Eu não via Lukas, meu namorado, desde quando perdi minha virgindade com ele (meus dois primeiros contos aqui), mas mantemos um relacionamento serio via internet. Mesmo eu morando nos Estados Unidos e ele no Brasil, fazíamos o possível para dar certo, nos amávamos e planejávamos um novo encontro em breve, e éramos fieis um ao outro. Quer dizer, pelo menos eu era... Depois de 3 anos de namoro, ele acabou me confessando que havia me traído uma segunda vez, sendo que já tinha cometido o erro antes e eu o havia perdoado. De coração partido e extremamente puto, decidi não dar outra chance; terminei o namoro e decidi viver minha vida. Isso foi no final de 2010, e no começo de 2011, ano que completaria 20 anos, eu já estava à procura de uma aventura, e foi o que encontrei.
Através de um site de pegação conheci Jason, um americano de 30 anos, alto, corpo definido, musculoso, tatuado, cabelo loiro escuro bem curto, olhos castanhos, e pau de 18 cm, bem grosso e circuncidado (a maioria dos americanos é). Jason é bem másculo, todo machão, ativo, se dizia hetero e depois ate me disse que tinha namorada, mas que às vezes gostava de comer meninos. Eu não queria ser passivo, mas por estar desesperadamente querendo conhecer outro corpo, e por ele ser tão gostoso, aceitei fazer o sacrifício e decidimos marcar um encontro.
No dia marcado fui ate a estação onde ele me buscaria. Quando chegou, me ligou e fui ate seu carro, nos cumprimentamos com um aperto de mão, e ele perguntou onde iriamos. Sugeri uma avenida que, por ser perto do aeroporto, tem muitos hotéis e motéis (vale notar que motel nos EUA não tem a mesma finalidade que no Brasil), e seguimos ate lá. O caminho foi desconfortável, ele prestava atenção na estrada e no GPS, e quase não conversamos. Com o pouco que dizemos, ele ficou sabendo que seria meu segundo homem, e que era inexperiente, o que o deixou excitado. Chegamos ao hotel, ele pediu um quarto, pagou por tudo, e subimos. No elevador já estávamos mais descontraídos, conversando e fazendo piadas, e então chegamos ao quarto. Entramos, e disse que precisava usar o banheiro... Na verdade precisava de um pouco de tempo para criar coragem, afinal estava prestes a transar com um estranho, coisa que jamais havia sonhado fazer! Mas já tinha chegado ate ali, e não ia parar agora. Sai do banheiro decidido.
Jason já havia fechado todas as cortinas, e estava deitado na cama, sem sapatos. Tirei os meus, e minha jaqueta, e fui ao encontro dele. Subi em cima dele, como se fosse cavalgar, meu pau duro encostado no dele, e me abaixei para beijá-lo. Vi que ele relutou, e me disse que não curtia beijo, mas mesmo assim retribuiu. Bom, se não haveria beijo, melhor partir pros finalmentes! Tirei minha camisa, e depois a dele. Fiquei passando a mão em seu peito enquanto ele apertava minha bunda por cima da calça. Abaixei, beijei seu peitoral durinho, chupei seus mamilos, desci pela barriga definida, e cheguei ao seu volume. Pausamos para nos livrarmos de sua calça, que tirou junto à cueca ficando completamente pelado. Que pau lindo! Nunca tinha visto um sem prepúcio, estava louco para experimentar. Tirei também minha calça e fiquei só de cueca, vermelha e apertada que deixava minha bunda ainda mais apetitosa.
Subi em cima dele novamente, e ele esfregava o pau duro na minha bunda, enquanto apertava e passava os dedos pelo meu rego. Me disse, em inglês, pra me livrar da cueca, e eu o fiz. Agora seu pau estava em contato direto com meu cu lisinho, enquanto meu pau esfregava em sua barriga. Ele segurava minha bunda e fazia movimentos de vai e vem, esfregando seu pau em meu rego. Devido a seu tesão o pau babava muito, e sentindo aquele vai e vem meu cu piscava e pedia pica. Varias vezes a cabeça apontava na portinha, que piscava e permitia entrada, e pedi pra ele não meter ainda. Me abaixei e, antes de meter seu pau na boca, avisei sobre minha inexperiência, e ele disse que estava tudo bem, e comecei o boquete. Chupava deliciosamente aquele pau babado, e ele gemia feito louco, dizendo que não acreditava que eu tinha pouca experiência. Sei lá, talvez nasci com talento pra boquete?
