- Seu filho da puta, eu já te dei dinheiro o suficiente, some ou a polícia vai acabar chegando na gente.
- Eu vou sumir, mas eu vou querer mais grana ou caso contrário o passarinho aqui vai abrir o bico.
- Então eu vou dar um conselho pra esse passarinho, feche bem o bico ou vai virar comida de gato e de cachorro.
- Você é um psicopata maluco.
- Então fecha a matraca, não me chantageia ou vou te dar uma amostra grátis do que sou capaz, além do mais você fez o serviço mau feito, era pra ter matado o infeliz do Alex.
- Eu atirei no Alex maluco, não tenho culpa se o namoradinho resolveu se meter na frente.
- Que saber vai se ferrar.
Nesse momento a pessoa é interrompida e desliga o telefone muito nervosa, fica reclamando baixinho do fato de Alex não ter recebido esse tiro, ou seja o coitado do Alex era uma pedra no sapato de alguém diga-se de passagem, naquela tarde na empresa a secretária de Mel a interrompe pois a mesma parecia falar muito nervosa ao telefone e a mesma parece falar algo baixinho, e logo em seguida a secretária de Henrique também o interrompe no telefone e era evidente que o jovem magnata estava nervoso, naquela mesma tarde Júnior falava de uma forma muito ríspida ao telefone, mas a pedido de Alex ele vai buscar o pequeno Ivan que está na mansão Red, mas em sua atual residência ele tinha uma pequena desavença com seu primo.
- Você não está pensando em trazer aquele pirralho pra cá Alex?
- Não se preocupe Eduardo, nem ele e nem muito menos eu vamos te incomodar.
- Menos mau, não suporto barulho de criança chorando.
- Você é tão egocêntrico, que a simples existência de uma brisa de vento te incomoda primo, você mesmo só me suporta aqui, porque metade dessa casa é herança do meu falecido pai, já a outra metade pertence a sua mãe.
- sinto muito, mas criança aqui não vai rolar.
- É verdade, não vai rolar, mas não é por conta das suas exigências não, é porque eu não quero, não vou criar uma criança junto com alguém como você nunca. Mas você sabe eu saindo você perde sua metade.
-Vou recorrer na justiça
- Eu vou mudar pra casa que era do Zeca, e vou cuidar da criança lá.
- E como fica sua parte na metade da casa? Vou abrir mão em favor da minha irmã.
- ok Alex, mas nesse caso segundo o testamento do nosso avô, eu sou obrigado a também abrir mão da minha metade.
- Não dissestes que ia pra justiça, só posso te desejar sorte.
- Ta beleza primo trás o moleque pra cá.
- Acho que você não entendeu Eduardo, simplesmente não preciso de sua permissão pra nada, a casa não é só sua, é porque eu simplesmente quero proteger o menino, de ser vítima dos seus olhares de reprovação e apatia.
- Tu acha que eu seria capaz de maltratar uma criança
- De você eu espero qualquer coisa meu primo.
Alex estava disposto a tudo para poder tomar conta do pequeno Ivan, e no seu íntimo ele não queria prejudicar seu primo, como os dois convivem desde a adolescência Alex aprendeu a gostar de Dudu do jeito que ele era apesar dos pesares, na casa de Henrique ele conversa com a criança e explica que Zeca foi fazer uma longa viagem e que de agora em diante ele será cuidado pelo tio Alex, porém Ivan tem apenas dois anos, não entendi muito o que acontece ao seu redor e só repete a palavra Alessi.
- ohhh que bonitinho falando Alex, repete pra mim.
- Alessi
- O Júnior está vindo buscar o neném daqui a pouco, pra levar pro Alex (comenta Mel)
- Acho que ele nunca vai conseguir me perdoar, por aquilo.
- Dá mais um tempo a ele, abalado do jeito que ele está, e querendo ou não nós erramos com ele.
- Mas foi apenas eu que apontei o dedo e falei aquele monte de asneiras. E a criança como vai ficar? Você colocou o corpo jurídico da Redphone pra agilizar a guarda em favor do Alex, como te pedir.
