O Exibicionisata II

Por: patricia-391 • 24/07/2026 • 1431 leituras
Capa do conto

Como disse no conto anterior, continuo meu tratamento psiquiátrico sem muitos resultados. Tenho a compulsão de mostrar a minha rola pra crianças. É incontrolável. Eu vejo uma criança, meu pau endurece e eu mostro pra ela na primeira oportunidade que pinta. Fico balançando a rola ou me masturbando até gozar. A maioria das crianças sai correndo quando mostro o pau. Um número menor delas fica olhando de longe e não querem se aproximar quando as chamo. Algumas poucas tem coragem de se aproximam, pegam no meu pau e até dão pequenas mamadinhas. A pedidos, vou contar outra experiência que vivi com uma garotinha bobinha que encontrei no estacionamento do clube. Era um final de tarde de um domingo quando cheguei ao clube onde frequento e onde encontro crianças pra ver meu pau exposto. Estava eu estacionando meu carro quando vi uma garotinha de biquini, sem a parte de cima, pedalando um velocípede. O estacionamento estava quase vazio. Tinham apenas uns poucos carros estacionados. Vi logo que era uma boa chance de mostrar meu pau. Dei uma olhada em volta e tudo estava deserto. Escolhi uma vaga bem distante das escadas de acesso e do elevador. Abri a porta e fiquei esperando ela passar. Quando ela se aproximou, eu tirei o pau pra fora e fiquei logo me preparando pra mostrar quando ela passasse. Quando ela veio se aproximando, eu sai do carro e fiquei em pé com a rola em riste, batendo uma punheta. Ela passou, viu meu pau e deu um adeusinho. Acho que ela nunca tinha visto uma rola antes e nem sabia do que se tratava. Mais tarde soube que era sua primeira visão de uma rola adulta. Pelo visto ela só conhecia minúsculos pintinhos de primos e parentes menores de idade. Ela foi pedalando até o final e depois retornou. Quando ela passou de novo, eu mostrei meu pau e chamei ela pra ver mais de perto. Ela parou com seu velocípede bem em frente de mim e ficou me olhando punhetando. Chamei-a de novo e ela ficou parada olhando pro meu pau. Fiz mais uma tentativa e agora ela desceu do velocípede e ficou paradinha me olhando. Chamei-a de novo e ela deu uns passos na minha direção, mas depois parou. Eu desafivelei a calça, arriei até o meio das coxas e expus toda a rola, inclusive o saco. Ela olhou em volta e veio andando. Entrou no meio dos carros e chegou nem pertinho de mim, há mais ou menos meio metro. Meu pau estava bem duro, com as veias tufadas e a cabeça vermelha, como é de costume. Não sei o que é que se passa na cabeça destas crianças, se é mera curiosidade infantil ou algum desejo contido. Seja como for, eu me delicio fazendo isso. Como ela ficou parada sem fazer nada, eu falei: “Vem cá pra mais perto menina linda. Quer pegar no meu pinto?”. Ela olhou em volta mais uma vez e se aproximou. Eu peguei sua mãozinha e coloquei em cima da rola. Ela mesma fechou os dedinhos em volta e fez os mesmos movimentos que eu estava fazendo antes. Eu puxei ela pelo bracinho e a levei até o banco do carro. Sentei e abri as pernas pra facilitar pra ela bater uma punheta pra mim. Ela me olhava pelos cantos dos olhos e voltava a olhar pro pau. “Dá um beijinho aqui”, e apontei a cabeça da rola. Como ela ficou parada, eu coloquei a mão em sua nuca e fui dirigindo sua cabeça até que seus lábios encostaram na ponta da rola. “Abre a boquinha meu amor, abre. Chupa o pinto do tio como se fosse um picolé. É gostoso, sabia? Experimenta pra você ver”. Ela olhou pra cima com os olhinhos esticados, me encarou e em seguida abocanhou a cabeça da rola. Que fantástico. Mais uma boqueteirinha no pedaço. Fiz movimentos com o quadril e vi a cabeça da rola entrando e saindo daquela boquinha maravilhosa. Perdi a noção de tempo. Quando dei por mim, eu estava gozando dentro da boquinha da menina. Quando ela sentiu o gosto da porra espirrando, ela deu um pulo, saiu correndo, montou no velocípede e saiu pedalando rápido. Agora eu estava com medo. Quem sabe se ela ia contar pro pai ou pra algum segurança. Liguei o carro e sai correndo dalí. Fiquei mais de um mês sem ir lá. Quando tive coragem de voltar, procurei essa menina por todo o clube mas não encontrei. Quando eu estava já voltando pro estacionamento pra ir embora, lá estava ela pedalando seu velocípede. Fiquei eufórico e chamei sua atenção. Acho que ela me reconheceu porque me deu outro adeusinho. Me posicionei no lado do carro e mostrei a rola pra ela. Ela parou de pedalar, desceu do velocípede e entrou entre os carros. Agora era hora de dar mais uma esporada na boquinha da boqueteira. E não deu outra. Ela chegou, eu a fiz pegar no meu pau e não demorou muito e ela já estava mamando na pica. Dei uma gozada bem gostosa na sua boquinha, mas desta vez ela não saiu correndo. Ficou vendo a gala escorrendo pela rola. “Gostou, amor?”. Ela só balançou a cabeça e disse “humhum”. “Então, dá uma lambidinha aqui”, e apontei as poças de gala que estavam escorrendo. Não dá pra descrever o prazer de sentir uma criança chupando seu pau e bebendo sua porra. Não tem prazer maior do que este. É uma sensação de domínio, de submissão, de controle total, de superioridade, sei lá mais o que. Com certeza esta foi a primeira, ou melhor dizendo, a segunda esporrada de uma série que virá no futuro. Quem sabe quanto prazer ela dará a outros comedores que ela encontrará pela vida? Agora ela já sabe dar uma mamada gostosa. Experiência ela já tem, basta praticar mais em outras rolas.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

Escreva o seu conto

🕐 Últimos contos adicionados