Negro, pobre, com 48 anos e sem qualificação profissional, aceitei a proposta pra ser caseiro numa chácara , no interior do Rio.
Dr. Álvaro, o patrão, era um setentão viúvo e todo fim de semana recebia a visita de sua filha Andreia e seu neto Yago de 10 anos.
Yago era um garoto lindo, parecia um anjinho com seus olhos azuis ,cabelos louros cacheados e pele muito branca. Seu jeitinho meigo, quase feminino e bundinha carnuda, era o q mais chamava minha atenção.
A chácara era enorme e isolada, como não havia crianças na redondeza, era comigo q Yago conversava, enquanto eu trabalhava em meus afazeres.
Sempre q chegava , as sexta feiras, corria a minha procura, pra conversar , assim, criamos um vínculo de amizade e confiança.
Ali , afastado de tudo, sem mulher, eu me satisfazia na base da punheta e a proximidade daquele garoto me excitava, com seus olhinhos maliciosos e perguntas curiosas. Certo dia, enquanto eu capinação, apenas de shot e sem camisa, ele me olhava, sentado numa pedra, quando perguntou se eu tinha mulher. Parei de capinar e respondi:
--- tenho não, sou muito feio
--- eu não acho vc feio
Seus olhinhos estavam voltados em direção ao meu pau. O short molhado de suor, deixava evidente o volume da minha pica, q logo deu sinal de vida com sua observação.
--- vc é lindo, deve ter muitas namoradinhas --- disse, colocando a mão sobre a pica, pra aguçar sua curiosidade.
--- não ligo pra meninas, são muito xatas--- respondeu ,com um trejeito delicado, sem tirar os olhos do meu cacete, q já estava duro.
Ali tive a certeza q Yago era uma frutinha pronta pra ser consumida, mas logo me contive, não podia correr o risco de perder aquele emprego, então voltei ao meu trabalho, tentando ignorar o guri
Foi no dia seguinte, pela manhã, q Dr. Álvaro me pedia pra ensinar seu neto a montar. Yago estava eufórico, sorria animado, ansioso por andar a cavalo. Era um dia quente de verão e Yago , sem camisa, vestia apenas uma sunguinha branca, q deixava sua bundinha carnuda ainda mais atraente. Seguimos até a baía, onde coloquei o estribo numa égua bem mansa. Depois de colocar um tapete sobre seu dorso, mandei Yago montar. Ele sorriu nervoso e com medo, dizendo, com sua voz fina:
--- me ajuda , né... eu não alcanço !
Me posicionando atrás dele, e com as duas mãos eu sua cinturinha, aproveitei pra encostar a pica em sua bundinha, antes de ergue-lo, depois montei a sua frente e seguimos devagar, com o garoto medroso agarrado em minha cintura.
Já estávamos bem afastados, quando senti suas mãozinhas entrelaçados em meu corpo, escorregarem e logo seus dedinhos estavam sobre meu pau. O safadinho era de fato malicioso.
A égua seguia devagar,a estreita trilha , e logo seu mão estava pousada sobre meu pau duro e latejante. Seguimos calados , como se nada estivesse acontecendo, até q entrei pra outra trilha dentro do mato, e perguntei se ele queria vir na frente.
--- uhumm --- respondeu dando um leve aperto na minha rola
Rapidamente passei ele pra minha frente. Praticamente, sentado no meu colo, Yago se curvou sobre o pescoço do animal, deixando sua bundinha empinada sobre minha pica dura. O tesão era enorme, eu já estava quase gozando, quando parei sob uma árvore frondosa, ao lado de um córrego. Assim q desmontei, peguei Yago por trás e seu corpinho deslizou sobre o meu. Sua bunda deslizou por meu peito, barriga e parou sobre meu pau. O safadinho nas pontas dos pés , curvou o corpinho pra frente, forçando a bunda contra minha jeba, enquanto meus dedos presionavam seus mamilos entumesidos.
--- quer ser meu namoradinho? --- perguntei, erguendo seu corpo e beijando seu rostinho ,ao mesmo tempo alisava sua bundinha.
--- uhumm !
--- mas ninguém pode saber, vai ser nosso segredinho. Promete ? --- perguntei, já com o dedo em seu cuzinho quente e apertado
--- prometo !
Depois de amarrar a égua, perto do córrego, levei Yago pra trás de umas enormes pedras,mais acima. Ali escondidos, desci o short, expondo meu cacete duro aos olhos arregalados do garoto, q exclamou:
--- pô Renato... Q pirocão !!!!
--- gostou? ... Pode segurar !
Sua mãozinha quente logo agarrou meu pau, então beijei sua boquinha com ternura. Durante o longo e delicioso beijo, Yago me masturbava e eu socava o dedo em seu cuzinho, depois me sentei numa pedra e pedi:
--- vem...da um beijinho no meu pau !
Imediatamente, Yago se ajoelhou entre minhas pernas e iniciou um delicioso boquete. Estava claro q aquele garotinho de 10 anos, já tinha feito aquilo.
Cheirei o dedo e senti o odor delicioso daquele cuzinho infantil. Salvei o dedo , sentindo o sabor amargo, e novamente introduzi em seu buraquinho. Desta vez o dedo deslizou todo,suavemente.
Yago gemeu baixinho, empinando a bundinha.
Enquanto ele mamava, eu fudia seu cu com o dedo, assim, em 5 minutos, enchi sua boquinha de porra.
Ao sentir as golfadas de leite, ele tirou a boca da pica pra não engasgar e recebeu 2 jatos no rostinho.
Sorrindo, Yago correu pra água e foi lavar o rosto
Quando voltou, puxei ele pro meu colo e nos beijamos novamente. Só então perguntei, se ele já tinha feito aquilo.
