O Negão da Praia

Por: Isabella 24/07/2026 2 leituras
Capa do conto

Olá! Meu nome é Isabella, tenho 30 anos e sou casada com Breno, da mesma idade. Nos conhecemos num site de namoro e fiquei fascinada por ele, pela forma que conversávamos, pelos bons papos nas madrugadas, pelas mesmas opiniões… Marcamos de sair e, digamos que foi meio decepcionante quando o vi pela 1ª vez.

Confesso que esperava um rapaz alto, com um corpinho maneiro, nem precisava ser saradão… Mas me apareceu um homem menor que eu, pernas finas e barrigudinho, orelhas enormes e óculos que, de longe, dava pra perceber que o grau era altíssimo. Muito diferente de mim, branca do cabelo liso e ruivo e dos olhos azuis, que sempre foi grandona, no estilo “gordelícia” (que de gorda não tinha nada, era apenas por eu ser “grande demais” para os padrões).

Mas resolvi dar uma chance a ele, que correspondeu super bem e cá estamos, super bem casados. Até a página 2. Breno é muito ruim de cama, tem um pau médio e fino e goza rápido. Eu fico decepcionada sempre, mas não tem o que fazer a não ser me aliviar com outras coisas. Nunca com outro homem…

= X =

Era um domingo ensolarado, então resolvemos ir à praia. Chegando lá, obviamente já fui o centro das atenções, mas não dei bola. Dei a mão ao meu marido e fomos procurar um local para ficarmos bem. Achamos um lugar bom e nos ajeitamos. Cerca de uns 5 minutos depois, porém, apareceu um negão que mudaria aquele domingo.

O mesmo fincou seu guarda-sol na areia e se virou para o mar.

- Caralho! Que diazão lindo! - gritou.

Como que num impulso, o mesmo se virou e pediu perdão ao meu marido pelo palavrão dito. Eu, que estava deitada de bruços para pegar um solzinho, pude notar uma imensa protuberância em sua sunga branca, enquanto ele conversava com Breno. Após essa pequena confusão, pedi para que Breno passasse protetor em mim, o que foi prontamente atendido. Senti que o negão havia ido embora, então fiquei mais a vontade com meu marido.

Só que, como toda vergonha é pouca, Breno ficou de pau duro na praia, enquanto alisava minha bunda imensa.

- Amor, o que é isso?
- Desculpa Bella, me empolguei um pouco…
- Melhor a gente ir embora, antes que alguma coisa errada aconteça aqui.

Antes de se levantar para irmos, pude notar o negão voltando do mar. E, realmente, aquele homem era um deus de ébano. Ele era enorme, todo sarado e com uma tatuagem fechando o braço direito. Como havia saído da água, sua sunga estava um pouco transparente. E pude ver mais um pouco daquele belo pedaço de carne. Ele vinha em nossa direção e, a cada passo que dava, ficava cada vez maior.

- Esqueci de me apresentar para vocês. Me chamo Gerson, tenho 34 anos e moro nesse apartamento aqui em frente. - disse, apontando para o prédio.
- Prazer, Bella. - disse, dando lhe um abraço só pra sentir seu volume. - Esse é Breno, meu marido.

Os dois apertaram as mãos e Gerson disse que Breno era um homem de sorte por ter se casado comigo. O mesmo ofereceu seu apartamento para nós tirarmos a areia da praia do corpo, o que foi concordado de imediato por Breno. Fomos para o prédio e, antes de irmos ao apartamento de Gerson, Breno me chamou para uma conversa em particular.

- O que? Você tá maluco? Não posso aceitar isso vindo do meu marido…
- Bella, eu sei que eu não te satisfaço na cama, eu sei disso. E eu vi como aquele negão te comeu com os olhos desde quando chegamos aqui…
- Mas eu não quero te trair, Breno. Eu me satisfaço com outras coisas…
- Amor, eu sei que você quer muito dar praquele negão. E eu também quero isso, sempre tive essa vontade de ver outro fudendo minha esposa. É por mim e por você…

Subimos para o apartamento e tocamos a campainha. Gerson já apareceu apenas com a toalha pendurada na cintura e nos convidou para entrar. Pediu para que meu marido ficasse à vontade.

- Breno, tem certeza disso?
- Pode ir fundo, amor…

Breno deu o aval, se sentando no sofá, com uma bebida na mão. Já eu e Gerson começamos a nos beijar freneticamente no sofá em frente. Breno permaneceu quieto no sofá, assistindo tudo, enquanto eu estava ajoelhada, segurando uma piroca preta imensa, grossa e veiuda. Comecei a chupar aquele monstro, que ainda estava mole, e que começou a endurecer na minha boca.

- Isso, chupa o negão aqui, vai. Chupa enquanto seu maridinho corno assiste tudo…

Tirei meu biquíni e voltei a sugar a rola de Gerson. Breno ficou de pau duro e começou a se masturbar. Gerson me pegou pelas pernas, me jogou para cima e começou a lamber minha xota. Aquilo foi delicioso… Em seguida, o negão me colocou de costas no sofá e começou a penetrar na minha buceta.

Seu pau era grande e grosso, e eu fazia caras e bocas a cada centímetro que entrava. “Puta que pariu, que piroca imensa. Tá me rasgando toda, mas não tem como não me arreganhar pra esse preto. Quer saber? Foda-se!”

- Enterra essa piroca, negão… - disse, baixinho em seu ouvido.

Essa foi a deixa. Gerson começou a meter forte na minha buceta, enquanto eu gemia e gritava de prazer. Breno veio para o sofá que estávamos e me agarrei a ele, enquanto Gerson penetrava cada vez mais rápido e forte.

- Isso negão. Ensina pro meu corninho como se fode uma buceta, vai caralho…

Depois, Gerson me pegou pelo colo e meteu no meu cuzinho. Peguei a cabeça de Breno e enfiei na minha buceta, para que ele lambesse enquanto meu negão fodia meu cu sem dó. Por fim, fiquei de 4 e Gerson voltou a estocar forte em mim, anunciando que ia gozar rapidamente. Gozamos juntos, eu, meu marido e Gerson.

No caminho, perguntei para Breno se ele realmente tinha gostado de ser corno. Ele disse que amou e quer me ver com mais homens. Mas Gerson sempre ficará marcado no meu coração. E na minha buceta também...

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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