Também quis um pouco de prazer oral, e subi em cima dele fazendo um 69, e coloquei minha bunda em sua cara. Ele entendeu o recado, e enquanto eu chupava aquele pau, abriu minha bunda com as mãos e lambeu meu cu. Era o que faltava para eu me entregar de vez, e a partir dai fiquei louco pra levar pica no rabo. Estava completamente nas mãos daquele macho, e pedi pra ele me comer. Sai do 69, me deitei de barriga pra cima, e ele veio sobre de mim... Pegou nos meus tornozelos, ergueu minhas pernas e as colocou em seus ombros, me deixando com o cu aberto pronto pra recebe-lo dentro de mim. Como não tínhamos lubrificante, ele passou bastante saliva no meu cu e em seu pau, que já estava bem melado. Eu estava louco de tesão, querendo ele dentro de mim, doido pra dar o cu a esse macho que nunca antes tinha visto.
Talvez devido à excitação, não senti dor nem incomodo quando a cabeça daquele pau grosso entrou em mim. Eu apenas gemi, e me abri mais a ele, que ia empurrando pau adentro, arrebentando minhas pregas. Meu cu não ofereceu resistência, apenas piscava e se abria, e logo senti o saco encostando-se à minha bunda. Ele gemia, olhava em meus olhos, dizia que meu cu era quente e apertado, e começou a ir e vir lentamente. Eu comecei uma punheta, o que fazia meu cu contrair e Jason gemer ainda mais, e pedi pra ele meter forte. Ele meteu, comeu meu cu como só um macho de verdade consegue. Não sei se é devido à idade e experiência, mas ele sabia usar sua ferramenta muito bem! Enquanto ele bombava, senti sim um pouco de dor, mas foi abafada pelo prazer que sentia. A saliva e o pau babão de Jason ajudavam a diminuir o atrito, e eu consegui aguentar aquele pau como uma verdadeira puta, e eu gemia como tal.
Quando estávamos próximos a gozar, já diminuindo a velocidade da foda, o celular de Jason tocou, e para o meu desgosto ele saiu de dentro de mim para atender. Não sei o que ele conversou, mas era algum problema de trabalho e ele ficou serio e completamente sem clima. Eu não sairia dali sem gozar, e disse isso a ele. Já que estávamos ali, por que não aproveitar e fazer direito? Ele sugeriu que eu gozasse sozinho só pra não ficar sem, e eu retruquei dizendo que punheta eu bato em casa, e que queria que ele me comesse gostoso. Então ele sorriu e me disse:
“Me chupa, então”
Prontamente, abocanhei o pau dele e chupei como um bezerro, e logo ele estava duro como rocha. Tentou me comer de quatro, mas estava doendo, então ele me virou novamente de frango assado, ergueu minhas pernas e meteu sem dó. Ele gemia alto e metia cada vez mais forte, ate que anunciou:
“Vou gozar!”
E eu disse:
“Vai, goza dentro do meu cu, me faz sua puta!”
Quando disse isso, Jason meteu seu pau ate o fundo, e urrava de tesão enquanto despejava seus jatos dentro de mim. Vendo ele naquela situação, e como estava batendo uma, gozei também, me melando de porra.
Ele saiu de mim e foi ao banheiro, e quando cheguei ate lá ele estava limpando o pau com uma toalha e logo estava se trocando. Me limpei rápido e me troquei enquanto ele me esperava sentado na cama. Quando estava pronto, ele se levantou e me deu um abraço apertado, e me agradeceu. Isso mesmo, me agradeceu! Rs
No carro conversamos um pouco, e ele me levou ate em casa. Quando sai do carro ele disse que queria me ver de novo, e eu, claro, concordei. Mantemos contato por um tempo através de mensagens, mas me sentia culpado por ele ser comprometido e acabamos perdendo contato. Foi uma foda incrível, uma grande maneira de conhecer uma nova pessoa, de ter alguém novo dentro de mim. Não me arrependo, curti bastante e foi uma ótima experiência.
Quase 4 anos depois reencontrei Jason, agora solteiro, e não mais tão machão. Em breve publicarei um conto onde relatarei minha segunda foda com ele, e como o macho virou puta em minhas mãos. Ate lá!