O entregador de vinhos me fudeu no escritório

Por: camila-150 • 09/07/2026 • 411126 leituras
Capa do conto
No início de minha carreira eu trabalhava em um escritório pequeno, dentro de uma galeria comercial no centro da cidade. Era um escritório que prestava serviços administrativos e lá só trabalhavam eu e o meu patrão. Era um escritório pequeno com o ambiente de trabalho na parte de baixo e um banheiro e um depósito na sobreloja.


O meu chefe era assinante de um clube de vinhos, então duas vezes por mês ele recebia uma caixa com duas ou três garrafas da bebida. A encomenda vinha sempre pela mesma transportadora então o entregador já nos conhecia.

O entregador se chamava Fred, era um moreno claro maduro, de uns 45 anos, cabelos baixinhos, pele bronzeada de sol, de trabalhador que labuta no dia a dia, um sorriso encantador e as mãos grandes e fortes. Eu na época tinha 20 anos e nutria um tesão secreto por aquele entregador, dando algumas olhadas mais incisivas que ele fingia não perceber.

Uma tarde meu patrão havia viajado a trabalho, e o Fred apareceu lá para fazer uma das entregas do mês. Recebi a encomenda e ficamos jogando conversa fora, ele falou que era a última entrega do dia e que dali ia direto pra casa, falamos trivialidades e ao nos despedirmos ele perguntou se poderia usar o banheiro.

Indiquei onde era o banheiro, apontei a escadinha e disse para ele subir, já na escada ele perguntou se meu patrão voltava naquele dia mesmo, e eu inocente afirmei que ele só estaria no escritório no outro dia. Ele deu um sorriso sacana e subiu.

Alguns segundo depois o Fred chamou meu nome pedindo pra ajuda-lo lá em cima. Qual foi minha surpresa ao chegar lá e encontra-lo na porta do banheiro com as calças abaixadas e o pau duro, apontando para a esquerda. Olhei admirado e atônito, ele então disse:

- Há tempos que percebo que você me olha com tesão. Hoje pintou essa oportunidade, se você quiser pode aproveitar, o amigão aqui no meio das minhas pernas é todo seu.

Ele falou isso dando uma pegada no pau e punhetando levemente. Eu disse a ele que só ia trancar a porta do escritório e já voltava. Quando retornei ele já estava completamente nu deitado em um colchonete que tínhamos ali no depósito.

Já cheguei arrancando minha roupa e caindo de boca no cacete daquele homem que durantes meses desejei. Ele era másculo, autoritário e conduzia a minha mamada com aquela voz grossa e firmeza nas ordens. Deixei aquele cacete bem babado, bem lubrificado, pronto para o Fred meter ele em meu cuzinho.

Ele me mandou ficar de quatro e foi enfiando a cabecinha, doeu um pouco afinal era um cacete considerável, e assim que a cabeça entrou ele começou a bombar num ritmo frenético, e a mistura de dor e prazer me levava a loucura. Ele tirava todo o cacete do meu cu e enfiava de vez, uma delícia poder servir aquele macho. Ele disse que ia gozar e perguntou se poderia encher meu cuzinho com sua porra quente, autorizei e logo em seguida senti os jatos preenchendo meu rabo.

Caímos extasiados e ficamos ali, agarrados, se beijando e curtindo o corpo um do outro, com poucas palavras, apenas afagos, beijos e sussurros.

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