Espero que possam me entender e me aconselhar, se possível.
Bem, vamos ao início… Como já relatei em contos anteriores, eu e meu marido curtimos zoofilia, e mesmo não tendo relatado mais, sempre que temos oportunidade e vontade, chamamos nosso cachorro para saciar minha vontade. Mas como eu disse, isso acontece quando temos uma oportunidade. Pois bem, vamos ao caso. Meu marido estuda em alguns dias da semana a noite e as vezes minha filha vai para a casa dos avós ou primos para poder brincar. E assim, eu fico só, procurando maneiras para passar o meu tempo. E nesta dia, uma sexta feira, eu já estava bem cansada da semana, queria deitar e descansar, tomei um banho gostoso, coloquei minha camisolinha e deitei na cama, comecei a ler um pouco, estava até relaxada e molhadinha, devido a leitura. Me toco e sinto ela quente e muito úmida, queria esquentar mais, mas também queria guardar aquele fogo todo para quando o marido chegasse. Sendo assim, decido parar.. Me levanto e vejo algumas coisinhas que tenho que fazer no dia seguinte e lembrei que tinha umas camisetas do uniforme da minha filha que precisavam ficar de molho no alvejante. Bem, todos sabem como criança é, e acabo tendo que ter um cuidado ainda mais especial com os uniformes dela. E lá fui, abro a porta e vou ate a lavanderia colocar aquelas roupas miúdas de molho. Coloco a máquina para encher de água e vou distribuindo aquelas roupinhas. meu cachorro chega perto e me cheira, mas cheira e já passa a língua na minha bucetinha, eu o repreendo. Mandando ele sair. geralmente, se tratando disso, ele é bem teimosinho. Então decido entrar e colocar a calcinha. E até me chamo de boba por ter ido lá fora assim, sabendo como meu cachorrinho é bem danadinho. E nesses pensamentos, decido colocar só mais algumas peças e entrar. Mas por azar, (diria sorte, se algo não tivesse acontecido), uma roupa cai no chão e me abaixo para pegar, e ele, o cão, entendeu aquela “pose”, como um convite para o prazer, e me atacou de vez.
Bem, não sei como são os outros cachorros que fazem isso, mas eu, sozinha, não consegui me desvencilhar dele, até tentei um pouco, mas o peso dele misturado a sua força, foi muito pra mim...e assim ele fez. estocadas fortes e fortes...sem parar. E eu meus amigos e amigas, não sou de ferro. E gozei, sem culpa nenhuma. O cachorro louco por sexo, continuava firme. E eu já não me preocupava com nada, até ouvir.:
Maaaa!!!!!
Meu coração parou na hora,!!! Aquela voz era conhecida…..
era do meu sogro!!! Meu Deus, e agora???? Continuei quietinha sem responder, porque não teria como explicar o porque de não atende-lo. Mas ele continuava a chamar.
De certo, minha filha decidiu vir pra casa e o avô veio trazer.
Nossa….minhas pernas tremiam muito.
Já estava para chorar, e o cão engatado e numa boa.
Que pavor eu senti…
Ele chama mais algumas vezes. E as lágrimas foram inevitáveis. Eu despenquei a chorar, baixinho, quando percebi que parou de chamar. E o telefone começou a tocar, uma, duas, três, não sei quantas vezes. Daqui a pouco escuto, bem de longe, meu celular.
Que desespero. Aqueles minutos pareciam intermináveis.
Escuto me chamarem no portão de novo. Era o sogro ainda. Chamou muito. Até que ouvi um barulho mais forte. Meu coração fica muito acelerado...parece que vou desmaiar. Escuto passos pelo corredor… E as lágrimas voltam a descer.
Escuto sua voz na porta da sala:
-Minha filha, você está aí? (Sim, ele me chama assim).
Eu não respondi. Ele volta a chamar.
Eu não respondo.
Escuto os passos se aproximarem. Meu corpo pára. E olho para cima e lá está ele, na minha frente.
