O PLUG! (7)

Por: fernanda-soares-842 08/07/2026 1236 leituras
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O PLUG! (7)

Olhei para trás com a minha bucetinha ja meladinha só de olhar pro pau dele, minha boca cheia de água, meus peitinhos doendo de tanto tesão e falei: - Gato!. Por favor, vai devagar tá? A partir daí senti sua tora negra forçando a portinha da minha bucetinha e de repente de uma só vez senti aquele pau grosso e e enorme me rasgando inteira e depois todinho dentro de mim. Me lembro de ter dado um grito, meus olhos escureceram, meu corpo amoleceu e quando dei por mim, estava nos braços dele e ouvi: - Carla! Carla! Acorda por favor! Assustada e sem me lembrar o que tinha contecido falei: - O que foi Lucio? Ele com cara de mais tranquilo, respondeu: - Puta merda! Que susto! Enfiei o meu pau na sua buceta e você desmaiou! Dai, eu morrendo de vergonha passei a mão no peito dele, beijei a sua boca e respondi: - Ai, Lucio me desculpa! Acho que não aguentei. Ele, passou as mãos no meu cabelo e disse: - Então, vou colocar bem devagarinho e você vai controlando! Voltei a ficar de 4 na cama e ele encostou a cabeçona na entrada da minha xaninha!
Fui me afastando bem devagarinho pra trás e senti quando aquela jeba começou a abrir os meus lábios vaginais. Parecia que eu ia ser rasgada. Ele segurou na minha cintura e me puxou devagarinho. Aquela coisa foi entrando. Senti apertar o meu estômago, rasgar a minha carne, rasgar as paredes da minha bucetinha, bater fundo no meu útero e uma grande dor, ardia demais, com tudo isso gozei. Eu gemi, e falei: - Minha nossa! É muito cacete pra mim!
Aos poucos aquela tora foi me alargando e a dor, só deu vez para o prazer. Eu me sentia toda preenchida, tomada e dominada! O Lucio segurando o meu cabelo falou: - Gozou, né puta? É sinal que a sua buceta já se acostumou com o meu pau! Eu mordia os meus lábios e fechava os olhos delirando em cada estocada que ele me dava, Não acreditava que a minha bucetinha estava dando conta daquilo, que delícia era dar pra ele.
Durante aquele vai-e-vem, eu disse - Nossa! Estou no céu! Obrigada por me deixar ser sua! E ele, feliz por estar me possuindo respondeu: - Eu é que ainda não estou acreditando que estou fodendo uma mulher como você! Linda, gostosa, cheirosa, uma buceta apertada, uma boca maravilhosa...tudo de bom!
Aos poucos, espetada naquele mastro negro, comecei a ensaiar uma rebolada e ele foi ficando doido, dizendo: - Isso, puta! Rebola no meu pau! As vezes, ele tirava da minha bucetinha me fazendo estremecer, batia aquela tora no meu bumbum e colocava de novo. Eu revirava os olhinhos, mordia a língua e ele me tratava como uma puta. Em seguida, ainda me comendo, enfiou o dedo polegar no meu cuzinho me fazendo dar um gritinho e gozar novamente. Eu, virei o rosto e perguntei: - O que você quer ai seu safado? Ele, se curvando por cima das minhas costas, disse no meu ouvido: - Adivinha? Quero esse cú, rosado apertado e gostoso! Eu, respondi: - Ai!, Lucio...você vai me deixar viciada em você desse jeito!
Ele, dando uma mordidinha no meu pescoço, disse: - Mas, é isso mesmo! Quero você viciada na minha pica, pra ser só minha! Mesmo que tenha que comer vez ou outra o seu corno, quero você muito! Comecei a rebolar mais ainda e gozei fazendo ele gozar também! Eu sentia as estocadas dentro de mim e ele gozando e me enchendo de porra quente, muita porra, ele parecia um touro.
Eu, gemendo falei: - Poxa! Você gozou! Estou encharcada de você! Ele, tirando aquele cacetão da minha xaninha, todo lambuzado de porra e ainda pingando, falou: - Chupa! Fica tranquila que tem mais! Quero muito foder o seu cú!