--- sem nenhuma timidez ou constrangimento, Yago ajeitou a bundinha sobre meu pau babado, respondeu:
--- beijar, é a primeira vez, mas já chupei o piru do meu primo Thiago.
Thiago já tinha vindo ao sítio algumas vzs, era um guri esperto de 13 anos.
--- vc deu o cuzinho pra ele ,tbm?
--- uhum...mas foi só duas vzs !
Estava esplicado, como meu grosso dedo tinha entrado todo em seu cu.
--- vai deixar eu comer seu cuzinho tbm?
--- não sei... Seu piru é muito grosso, vai doer !
--- vou botar bem devagar, se doer vc avisa, tá bem ?
--- tá... Mas passa cuspe, igual o Thiago faz !
Meu pau já dava sinal de vida, dentro do seu reguinho, então peguei o tapete sobre a égua e forrei no chão e pedi:
--- fica de quatro, empina bem a bundinha !
O viadinho obedeceu. A bela visão daquela bunda carnuda e lisa, fez meu pau latejar. Ajoelhei atrás , abri suas nádegas e vi o cuzinho vermelho piscando. Logo cai de língua, fazendo o guri se arreganhar todo, suspirando de prazer.
Depois de deixar seu anelzinho bem salivando, cuspi na cabeça da caceta, pincelei na portinha e pedi:
--- relaxa...abre bem o cuzinho !
--- Yago abriu mais as pernas, apoiou a cabeça no tapete e abrindo o cu com as mãos , perguntou:
--- assim tá bom?
Era um viadinho obediente e sabia bem como dar o cuzinho. Devagar fui forçando a entrada, meu pau mede 18×6 cm e a cabeça foi abrindo espaço, no buraquinho apertado, até deslizar toda pra dentro.
--- aaaiiii...hummmm... pára, tá doendo !!!
Parei de empurrar, e alisando sua bundinha, vi o anelzinho arreganhado, precionando meu cacete. Por alguns segundos fiquei ali, acariciando seu corpinho até q se acostumasse com a trolha. Olhei pro seu rostinho, estava com os olhos fechados e a boca entreaberta, seu semblante não era de dor, mas sim, de prazer.
Devagar, reiniciei os movimentos, fazendo a pica entrar mais um pouco. Yago gemia baixinho sem tirar a bunda da rola. Já tinha entrado a metade, quando iniciei um vai e vem mais acelerado.
Seus gemidos se transformaram em gritinhos histéricos.
--- aaiiiii...devagar...iissss tá doendo, acaba logo!!!!?
--- desta vez não deu pra parar, o tesão era enorme.
--- calma mozinho...guenta, já vou gozaaarrrrr!!!
Segundos depois enchi seu cuzinho de leite. Por alguns segundos ficamos ali engatados, só depois de esvaziar totalmente o saco, tirei a pica e do cuzinho arrombado, escorreu uma gosma vermelha de porra, misturada com sangue. Eu tinha acabado de estuprar o mulek.
Enquanto ele lavava a bunda no córrego, Yago fazia caretas, reclamando.
--- pô... Tá ardendo muito, vc me machucou !!!
Balancei a pica semi dura e babada, e sorrindo , disse:
--- mas bem q vc gostou, né safadinho!?!?
Com cara de putinha, ele olhou pra minha rola e mordendo os beiços, murmurou:
--- uhumm !!!
No caminho de volta a chácara, fui fazendo recomendações, sobre nosso segredinho e Yuri mas uma vez prometeu não contar. Nos despedimos na baía com um selinho e ele saiu saltitante pro casarão.
Passei o resto do dia e a noite apreensivo e foi só no domingo pela manhã, quando eu aspirava a piscina, vi Yago vindo com a mãe. Gelei de medo, mas assim q se aproximaram, Andreia abriu um sorriso simpático, e me agradeceu dizendo q Yago tinha adorado o passeio a cavalo.
Aliviado, afaguei os cabelos dele, dizendo q ele era um garoto muito especial.
O safadinho sorriu, com um olhar conivente e veio me dar um abraço.
--- mãe, vou ficar aqui com o Renato !
---melhor não filho, vc vai atrapalhar ele trabalhar !
--- pode deixar D.Andreia, ele vai me ajudar dar água prós animais !
--- tá bom... Obedece o Renato hein, Yago!?--- ela disse, voltando pro casarão
Assim q chegamos na baía, fui logo agarrando e beijando a boquinha do mulek. Alisando sua bundinha , perguntei?
--- o cuzinho ainda dói?
--- ainda arde muito !
--- tá bom... então hoje vc vai só chupar !
Sentei num fardo de feno e mal coloquei a pica pra fora, Yago veio como mosca no mel. Enquanto ele mamava , eu vigiava o casarão ao longe, onde Dr.Alvaro e a filha tomavam café na varanda.
Depois de chupar por uns 15 minutos, anunciei o orgasmo:
--- vou gozaarrrr...engole tudo!!!
Dessa vez , Yago sugou toda a gala, até a última golfada.
Depois q tirou a boca , fez careta reclamando:
--- hummmm... Gosto ruim !
Sorri, e beijei sua boquinha gosmenta, sentindo o sabor da minha própria porra.
--- semana q vem, vou comer seu cuzinho novamente, tá bom ???
--- tá bom !--- respondeu, com cara de safadinho , ainda com a mão no meu cacete.
--- agora vai, pra sua mãe não desconfiar. --- disse fazendo o sinal de "bico calado".
Experto, Yago repetiu o sinal, e saiu correndo, de encontro a mãe.
Na semana seguinte, foi tudo melhor do q eu imaginava.
Mais fica pra o próximo conto.