Meu Deus!!!!!!
Que vergonha!!!!….que chato!!!!!
Ele sem palavras me olha com cara de assustado. E apenas agora, o cão sai de dentro de mim. E eu Caio no chão, não conseguia manter meu corpo de pé.
Não sei bem como foi. Só sei que quando notei já estava debaixo do chuveiro de camisola e tudo. Toda molhada, com muita vergonha. Ele me deu uma toalha e foi abrir o portão. E nisso ouvi a voz da minha filha, da sogra e uma amiga que estava na casa deles. Eles estavam na minha casa e pensei,será a minha ruína, vão me crucificar. Meu Deus...o que faço?. O que dizer? Saio do banho sem ação, sem palavras.
E minha sogra vem com um copo de água gelada e doce, me pedindo para beber, dizendo que eu ainda estava pálida. Que eu deveria ter avisado que não estava bem. Ergo os olhos e vejo meu sogro. Sua expressão não dizia muita coisa, mas piscou, como se quisesse dizer para não me preocupar com o que ele havia visto.
E foi tão difícil decifrar isso naquele momento, que apenas ouvi aquele falatório todo, que nada me diziam na verdade. Até que ligam para o meu marido e ele retorna, todo preocupado. Me enchendo de perguntas, e eu sem responder nenhuma, não sabia o que falar.
Eles decidem ir embora. Meu marido acompanha eles até o portão e vem saber o que eu havia acontecido. Já querendo me levar ao médico. Nesta hora, eu desatei a chorar e não parei tão cedo.
E entre as lágrimas e soluços, fui contando o que havia acontecido. E quando terminei, ele riu, o que me irritou muito.
-Devia ter me contado sua boba, estava muito preocupado. Isso nos vamos resolver. Fica tranqüila.
Nem liguei para o que ele me disse. Aquilo não me importava. Só pensava como as pessoas iriam me ver daquele dia em diante… E todo pior passava na minha cabeça.
Quando Consegui dormir já era manhã de sábado. E ainda cedo escuto vozes pela casa. era meu sogro. Fico imóvel na cama. Como se aquilo fosse algum modo de me livrar do pior. Ele pergunta ao filho se melhorei.
E assim conversam, em tom baixo, mas tratei de aguçar a audição.
Está pai. Dormiu tarde. Mas está melhor.
Tá bom.
Pai...ela disse que o senhor…
Não precisa falar disso mais. Vi que ela ficou sem jeito. Quase desmaiou. Trouxe carregada pra dentro de casa.
Ela está desesperada..
Conversa com ela. Deixa ela calma. Não vou dizer a ninguém. Já passou.
Vou falar quando ela acordar.
Meu coração aos saltos e ainda na cama….
Má… Está bem?
Meu marido me chama. Eu finjo estar acordando. E respondo com a cabeça que sim.
Meu pai está aqui. Veio saber se você melhorou.!!!
Estou melhor.
Levanta minha filha. Vou fazer um café pra gente…
Eu levanto da cama, minha cabeça está pesada. Chorei muito. E só de pensar nas consequências meu estômago gira. Vou até o banheiro. Faço a higienização e sigo até a cozinha, onde marido e sogro me esperam. Sem erguer o olhar me sento a mesa e as lágrimas caem instantaneamente.
Não precisa disso. Não vai resolver nada. Toma o café e sai um pouco para esfriar a cabeça.
E Foi o que fiz. Passamos a manhã fora. Tentei pensar em como seria vista dali em diante. E sinceramente, não cheguei a nenhuma conclusão.
No domingo meus sogros nos convidaram para almoçar. Fui, com certa má vontade, mas fui. E por diversas vezes observei meu sogro me olhando, e isso me angustiava, pois não conseguia saber o por que daqueles olhares.
E assim foi meu final de semana. Um capítulo novo que se inicia na minha vida, sem saber as consequências que estão por vir. Agora eu só posso aguardar. As vezes mais calma, as vezes não.