O Novinho virando minha Putinha

Por: alberto-coelho-934 24/07/2026 2 leituras
Capa do conto

Olá a todos! Eu sempre entro aqui no site para ler algum conto, mas hoje eu vim aqui escrever um. Se tiver algum erro ou estiver mal escrito, peço que me perdoem, pois é a primeira vez que escrevo.

Em primeiro lugar, gostaria de informar que sou trans. Se você não gosta, nem perca seu tempo. Agora, se você gosta de ler contos eróticos bons, independentemente da opção sexual, você está no lugar certo.

Como informado acima, sou trans. Mas não faço programa ou algo do tipo. Morena dos cabelos cacheados grandes, tenho os olhos verdes e sou toda tatuada. Uma cintura fina de academia, com uma bunda bem grande, redonda e dura, um par de seios bem grandes, redondos e duros também e um maravilhoso pau de 21cm.

Não tenho rede social, apenas o Instagram. Por lá que eu interajo com quem me segue, sempre postando fotos, fazendo stories destacando meus peitos, etc. Por consequência, recebo muitas mensagens, pois todos os homens me achavam uma mulher. Muitos elogios, fotos desnecessárias de pirocas e por aí vai. Um dia, eu tinha colocado uma caixa de perguntas e, obviamente, um monte de elogios, perguntas engraçadas, perguntas picantes, etc, mas um elogio específico me chamou atenção. Compartilhei a resposta com algum dizer engraçado.

Passado algum tempo, aparece uma notificação no meu celular. Peguei para ver de quem era a notificação e era de quem eu havia compartilhado a resposta.

“Eu coloquei alguma coisa que te ofendeu?” - ele perguntou e eu dei uma risadinha.
“Não, meu amor” - respondi educada.
“Ah, que susto. Achei que tivesse colocado alguma coisa que te ofendeu…” - antes que eu pudesse responder ele complementou. - “Obrigado por me responder. E por favor, para de ficar colocando coisas em cima dos seus peitos. Isso não é coisa que se faz…”

Vi essa mensagem e dei uma gargalhada alta. “Olha só a audácia desse punheteiro, mas pelo menos ele foi corajoso...”, pensei e mandei um vídeo dos meus peitos com um beijinho no final. Não demorou muito para que ele respondesse.

“Puta que pariu, eles são perfeitos! Já salvei o vídeo para mais tarde…”
“Safadoooo!” - respondi.
“Safado nada, ninguém mandou você me enviar essas duas maravilhas aí”

Passado uma semana depois disso, já estávamos bastante íntimos. Tudo que eu colocava no Insta ele elogiava e eu respondia. Conversamos sobre todos os assuntos possíveis e imagináveis e acabei descobrindo que ele morava perto de mim, então marquei para nos encontrarmos no meu apartamento.

“Antes de você vir pra cá, preciso saber de uma coisa” - perguntei.
“Pode perguntar que eu vou responder” - ele falou.
“Você tem quantos anos?”
“Tenho 18 anos. Achou que eu fosse menor de idade né?”
“Óbvio, não quero ser presa por causa de um pirralho”
“Em relação a isso você pode ficar tranquila. Mesmo que eu fosse menor de idade, eu não ia falar nada pra ninguém”

Chegado o dia do “encontro”, eu estava um pouco ansiosa. Com 26 anos, era a primeira vez que eu ia transar com um novinho. Deixei tudo preparado, tomei um banho relaxado, coloquei uma calcinha de renda e um roupão por cima, deixando meus peitos um pouco à mostra. Ouvi o interfone tocar e era o porteiro avisando que ele tinha chegado, então permiti que ele subisse. Não demorou muito para ouvir o barulho da campainha.

- Olá meu bem, seja bem vindo. - disse, dando um beijo em sua bochecha.
- O-oi, t-tá bom. Eu v-vou en-entrar… - ele respondeu um pouco nervoso, me beijou na bochecha também e se sentou no sofá.
- Você bebe? - perguntei oferecendo uma bebida e ele recusou, dizendo que não bebe.
- Você fuma? - perguntei acendendo um baseado e ele fez com a cabeça que não, de novo.
- Ei, chega mais perto. - sentei no sofá e fiz um sinal com o dedo para ele se aproximar, o que foi prontamente atendido. - Relaxa cara, por que você está assim tão nervoso?
- É porque essa é a minha primeira vez com uma mulher, por isso o nervosismo. - ele disse, olhando fixamente para os meus peitos.
- Relaxa se eu tirar meu roupão? - perguntei e ele respondeu que sim.