Enquanto ele trazia aquela tora toda cheia de porra para a minha boca e eu já começava a chupar, olhava pra ele, que fazia caretas de tesão, sentindo a minha bucetinha toda alargada e pensei: - “ MINHA NOSSA! O QUE SERÁ DO MEU CUZINHO? O MEU CORNINHO JÁ TINHA GUENTADO AQUILO E ESTAVA TODO DOLORIDO! SERÁ QUE ELE IA JUDIAR DE MIM TAMBÉM E ME DEIXAR ARROMBADA NO BUMBUM?”
Porém, percebi que enquanto eu mamava aquela vara enorme e grossa, com cheiro de macho e ainda dura...ela não amolecia. Eu mamava loucamente sedenta por aquele leite grosso, em uma determinada hora comecei a masturbá-lo e ele tirou a minha mão daquela tora e pediu pra eu só mamar. Então, eu fui engolindo aquela baita pica com uma gula desesperada e ele apenas segurando os meus cabelos e ajudando no movimento da minha cabeça que ia e vinha fazendo aquela tora entrar e sair da minha boquinha sedenta e deliciosamente quente.
Ele gemia e dizia: - Porra, loira! Se o seu cú for igual a sua buceta e boca vai me matar! Enquanto isso, eu chupava ele e via aquelas bolas enormes balançando pra lá e pra cá debaixo daquela tora negra. Ele, mais doido ainda disse: - Porra, loirinha! Você chupa pra caralho!
Quando ele viu que eu já tinha chupado bastante, me colocou de quatro e começou a cutucar meu cuzinho com a lingua e com os dedos, falando: - Que cuzinho rosado lindo! Vai ser uma delícia comer ele todos os dias.Mordi o travesseiro e esperei a entrada. Ele parecia o meu dono!
Ele deu uma lambida no meu buraquinho e quando senti aquele cabeção no meu cuzinho confesso que senti um "medinho, mas toda vez que ele forçava, eu sentia o meu cuzinho abrir e o pauzão escorregava e não entrava. Ele falou: - Ô cú apertado em loira! Vai esfolar o meu pau!
Quando ele se encaixou, de novo, eu senti que ele acertou o "alvo", pois, nem piscar o meu cuzinho eu conseguia. Ele começou a me puxar e o meu cuzinho começou a arder, parecia que estava pegando fogo, me rasgando, abrindo tudo!
Quando ele me puxou com força e aquele cabeção entrou, eu fui ao desespero: - Aaaaaaiiiiiii...tira....tira...tá me machucando amor, aaaaiiii!
Ele, puxou meu cabelo, deu um tapa na minha bundinha e falou: - Quieta, vagabunda, você queria, me dar esse cú, agora aguenta!
Eu gritava, chorava dava soco na cama, mas ele metia sem dó. Soluçando, eu disse: - Poxa gato! Vai devagar, esse meu buraquinho é de saída e não de entrada! Ele deu outro tapão no meu bumbum e falou: - Cadela! É de entrada sim! Você não tava usando aquele treco no cú? Se tava, é porque gosta de dar o cú!
Parecia que era um braço me abrindo o cuzinho ao meio. A dor era terrível, mas ele não parava e metia cada vez mais. Meu cuzinho foi arrombado, rasgado e ele só parou quando meteu a rola toda no meu rabinho. Quase desmaiei quando senti aquilo tudo tocando o meu intestino. Parecia que o pau dele iria sair pela minha garganta.
Ele não teve dó, e ainda deu uns tapas na minha bundinha dizendo: - Rebola pra o meu pau entrar, anda! Mexe essa bunda, sua puta do caralho! E foi metendo sem dó. Me chama de SEU MACHO, vai pede o meu pau! Eu ainda socando o colchão e chorando murmurei: - Aiiii..aiiiii..fica parado! Deixa pelo menos eu me acostumar! Então, ele parou se socar e ficou quieto. Fui sentindo aquela vara grossa e enorme só pulsando dentro do meu cuzinho. Tentei apertar aquilo com o meu buraquinho (que naquela altuta já deveria ser um buracão) mas, parecia que não sentia nada.
Ele disse: - Tá apertando o meu pau, né safada? É sinal, que esse cú tá no ponto! Em seguida, aquela rola enorme na minha bundinha, começou a se movimentar dentro de mim novamente. Já não doia tanto e eu me sentia um pedaço de carne espetada naquele mastro, dai falei: - Se você arrombar o meu cuzinho eu nunca vou te perdoar! Não sou puta, não tá? Levei outro tapão no bumbum e ele falou: É puta sim! Cadela! Biscate! Safada! Puta de corno!

Bjus
Continua

Carla

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