Ficaram trocando o pneu e eu fui fazer a volta, nesse meio tempo meu amigo saiu e ele ficou ali para me avisar que ele havia ido embora já, me perguntou onde eu estava no parque, e disse que estava com uns amigos bebendo, a princípio ele não havia me chamado atenção, até ele subir na moto e tirar a camisa: um macho alfa, todo peludo! Eram uns pêlos grossos, que estavam pelo peito, pelas costas, pelos braços, uma tentação pra quem tem fetiche em macho peludo. Ligou a moto e perguntou se eu não queria ir ver ele correr na pista, topei.
Ele foi pra pisca, colocou a camisa de corrida e deu duas voltas, estava achando aquilo chato, e levantei pra ir pro meu povo.
“-cara, vou voltar, os caras estão me esperando já!”
“-calma, eles têm tempo anda, aproveita o momento aí, tu curtes fumar um baseado né? Já vi vocês mais vezes por aqui!”
“-sim, a gente gosta!”
“-então, ali na mesa perto do banheiro está minha mochila, vai ter uns três baseados ai, pode pegar e acender.”
Fui na mesa, abri a mochila, e estava num saquinho três baseados bolados, e dentro da mochila, havia gel lubrificante, cueca, e um pau de borracha. Fingi que não havia visto aquilo, sentei no pé da pista e esperei ele terminar de correr. Quando terminou, chegou do meu lado, e disse:
“-esse baseado aí, tem raiz? Passa pra cá!”
Eu estava imaginando-o usando aquele pau de borracha, um macho daquele, usando um pau de borracha!
Levantei e entreguei o baseado pra ele, deu umas duas bombadas e me passou, foi em direção a mochila, sentou na mesa, e ficou me olhando.
“- viu o que mais tinha aqui dentro?”
“-é, percebi que havia mais coisas ai.”
“-é meu brinquedinho, pra quando fico chapado!”
“-legal, mas...”
Não terminei de falar, ele saltou pro meu lado, e me deu um beijo, forte, grosso, do jeito que eu goto.
“-quando tô chapado o tesão fica alto, e quando não tem um rabo pra comer, eu mesmo me como!”
Perto da mesa havia um banheiro desses de camping, me puxou pelo braço e logo na entrada já abaixou as calças:
“-mama ai! Mama esse macho!”
O pau dele não era grande, uns 14 cm, mas muito peludo, estava meia bomba, então enfiei tudo na boca.
“-o cara sabe mesmo chupar! Já chegou metendo tudo na boca!”
Deixei-o bombar o pau na minha boca até ficar completamente duro, aí fui alisando a cabeça, bem de leve, deixando-o latejar, era nítido que ele estava gostando, o pau babava muito.
“-que pau babão!”
E chupei mais um pouco, engolindo toda a baba daquele pau!
“-vai viado! Chupa o macho aqui!”
Fiquei chupando aquele pau, e ele gemendo, então levante e dei um beijo na boca, que estava todo lambuzado daquele pau.
“-sente o gosto do teu pau na minha boca! Sente!”
Não sei se é porque ambos estávamos chapados, mas a sensação era muito boa. Puxei-o em direção as cabines de chuveiro, e ficamos pelado, ele era todo peludo, as pernas, a bunda, todo!
“-que bunda gostosa! Toda peluda!” falei ao ver aquele rabo bem duro.
“-entra nele, entra com a boca nele!”
Ajoelhei e comecei a lamber aquele rabo, ele gemia muito, estava ofegante, deixei a língua bem dura e enfiei bem no cuzinho dele, ele se entregou, pedia mais, mandava enfiar o que conseguisse dentro do cu dele, enfiei um dedo, depois outro, e fiquei bombando os dedos dentro dele, que gemia alto e sem parar.
“ahhh fode meu rabo com esses dedos! Fode!”
Eu fiquei metendo o dedo naquele cu, tirando e colocando, e ele gemendo, o tesão estava alto entre nós.
“-cara, eu quero esse pau dentro de mim!”
Quando falou isso, coloquei-o de joelhos e o coloquei pra mamar.
Ele lambia meu pau, meu saco, engolia inteiro, fazendo garganta profunda, que delícia! Batia com meu pau na cara, a barba arranhando meu pau, era uma sensação boa demais! Ficou uns 20 minutos me chupando, quando meu pau começou a latejar, ficou de pé, se apoiou bem na parede, e disse pra meter sem dó!
Abri bem o pau, e dei uma cuspida no rabo, já que o gel havia ficado na mesa da rua. Enchi o cuzinho dele de cuspe, mirei na porta daquele rabinho e enfiei tudo de uma vez. Ele deu um grito, e um soco na parede, perguntei se queria que tirasse, disse que não, que ele tinha que aguentar forte.
Continuei bombando, e ele não gritava mais, só gemia, gemia feito uma putinha no cio, pedia mais forte, e eu fui metendo conforme ele ia pedindo, dei uma mordida nas costas dele, e ele pediu que continuasse.
“-vai morde mais! Pode morder com vontade!”
Dei outra mordida, dessa vez eixando marca, e logo em seguida dei um tapa forte naquele rabo.
“-então o machão gosta de apanhar?! Vai levar uma surra de piroca no cú e uma surra na bunda!”
Fui metendo e batendo nele, e ele pedindo cada vez mais, comecei a bombar mais forte, e senti que estava preses a gozar.
“-quer porra onde, heim putinha?”
“-goza dentro de mim vai!”
Comecei a bombar forte, joguei o peso do meu corpo contra ele, que estava pressionado contra a parede e meti rola nesse rabo peludo, até que não aguentei mais e gozei, enchi a camisinha de porra!
“-agora tira que eu vou gozar!”
Fiquei sentado no chão, ficando com o rosto na altura do pau dele, e ele batendo punheta, eu estava esperando a chuva de porra vir pra cima de mim, e ele foi gemendo mais alto, até que gozou. Foi um gozo forte, grosso, abundante, me encheu de porra, lambi o pau ainda gozando, e sento o gosto amargo da porra dele, depois de gozar, sentou no chão do meu lado, me deu um beijo, vestiu a cueca e foi buscar mais um baseado.
Ficamos ali sentados e fumando um bom tempo, quando vimos já estava querendo anoitecer, como ali era chuveiro, e funcionava, nos lavamos ali mesmo, me sequei com a camisa dele, e fui ao encontro dos meus amigos, que estavam me esperando.
Encontrei ele pelo parque de moto umas duas vezes, na última me parou e pegou meu contato, nos falamos frequentemente e vira e mexe vamos dar uma volta para transar chapados.