Tirei meu roupão, mostrando meus enormes seios para ele, que veio pra cima de mim, meio sem jeito e começou a chupar meus mamilos. Pedi para que ele começasse a se despir e ele, timidamente, começou. Não era um deus grego, mas tinha seu valor. O corpo bem definido com uma barriga tanquinho, o rosto bem moldado com uma barba por fazer e o mais importante, sem pêlos no corpo.

- Quantos centímetros você tem? - perguntei assim que ele tirou a cueca.
- 14 centímetros… - ele disse com um olhar triste.
- Hm, bom saber que o meu é maior… - eu falei e ele me olhou com uma cara de dúvida.
- Como é? Quer dizer que você…
- Sim, isso mesmo, eu sou uma trans. - disse, tirando minha calcinha e mostrando minha piroca totalmente dura. - E aí, vai encarar ou não?

Ele relutou, mas se ajoelhou e começou a me chupar enquanto se masturbava. Não forcei meu pau na sua garganta pois era a primeira vez dele e não queria desagradá-lo, apenas o deixei aproveitando, enquanto fumava meu baseado. Invertemos a posição e chupei seu pau. Como não era grande, consegui engolir todo e fiz ele gozar na minha garganta.

- Caralho… Sua boca é… muito boa… - disse ele ofegante.
- Gostou bebê? Também gostei muito da sua boquinha. Mas a nossa festinha ainda não acabou…

Fui ao meu quarto e peguei um lubrificante que estava em cima da cômoda. Passei por toda extensão do meu pau e também no seu cu. Peguei ele no colo o beijando e sentei no sofá, com ele virado para mim.

- Você tem certeza que quer continuar com isso? - eu perguntei.
- Sim, eu quero. - ele respondeu masturbando meu pau.
- Então tá bom. Quando entrar, não adianta chorar.
- Mete logo essa piroca no meu cu, sua puta. - ele falou mordendo os lábios.

Como meu pau e seu cu estavam lubrificados, não precisei forçar o movimento. Com o pau já dentro de seu cu, ele começou a cavalgar, enquanto eu masturbava sua piroquinha.

- Oh, caralho. Isso é muito bom, seu pau é maravilhoso. Enfia mais no meu cuzinho, vai. - ele disse, aos gemidos.
- Tá gostando, sua putinha? - perguntei enquanto forçava mais seu quadril para baixo. - Vou te fazer minha mulher, você vai ser a minha bonequinha a partir de hoje.
- Ain caralho, isso. Eu vou ser sua putinha, eu vou ser o que você quiser. Eu só quero esse pau no meu cu todos os dias…
- Então você vai ter a minha piroca todos os dias, seu puto. - disse e o puxei para um beijo na boca.

Depois disso, o coloquei de quatro no sofá e continuei metendo forte, enquanto ele gemia e gritava de prazer. Por fim, sentindo que ia gozar, o ajoelhei no chão e vários jatos de porra atingiram seu rosto. Deitei fraca no chão e deixei que ele gozasse nos meus peitos, com ele se jogando em cima de mim depois.

- Porra, isso foi maravilhoso. Obrigado por ter tirado o cabaço do meu cu. - ele disse.
- Não foi nada, meu gatinho. - respondi lhe dando um beijo. - E outra, quando eu disse que você vai ser minha putinha a partir de hoje, eu não estava brincando. - disse, esfregando seu rosto. - Eu vou te fazer uma mulher.
- E eu tô doido para ser sua putinha de estimação, minha deusa… - ele disse, me devolvendo o beijo.

Transamos mais vezes até o dia clarear. Ele saiu do meu apartamento com o cu doendo, mas tenho certeza que ele aprendeu a ser minha putinha...

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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