O IRRESISTÍVEL GAÚCHO

Por: carla-157 • 09/07/2026 • 485439 leituras
Capa do conto

A tentativa era apenas entrar no quarto e organizar o último detalhe do expediente.

Acostumada de há anos trabalhar naquela casa, Andréia entrou e tão pouco se inibiu com o patrão dormindo sobre a cama.

Parecia um sono tão profundo. Organizou os afazeres e percebeu que o chefe não mexeu um cisco pela cama.

Foi o exato momento que a despertou a curiosidade pelo patrão.

Branco, forte e de pela aparência, somente de calça de moletom pela cama, sem a camisa. Exposto a uma cena tão tentadora!

Andréia parou e sem qualquer barulho procurou se deliciar o patrão.

Sentiu desejo de cair aos braços dele e fazer no que desse na teia.

Aproximou-se pouco mais. Notou o possível tamanho da piroca armada e de um ato de tesão.

Pensou na gostosura de tê-lo a sua boca e mamá-lo como uma bezerrinha faminta.

Sentiria tão feliz se todo seus desejos fosse realizado! Que mal teria? Ambos, maior de idade. Dono dos próprios narizes e vida.

De repente, o dorminhoco virou-se de lado a sua pessoa e deu aquela tentadora coçada ao desejoso brinquedo desejado por ela.

Parecia tão firme e duro! Do jeitinho que ela desejava mamar.

Percebeu-o tão grosso. Teve um momento que temeu. Vai que o patrão acordasse e a flagrasse... Poderia condená-la pela invasão a privacidade ou aproveitar da dependência que a fez cair.

Sentir a desejosa piroca na vagina, era de boa. O medo era ter que dar o rabinho nunca comido. Ficou com medo de não aguentar e pagar mico com o patrão em quatro paredes.

Ficou totalmente perdida. Pensou em sair tão rápido dali, mas o cardápio do patrão a impossibilitou.

Sentiu as pernas bambas, a vagina dilatada a ponto de ser saboreada, enfim, o refém cuzinho num piscante desejo de ser penetrado.

Ficou perdida.

O patrão acordou e a flagrou encarando-a.

Sorriu, deu lhe uma boa tarde e pediu que arrumasse um par de roupa, já que tomaria um banho.

A obediente diarista pouco se importou. Foi logo o obedecer.

Deu de cara com o patrão só de cueca boxe e com o pau tão ereto e sufocante na pouca roupa vestido.

Voltou com as peças desejadas e notou-se tão frágil próxima a ele.

Ao aproximar-se, seus olhos se trocaram.

A química entre eles rolaram. O momento que eles se aproximaram, seus excitantes suspiros os provocaram.

Não perdeu tempo e acariciou tão gostoso o braço e peitoral do patrão.

Foi a loucura sentir a excitante piroca tocar-lhe no seu corpo.

O recado pelo patrão foi percebido e em poucos segundos, Andréia tornou-se presa do desejável cardápio.

Amou ser desejada pelo cara do momento. Sentiu--se tão importante nas suas garras. Deu o melhor que pode.

Beijou-o tão gostoso. Deu com tanta certeza, brincou da verdadeira puta para o deus grego. Mamou tão gostoso, aproveitando cada gota do esperma lhe oferecido.

Nem teve culpa de recusar o sexo anal, quando notou, já estava exposta na parede com a bumbum sobre as mãos do patrão cujo o mirou tão gostoso e meteu como desejou.

Andreia sentiu tão amada e útil. Mamou à vontade. Estreou o sexo anal e tão logo se viciou, enquanto ao patrão, a experimentou com todo o glamour.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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