada vez mais, chupava com tanta fome minhas tetinhas q fazia barulho. Ele abriu a calça e pôs o ferro pra fora, enquanto tres dedos seus esfregava meu grelo, batia punheta ao mesmo tempo, gozamos juntos, fiquei molinha depois, ele se aproveitou, se abaixou e me beijou de lingua, enroscando sua lingua na minha e chupando... empurrei ele e lhe dei um tapa no rosto. Ele saiu do quarto esfregando o rosto, mas satisfeito.
No outro dia mandou seus homens arrumar o viveiro e mandou o trator pra arar a terra do plantio, e deixou dois empregados a minha disposição para plantar e outras tarefas do sítio. Conversava com meus avós dizendo q queria se casar comigo, meus avós diziam q meu sonho era ir embora dali, so não ia por causa deles.
Fui no córrego de manhã e la estava de novo o coronel, fiz q não vi, ele se sentou numa pedra e ficou me olhando trabalhar, fiquei excitada de repente, lembrei de sua lingua chupando meus petinhos, então fui ate ele, baixei as alcinhas do vestido, deixando as tetas de fora, ele ficou admirado, fiquei em pé, entre suas pernas e puxei sua cabeça pelos cabelos e lhe dei de mamar, ele me apertava pela cintura, chupando meus peitos, pegava os dois e apertava e ficava sugando, depois fui ate uma relva la perto, tirei a calcinha, me ajoelhei, subi a bundinha e abri as pernas e mandei ele me chupar a xoxota e cuzinho. Ele se ajoelhou atras e meteu a lingua, abria minha bundinha, metia a lingua no meu cuzinho, sugava meu grelinho, passava a lingua nas paredes da xoxota, passava a lingua de cima ate embaixo, estava esquentando meu corpo, gozei em sua boca, seus lábios agarrados em meu grelo.
Ele tirou o pau pra bater punheta, ficou em pé, como eu ainda estava no chão, fiquei de joelhos em sua frente e peguei sua vara, punhetei ela, abocanhei e comecei a chupar aquela cabeça vermelha, engoli toda ela, ia e vinha, o coronel gemia longamente, me chamando de benzinho, sua rainha, q minha boca era uma delícia, eu sugava todo líquido q saia do seu pau, ele gozou e engoli tudo.
Depois ajeitei minha roupa e voltei pro córrego pra terminar meu serviço, coronel foi embora satisfeito.
Tivemos outros encontros... conto no próximo.
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