O feriado perfeito

Por: ana-272 • 12/07/2026 • 86761 leituras
Capa do conto
Trabalhando meu celular toca e para minha surpresa, Solange.
A mesma mulher que conheci, junto com seu marido o hotel., descrita em meu último conto.
Começou falando que estava com saudades, e que se locomovia no trânsito de SP, de saia e que sua calcinha começou a molhar, só de ouvir minha voz.
De imediato entrei no clima e comecei a dizer uma série de coisas para deixá-la mais excitada, pedi para tomar cuidado no transito e me tranquilizou, que estava na viva voz.
Continuamos e não deixava ela dizer nada, falava num tom onde ninguém que estava próximo pudesse ouvir, e dizia para não tirar as mãos do volante e deixaria toda molhada, apenas ouvindo minhas palavras.
Concordou, eu falando, ela dirigindo e gemendo me deixando muito excitado. Depois de alguns vários minutos, comentou que precisaria parar, pois estava chegando a seu cliente e ainda teria de trocar aquela calcinha, toda encharcada. Dei uma solução, para que fosse atender sem ela. Disse ser loucura, mas insisti e acabou atendendo a meu pedido. Enviou até a foto comprovando.
À noite, conversando pelo Skype, disse que nem conseguia prestar atenção na reunião que teve, que minhas palavras vinham a todo instante a sua mente.
Como o último feriado se aproximava, me convidou para fazer uma visita, caso eu não tivesse compromisso, pois Marcos seu marido, ligou dizendo voltaria apenas após o feriado e que ele mesmo propôs que entrasse em contato comigo.
Até tinha algo a realizar, mas não poderia deixar Solange sozinha. Então combinamos e sai de Campinas e fui a São Paulo, encontrá-la. Disse-me para ir de ônibus e me esperaria na rodoviária.
Nos encontramos e pediu para ir dirigindo, nos beijamos, e apenas comentei que não gostaria de ir a sua casa sem Marcos. Solange, sorriu e disse, que imaginava isto, mesmo porque seus filhos poderiam aparecer e ter de contar uma história com minha presença e etc.
Tinha outro plano, um sítio em Cotia., dizendo que chegando lá daria folga ao caseiro e assim o fez. Um lindo local, tranquilo e somente para nós. E foi desta maneira no primeiro dia. Comecei a dizer coisas, assim como ao telefone, olhando nos olhos dela, as vezes andando a seu redor, falando bem próximo ao ouvido dela, as vezes tocando com minha língua e impedida de se tocar. Começava a se contorcer e a gemer, esfregando as pernas e que pernas.
Ela não podia se mover, a brincadeira estava gostosa o resultado era muito favorável, abri o zíper de minha bermuda e deixei meu pau roçar seu braço, pescoço e aí, arrepiou-se todinha. Continuei, próximo a seu queixo e Solange tentando alcançar com sua língua. Percebia os bicos de seus seios com bicos enrijecidos, a respiração ofegante, quase que pedindo para parar com a brincadeira.
A intenção era fazer ela gozar ali a minha frente sem que tivéssemos nos tocados mutuamente.
E surtia efeitos maravilhosos. Solange exalava tesão e vontade de pegar meu pau, chupar, lamber...estava a milímetros de sua face. Eu brincava, balançava, batia carinhosamente em seu rosto com ele.
Quando toquei em sua bucetinha, percebi o quanto estava molhada a minúscula calcinha, que tive o cuidado de retirar e sentir seu cheiro e gosto. Adoro este cheiro e sabor.
Pedi que ficasse de quatro e apoiasse a mesa, posicionei-me e comecei uma deliciosa e demorada exploração com minha língua em sua bucetinha e cuzinho.
Ela não conseguia conter-se e gemia alto, abria com as mãos sua bunda linda e naquele dia já havia decidido que só teria prazer com minha língua e no cuzinho.
Depois de muito chupá-la, pedia quase que choramingando para penetrá-la, e assim fiz. Já havia lubrificado bem seu cuzinho e introduzido meus dedos nele e agora era o momento de receber meu “pretinho” naquele orifício pequenino, mas convidativo demais.
Bem lentamente foi vindo com seu corpo e sentindo entrar, paramos, fazia carícias, apertava aquela bunda maravilhosa, beijava suas costas e quando estava todinho dentro de Solange comecei a realizar movimentos lentos para não machucar e quando se acostumou, e diminuiu o receio, disse que estava realizada e que queria sentir gozar dentro.
Depois de algum tempo e naquela mesma posição, naquele vai e vem, as vezes escapava e não dava para acreditar que aquele pequeno orifício tinha recebido e me recepcionava tão bem...
Que delicia e informei que estava para gozar., apertei sua cintura, segure forte e metia com força. Foi um momento que agora descrevendo, me excita muito, imaginem na hora, com Solange pedindo e gemendo... Tesão maravilhoso.
Gozei muito naquela bunda. Nos recuperamos e nos dirigimos para tomar banho. Reclamou estar dolorida. Mas tranquilizei-a que naquele dia não teria mais, no máximo uma língua. O dia foi de muito namoro, conversas, interrompidas por muito sexo oral, outra fantasia dela., e sua bucetinha apenas recebeu meu pau no dia seguinte. Passamos 4 dias realizando tudo o que tínhamos imaginados e ainda identificamos que podemos aperfeiçoar muito mais.
Recebi uma mensagem de Marcos, agradecendo por ter cuidado de sua esposa e proporcionar ótimos momentos, disponibilizando sempre que desejar sua esposa. Achei legal, comentar como “nossa esposa”. Solange conversa comigo constantemente e no próximo feriado estamos programando algo.
Disse que me fará uma surpresa, relativo a algum comentário que fiz em nossas conversas.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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