O primeiro conto da Ruiva

Por: Ana • 12/07/2026 • 134901 leituras
Capa do conto
Sempre gostei de uma foda, nunca neguei minha perversão sexual, me olho no espelho e me vejo puta sedenta e assim me identifico. Me chamo Ana e tenho 25 anos, como é de praxe falar sobre o corpo para q esses punheteiros leitores me imaginem, adianto que tenho 1.70 cm, longos cabelos ruivos, seios enormes e suculentos (que pesam em mim) e um bumbum considerável que atrai olhares. Não me acho bonita, me acho ousada e sou feliz com essa ousadia. Adianto ainda que o presente conto trata-se da minha história com meu professor de língua Latina que por coincidência é meu avô.
Ele se chama Padilha e sempre foi um avô distante, indiferente a minha existência, e totalmente dedicado a sua profissão de professor universitário.
Eis então que ingressei na universidade, justamente no curso de licenciatura em letras e meu professor era o dr Padilha, grisalho, de barba cerrada, alto e magro. Não vou dizer que ele me atraia, mas eu sentia uma espécie de ressentimento por toda indiferença dele em minha infância.
Durante as aulas, dr Padilha se mantinha indiferente, vez ou outra chamava minha atenção para não fumar no intervalo e coisas assim.
A trama de fato começou quando Padilha me reprovou em língua Latina e eu senti vontade de lhe mostrar o que minha língua era capaz de fazer. Então, antes de ir a faculdade, me depilei, coloquei meu corselet preto de renda, cinta liga e meia calça, não vesti calcinha. Uma saia social curta preta e uma blusa branca de botões que permitia a visão do espartilho, fiz uma maquiagem simples e passei um batom vermelho , pus meus óculos de graus e peguei um livro do Bukowski, meu avô adora Bukowski. Eu não estava vulgar, eu estava levemente sexy e culta como uma verdadeira puta inteligente.
Então fui pra última aula dele, onde entregaria o resultado final em mãos, que a nota já havia sido divulgada.
Chegando lá, sentei na frente, eu não queria provocar Padilha naquela hora, mas depois que ele entregou as avaliações, vez ou outra eu cruzava as pernas e ele dava uma leve olhada para o centro, obscuro que o impedia de ver que eu não usava calcinha.
Padilha era um professor rígido, mas eu era uma ótima aluna e não entendia minha reprovação, reprovação essa que sempre existiu desde minha infância.
Ao final da aula, fui ter com Padilha, falei que estava sem carro e se ele não poderia talvez passar pela minha rua, como um favor de avô para neta, ele concordou.
Peguei meus livros e me levantei da banca deixando que o livro de Bukowski caísse no chão para que Padilha ao se levantar, o pegasse.
E assim aconteceu, ao se abaixar para pegar o livro seus olhos disfarçadamente percorreram minhas pernas, talvez estivesse surtindo um desejo que ele não demonstraria.
_ Desde quando vc lê Bukowski, Ana?
_ desde sempre, professor.
_ele é ótimo, que bom que vc gosta, mostra que tem uma cultura aguçada.
_ obrigada professor.
_pode me chamar de avô, afinal o semestre terminou, e vc é minha neta, deixe para me chamar de professor no semestre que vem.
_ td bem
_Vamos para o carro, sua rua é meio longe da minha e eu não quero que vc chegue tarde.
_ td bem.
Entramos no carro, que era simplesmente um porsche cayenne daqueles em que você deseja trepar dentro.
Dentro do carro ele novamente olhou disfarçadamente para minhas pernas
_ você não sente frio vestida assim, Ana?
_ aqueles de sangue quente não tem frio, vovô.
_ vc tem razão, é nova, tem sangue quente, deveria estudar mais em vez de fumar cigarros.
_ eu não fumo com frequência, e na verdade não fumo cigarros, fumo charuto e isso só acontece quando estou estressada.
_ então quer dizer que vc se estressa antes das minhas aulas?
_ um pouco.
_ e ao que se deve esse estresse?
_ nunca serei uma aluna competente aos seus olhos.
Ele se calou.
Passamos alguns minutos calados e entramos num engarrafamento enorme na BR. Desabotoei um botão da blusa dizendo que sentia calor, ele olhou meu decote e tirou o olhar de repente, diminuiu a temperatura do ar.
Estávamos a dez minutos de engarrafamento.
_ quando tem esses congestionamentos, como você costuma fazer pra ir pra casa?
_geralmente durmo na casa de alguns amigos aqui de perto.
_ vamos esperar mais um pouco, se demorar, levo você pra o meu apartamento. Teria algum problema?
_ não.
A essa hora, olhei fixamente em seus olhos e isso me excitou um pouco.
