O Kilt

Por: eta-exi-3 13/07/2026 11119 leituras
Capa do conto
Bebeu quase meia caneca de cerveja de um trago e arrotou fortemente. O segundo gole despejou a caneta que pousou no balcão com um estrondo forte e gritou com um vozeirão de lenhador:

- Come on! Hurry!, depois gritou - I want you now! - Fuck me! Fuck me hard!

O escocês maluco levantava o kilt e mostrava o rabão peludo. Espessos pingos de porra pendiam dos pelos do cu e escorriam pelas pernas grossa, pingando para o chão!

Com quase um metro e noventa de altura, o gigante nórdico inclinou-se apoiando-se nas costas do sofá e abriu as pernas ao máximo oferecendo a visão daquele cuzão rosa, totalmente melado, mostrando ainda os sinais do arrombamento.

O meu caralho pulsava de inquietação e desejo, a punheta que todos batiam, tornava-nos impacientes e prestes a explodir...

- Mexe-te caralho...., vociferou um dos presentes! - Ou vais, ou perdes a vez, porra!!

Encostei a cabeça da minha tora no cu do urso e forcei, mas por já estar alargado, lubrificado e melado das fodas anteriores, abriu-se e recebeu-me num doce abraço quente e húmido. Escorreguei pelo reto do ursão até sentir os meus pintelhos tocarem a carne macia do rabão branco e gordo.

Comecei a socar com força, entusiasmado pela facilidade com o meu caralho deslizava pelo interior do imenso homem rude.

- Fuck!, Ho, I like it!, I like it so! - dizia o urso com uma voz surpreendentemente doce, resultado da luxúria que sentia no cu.

Os meus colhões batiam nos seus, acompanhando o balanço do meu corpo sobre o dele e o som produzido pelo bater dos nossos corpos no auge do amplexo.

Um homem esguio, de pele muito clara e espessa barba ruiva, tinha escorregado para debaixo do ursão e chupava-lhe o caralhão, provocando no bicho novos esgares e uivos de tesão.

- Yes! Yes!, Don't stop, don't stop it now!!

Alguns dos presentes não conseguiram aguentar e levantando-se inundaram-nos com diversos jatos de porra quente. Das costas do urso, aa sua cara e das minhas coxas e peito, escorriam rios da porra dos que já se tinham aliviado.

Aumentei o ritmo das estocadas e vim-me, enchendo o cu do ursão com a minha própria esporra, que escorria enquanto o buracão se fechava lentamente e o urso urrava, esporrando a boca do barbudo e pedindo nova caneca de cerveja.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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