O parrudão da balada

Por: patricia-391 • 06/07/2026 • 488017 leituras
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Agradeço sugestões de como melhorar os textos em minha DM! Tudo o que posto aqui é real.

Tenho 40 anos (dizem que pareço ter menos), peludo, magro com barriguinha, peitinhos grandes. Não acho que minha bunda tem nada de mais, mas já ouvi algumas vezes que tenho o cu perfeito pra meter, então acredito...

Hoje vou contar sobre como uma ficada numa noite evoluiu para algumas fodas gostosas e a descoberta de um fetiche em comum.

Estava numa balada com amigos, sem maiores pretensões além de me divertir e dançar. Quando fui ao banheiro, vejo de longe um cara muito bonito olhando pra mim e com um leve sorriso, mas não dei muita importância; afinal, ele poderia estar olhando só na minha direção, ou nossos olhares terem se cruzado sem querer.

Quando saio do banheiro, ele está mais perto - na porta - e me olhando mais fixamente e sorrindo mais ainda. Aí percebi que era pra mim mesmo (sou lerdo para essas coisas e sempre acho que estão me olhando por qualquer motivo, menos por me acharem bonito).

Nos aproximamos e começamos a nos beijar e abraçar imediatamente. Sem palavras, sem nomes. Ficamos até ele ir embora - dali a uma hora, uma hora e meia - envolvidos um com o outro, sem prestar atenção a mais nada. Ele parecia um polvo com mil mãos e braços - e que braços, pois é parrudão, estilo jogador de rugbi. Em determinado momento ele enfiou o dedo em meu cuzinho e, dias depois, disse que gozou fazendo isso (eu não havia percebido). E continuava me beijando. Minha língua e maxilar estavam cansados, mas estava gostoso demais.

Quando ele precisou ir, trocamos contato de celular e algumas horas mais tarde, já em nossas casas, conversamos um pouco e após alguns dias nos encontramos para uns dois dates (num deles ele tb gozou, só de nos abraçarmos; essa eu percebi na hora).

Até decidirmos ir para o motel. Até lá, já tínhamos trocado nudes e ele sempre mencionando como admirava a maciez e delicadeza de minha pele e meu toque (ele já tinha visto e sentido em pessoa, né) e também de meus pés e mamilos, já que ele tem esse fetiche.

No motel, ele:
- seus pés são exatamente como eu imaginava. Macios, rosados, perfeitos. Assim como seus peitinhos.

Percebi que ele tinha um lado dominador, macho, o que fez aflorar a fêmea que existe em mim.

-Quanto mais fino vc geme, mais excitado eu fico.

Cada vez mais entregue a ele, cada vez gemendo mais fininho, o que o excitava a respirar e meter como um búfalo ou touro. Gozou três vezes daquela vez. Foi uma delícia ser fêmea dele e acho que foi a primeira vez em que me senti à vontade com esse papel. Depois vieram mais, como verão em meus outros contos...


Sua imaginação também tem espaço aqui.

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