- Olha, fiz exatamente como você me pediu, porém nossos advogados não conseguiram a permissão do próprio Alex para representa-lo.
- Como ele é orgulhoso, não está vendo que só quero ajudar.
- É como ele disse, que de você ele não aceita nada, mas mesmo assim, como na justiça brasileira tudo tem um jeito, conseguimos acesso aos autos do processo, e lá já consta que o Alex compareceu por conta própria na presença do juiz da vara da infância, e este por sua vez concedeu a ele a guarda provisória da criança, e o juiz já manifestou junto ao ministério público a sentença.
- E qual vai ser Mel?
- O juiz vai conceder a adoção em caráter emergencial ao Alex, ou seja a justiça está dizendo que o Alex será o pai de agora em diante da criança.
- Que bom, isso já vai ser anunciado quando?
- Amanhã no máximo.
- Você preparou a documentação que te pedir?
- Sim está no ponto.
Essa parecia a melhor notícia em meio ao tufão que atingiu a vida de todos, e logo o pequeno Ivan aprenderia a chamar Alex de pai, naquela manhã Júnior e Rick foram levar a criança até a casa que pertencia a Zeca e que agora seria de Alex, assim que os ver Alex da um abraço em Júnior e um aperto de mão em Henrique, a criança corre e abraça Alex.
- Como você está meu amigo?
- estou sobrevivendo Júnior, a babá que você me indicou não pode trabalhar no fim de semana, Então vou ter que arrumar outra, o mais rápido possível.
- Olha qualquer coisa pode deixar que venho ficar com o neném no fim de semana.
- Alex, trouxe uns documentos pra você assinar (fala Henrique)
- Que documentos são esses?
- É do seguro de vida que o Zeca tinha pela empresa, e que agora vai o valor total vai ser repassado pra você.
- Me desculpa mais eu não quero.
- Para Alex, é um direito seu, você era o companheiro dele (diz Henrique revoltado)
- Eu era só o namorado dele, a gente ainda não morava junto, e ainda não tínhamos uma união estável.
- Mas amigo, ele só tinha você pra deixar como segurado do plano de vida. ( intervém Júnior)
- Henrique Posso te pedir um favor em nome do Zeca?
- Claro pode pedir.
- Pega esse dinheiro e deposita em fundo de investimento no nome do pequeno Ivan, mas em fundo que der lucros mensalmente.
- Nesse caso, vou deixar o dinheiro investido no fundo imediato da Redphone, e o valor dos juros mensal vai te ser repassado.
- E quanto é o valor do seguro? É de 2,500,00 (dois milhões e meio em dólar)
- Isso é uma fortuna Henrique.
- É, mas o Zeca era chefe do setor de T.I da minha empresa, o seguro existe pra dar a ele segurança na execução do trabalho, todos os códigos de nossa rede de satélites e fibras ópticas passava por ele, qualquer instabilidade no sistema ele resolvia.
- Eu sei operar todo o sistema, nas horas vagas ele me ensinava, e tenho até o projeto antibug que ele ia te apresentar na próxima reunião de balanço.
- Então assuma a função dele na Redphone, vem trabalhar na empresa.
- Não sei, depois da humilhação que você me fez passar, não sei se consigo trabalhar pra você?
- Eu já te pedir perdão, várias vezes, minha consciência me pune dia e noite com o que aconteceu, para por favor, aceita o emprego não por mim, mas pelo Ivan e por ele.
- Tudo bem, eu aceito, mas só me dá um prazo pra eu me organizar com o Ivan.
- Olha dentro da empresa nós temos uma creche, o Zeca nunca quis deixar o menino lá por conta da mãe que cuidava, Então coloca ele na Redkids, e quando você sair já trás ele, e ainda vai poder ver ele a hora que quiser.
