O garoto novo da rua

Por: erica-farias-927 24/07/2026 2 leituras
Capa do conto

Nando enterrou a pica em minha bunda e começou a meter

Nós 3 éramos um belo trio, mas com certeza eu era a putinha, afinal eu me deliciava sentindo uma rola na bunda ou mamando. Já haviam se passado 1 ano e em qualquer oportunidade nós trepávamos, porem tínhamos uma excelente vantagem, nenhum aparentava ser afeminado, nem mesmo eu que passou a adorar um pinto e tínhamos nossas namoradinhas da escola. O bairro ia crescendo cada vez mais e com isso novos moradores, mais 2 garotos e 5 meninas, como resultado disso, principalmente eu tinha a possibilidade de mais dois pintos, em um ano meu corpo se desenvolveu pouco, mas o de Marcos e Fabio não, eles já tinham praticamente o corpo de um homem e é claro o pau também. Um dos novos garotos Fernando, Nando era o mais velho de todos nós com 17 anos e o outro, Binho era da minha idade. Bastou apenas um mês e meio e Nando já estava enturmado, mas Binho ainda saia muito pouco de casa. Um dia Nando me chamou para ir ao córrego, era sua primeira vez, Marcos de castigo novamente e Fabio havia saído com a mãe, então fomos só eu e Nando ao córrego. Quando tirei a roupa, vi que ele me olhava com cara de assustado então disse: - vai tira a roupa, não queria vir nadar? Timidamente ele tirou e quando eu vi não aguentei e disse: - nossa, você é pintudo hein? Realmente se comparar com os de nós 3, aquele era um pinto de respeito, mole, pendurado sobre um saco grande e rodeado de muitos pelos. Nando foi se desinibindo aos poucos e enquanto nadávamos, eu “sem querer”, rocei várias vezes em seu pau, depois sentados eu mexendo em meu pinto disse: - oh, não da nem pra comparar. Ele mais uma vez tímido apenas sorriu, eu então me aproximando estiquei a mão e já pegando em seu pinto disse: - puta vida, é um puta pintão mesmo, deixa ele duro pra mim ver? quanto mais eu falava mais tímido Nando ficava, porem me deixava mexer em seu pau. E como ele estava permitindo comecei a regaçar e acariciar ainda mais e aquele pau começou a endurecer, quando estava uma tora dura eu olhei para ele e disse: - quer que eu chupe um pouco? Ai ele já com tesão respondeu: - quero. E eu então comecei a mamar, mamei até meu pinto ficar duro e então ele me surpreendeu, colocou as mãos em meus ombros e me deitou de costas no chão, levantou minhas pernas escancarando meu cuzinho e me pediu para segura-las, começou então a passar os dedos em meu cuzinho e enfiou um, depois dois, então encheu a mão de cuspe e lubrificou, encostou a cabeça do pau na portinha e lentamente começou a enfiar aquele pauzão em meu rabo, minha vontade era de gritar de alegria, mas tive de me contentar em dar só uns gemidinhos. Nando enterrou a pica em minha bunda e começou a meter, aumentando o ritmo aos poucos e logo eu sentia seu sacão batendo em mim. Pela primeira vez eu ouvia estalos na metida, cada socada que ele me tava estalava e ele meteu muito deliciosamente, com a mão eu apertava a cabeça do meu pinto tentando retardar ao máximo a minha gozada, mas Nando o pegou de minha mão e começou a me punhetar enquanto me comia e eu disse: - se não parar vou gozar na sua mão. Ele: - vai goza onde quiser. E rapidinho eu comecei a gozar em sua mão, nisso ele pergunta: - quer que eu goze onde em você? Eu: - goza onde quiser. Ele então meteu mais um pouco, tirou o cacete da minha bunda, subiu sobre meu corpo e veio em direção ao meu rosto, nesse percurso, meu pau melado roçou em seu saco e seu rabo, ele se ajoelhou entre meus ombros e se punhetando encostou a cabeça em meus lábios e disse: - vou gozar. Sem pensar 2 vezes, abri a boca e coloquei uma parte da língua para fora e deixei ele gozar em tudo, desde dentro da boca até orelha e olho. Então abocanhei aquele pau melado e chupei como nunca havia chupado uma rola antes, ele começou a recuar deslizando a mão desde meu peito até pegar meu pau, então segurando ele em pé, não teve dúvidas, recuou mais um pouco e começou a descer o corpo, foi até que engoliu minha pica inteira e começou a se mexer e meio que a galopar em meu pau, enquanto ele se desfrutava ali, eu com a língua peguei toda porra que pude e engoli. Mas Nando não parava e eu ficando cada vez mais próximo da segunda gozada me mantive em silencio, até que ele passando a mão em meu peito disse: - safado, ta gozando dentro do meu cu né. E eu gozei em seu cu, ainda sentado em meu pau ele se punhetava, então peguei seu pau em minha mão e acelerando a punheta disse: - vem enfia ele na minha boca. Ele se levantou e veio em minha direção, então coloquei a cabeça dentro da boca, serrei os lábios e acelerei ainda mais a punheta e Nando começou a gozar enchendo minha boca, enterrei seu pau ainda mais na boca e ele disse: - ta engolindo o leitinho tá. E eu engoli tudo mesmo, deliciosamente. Ficamos no córrego par mais 1 hora mais ou menos e voltamos para casa extremamente realizados.

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