O Dono do Restaurante

Por: mariana-22 11/07/2026 236192 leituras
Capa do conto
Depois de muito tempo fantasiando a situação em que Cíntia fazia sexo com outra pessoa, às coisas foram se tornando cada vez mais naturais e o assunto era tratado com naturalidade no momento do sexo, na verdade cada vez que Cíntia tocava no assunto o sexo se tornava mais intenso e prazeroso. Normalmente aos finais de semana almoçávamos em um restaurante no centro da cidade. O dono do restaurante era um homem negro na faixa dos 35 anos, muito simpático e atencioso no atendimento.
Como almoçávamos com frequência nesse restaurante fomos nos tornando cada vez mais amigos do dono e a essa altura Cíntia tinha a liberdade de fantasiar uma transa com quem ela queria. Certa vez estávamos nas preliminares e ela começou a provocar como de costume, começou a me chupar e me olhando começou a dizer – Amor, acho que eu sei quem vai ser o primeiro a comer a tua esposa. Eu fiquei louco de tesão e perguntei – Quem minha gostosa vai ter o prazer de reinaugurar essa boceta? Ela chupando não hesitou em dizer - O negão dono do restaurante, estou por um pau preto no cu. Quando ela disse isso quase que gozei imediatamente, tive que me segurar até as ultimas forças. Ela não contente com o que já tinha provocado passou a provocar ainda mais – Amor, deixa eu dar pra ele? Prometo te mandar umas fotos bem bacanas chupando aquela rola preta. Nessa hora eu não aguentei e gozei, depois disso tivemos uma noite muito intensa de sexo cheia de sacanagens.
A noite foi muito prazerosa e no passar dos dias percebi que Cíntia tinha falado serio, ela realmente estava doida pra dar para o negão do restaurante. Continuamos a almoçar lá nos finais de semana como de costume , e quase que todo final de semana transavamos imaginando a situação, Cíntia estava cada vez mais detalhista na forma como queria dar pra ele, durante nossas transas ela detalhava como queria dar a boceta, como queria chupar, o quanto queria que ele comece sua bunda. Cíntia não economizava nos detalhes, deixava a imaginação fluir e fazia nossas transas pegarem fogo. A cada nova transa nossa, ela deixava bem claro o quanto ele queria dar pra ele. Cíntia dizia que queria dar pra ele sozinha e me mandar muitas fotos, para depois dar na minha frente. Certa vez durante uma transa no auge do prazer ela me disse. Aí amor eu quero tanto dar, não tenho culpa se tu gosta de ver a tua puta dando, agora eu quero.
A situação foi ficando cada vez mais real e me parecia inevitável minha esposa ser bem comida por aquele negão de sorte. Nesse verão aconteceu algo que talvez deixe esse momento ainda mais próximo. A esposa dele foi viajar para a praia com as crianças e ele ficou sozinho cuidando do restaurante. Cíntia ao saber da situação pegou o telefone do estabelecimento e bolou um plano. O que vai acontecer? Não faço ideia, mas assim que rolar algo mais eu volto aqui pra contar pra vocês. O que vocês acham, ela deve dar?

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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