Alex aceitou a proposta, de Henrique, pois seria ótimo ter trabalhar e estudar sem ter que ficar longe do pequeno Ivan por muito tempo, e também seria uma maneira de levar o legado do Zeca pra frente, Júnior foi junto com Henrique pra sua casa, no caminho ambos conversam sobre tudo.
- Amigo você viu na televisão o caso do rapaz que estava no avião que caiu depois que saiu de Belém?
- A Mel comentou comigo, deram todos os passageiros como mortos né.
- Sim, mas essa semana o jogo virou um pouco.
- Como assim?
- Um rapaz de nome Vinícius sobreviveu e foi achado e cuidado pelos índios dentro da floresta.
- E então depois que ele se recuperou ele voltou foi isso?
- Mais ou menos, com a queda do avião ele perdeu a memória, mas uma moça da Funai que levava atendimento médico na aldeia, o encontrou lá e o levou pra São Luís e lá ele reencontrou a família.
- Que bom, pelo menos um final feliz em meio a uma tragédia, esse rapaz é amigo da Mel, por isso que ela viajou logo cedo pra São Luís.
Chegando em casa Henrique e Júnior começam a lembrar um pouco do passado lá quando os dois ainda eram adolescentes e Henrique veio passar férias no Brasil.
- Aqui seu quarto tão diferente, lembro ele era todo na temática do Naruto.
- Pois é, parece que cresce
- Mas nunca esquece daquele dia Rick.
VOLTANDO SEIS ANOS NO TEMPO HENRIQUE E JÚNIOR LEMBRAM DAQUELE DIA.
- Não fica triste Juninho eu vou voltar sempre que possível com meu pai pra passar as férias e te ver.
- Você é meu melhor amigo, e é tão triste saber que você vai embora, mesmo sabendo que você foi embora a três anos atrás quando tinha 11 anos.
- Estou aqui e vim te ver novamente, mas meu pai não vai me deixar ficar aqui no Brasil sozinho, talvez só quando eu for maior de idade.
- Eu sei, olha pra mim. Vamos fazer algo que sempre tivemos vontade.
Nesse momento sentado na beira da cama o jovem Henrique segura o queixo de Juninho com a mão direita, se aproxima devagarinho e o beija, Juninho corresponde e passa a mão por trás e segura Rick forte com um abraço em um beijo ardente, logo depois os dois tiram as roupas e é possível ver que os dois estão com muito tesão, então Juninho deita na cama de barriga pra cima e Rick deita por cima dele o beijando, então as mãos de Juninho começam a apertar a bunda de Henrique uma cada lado da bunda, e suas rolas duras se esfregam dando ainda mais desejo aos dois, então Juninho deita de ladinho e Rick encaixa o pau bem na entrada do cuzinho de Júnior, e tenta penetrar porém não consegue pois está seco e o garoto sente dor, então Henrique se levanta e vai até o banheiro pega um vidro óleo corporal passa no seu pau e na bunda de seu amigo, então ele encaixa o pau novamente de lado e o próprio Juninho começa a fazer movimentos de vai e vem com a bunda, até que o pau de Rick começa a entrar sem muita pressa, até que toda a glande já está dentro, então Henrique beija o pescoço de Júnior e pergunta se ele tem certeza que se quer de verdade, Júnior balança a cabeça em sinal positivo e Rick vai e coloca todo o pau pra dentro e começa a bombar e Júnior só consegue gemer baixinho, então Henrique tira o pau de dentro, Júnior deita de barriga pra cima e Henrique pega um travesseiro e coloca por baixo da bunda de Júnior e começa a meter o pau novamente no cu de seu amigo, e quando tudo está dentro um fica cara a cara com o outro, então Henrique reinicia o vai e vem na nova posição e beija Júnior de forma que até mordia os lábios do garoto, então Henrique começa a meter mais rápido e a sentir uma sensação que ele nunca havia sentido na masturbação, então seu rosto e de Juninho ficam vermelho e o pau de Henrique começa a pulsar muito forte e Henrique goza dentro do amigo, que pisca o ânus e sente as esguichadas do pau de Henrique gozando e....
....Continua.....