Então fumei dentro do carro, estava nervosa, sentia um clima ardente e eu tentava me controlar.
_ se incomoda se eu colocar música, Ana?
_ claro que não.
E ecoou uma série de violinos que eu reconheci.
_ Vivaldi?
_ você costuma ouvir?
_ um pouco, geralmente quando estou nervosa.
_ você me surpreende! Eu geralmente tomo vinho quando estou nervoso.
_ vinho me excita, não gosto de tomar vinho sozinha. E o senhor, que efeito o vinho te dá?
E eu cruzei demoradamente as pernas e seus olhos as vestiram demoradamente também.
_ suas pernas, me excitam um pouco mais que o vinho.

Ele retirou o cinto de segurança e pôs uma mão em minha coxa. Eu o fitei maliciosamente.
_ minhas pernas são perigosas.
Ele então me puxou para um beijo delicioso e demorado, sua língua me dava ótimas sensações na boca, de modo que eu estava ficando molhada e estava sem calcinha.
_ vovô, aceita desistir desse engarrafamento e tomar um vinho comigo em seu apartamento?
_ você vai mostrar a esse velho professor o perigo que há nessas pernas?
_ posso mostrar agora se você quiser.
Então afastei lentamente uma perna da outra e ele se deparou com uma buceta rosada e totalmente molhada e sorriu.
_ é um pecado um avô deixar a buceta da neta molhada desse jeito, permita-me te secar.
E a língua doce dele foi de encontro ao sal da minha buceta, estava muito delicioso, eu com uma perna levantada por ele enquanto este se deliciava em mim, até que o carro de trás buzinou.
Ele saiu da minha buceta com a cara lambuzada e percebemos aí que o congestionamento havia acabado.
_ você pode me levar pra casa se quiser, vovô.
_ você está devendo um vinho a esse velho professor de latim. E você vai tomar esse vinho comigo.
Então flertamos até chegar no prédio dele.
No elevador ele arrancou minha blusa brutalmente.
Ao chegar no apartamento, eu pedi calma.
_ viemos tomar um vinho. Não tente tirar minha roupa antes da hora.
Então ele pegou um vinho chileno e apenas uma taça.
_ você não vai tomar vinho, vovô, cadê sua taça?
_ a minha taça é especial.
_ e qual é?
_ essa boceta deliciosa que você tem.
_ não me provoque.
_ é você vai fazer oq?
Puxei minha saia e derrubei Padilha em cima da cama com minhas pernas. Passei minhas pernas em volta do rosto dele e fui derramando vinho na minha boceta enquanto ele tomava.
Percebi que minha cinta liga o deixava mais inebriado, a língua dele era magnífica.
Parei.
Saí de cima dele e tomei sua calça.
Me surpreendi com oq saiu dela: um pau totalmente jovial, com um aspecto delicioso.
_ aninha, retribui o carinho que o vovô te fez vai?
Abocanhei aquele pau como se fosse o único da terra, olhei diretamente em seus olhos pra que ele visse que era bom e era de propósito. Pra que ele viesse que eu era gostosa e podia fazer o que quisesse.
_ vou gozar.
_ na minha boca por favor.
E eu engoli td e ele se manteve duro.
Enfiou três dedos na minha boceta e puxou meu corselet. Se deparou com seios enormes
_ sua puta gostosa.
_ sua puta gostosa.
_minha puta gostosa.
E mamou, lambeu e beliscou. Sua barba cerrada me deixava tonta.
_ vovô, mete em mim.
_ acenda um charuto. Quero te comer com vc fumando.
Eu obedeci.
Antes de meter, ele chupou mais uma vez minha buceta.
_ sua cadela vadia.
_sua cadela vadia.
_ vai apanhar pra aprender latim. Vai gemer no pau do vovô.
_ me come vovô.
E ele meteu com força, me batia, puxava meu cabelo enquanto eu fumava e gemia.
_ isso é pra você aprender a não andar sem calcinha. Já entrou no meu carro querendo me dar né?
_ e você, querendo me comer.
_ comer essa buceta deliciosa. Sua buceta é deliciosa.
_ seu pau é gostoso. Vou gozar vovô.
_ na minha boca por favor.
Então ele tirou o pau e enfiou a cara na minha buceta fazendo com que eu gozasse em sua língua.
E saindo todo lambuzado, ele me beijou novamente e acariciou o meu corpo.
Me chamou para uma valsa e começamos a dançar.
Sua barba cerrada rocava meu pescoço, e sua voz chegou ao meu ouvido.
_ quero comer esse cu.
Minha resposta se resumiu a uma risada malvada enquanto ele me suspendia e me comida de quatro.
Um vai e vem frenético começou de novo, cheio de tapas e ele gozou novamente, dentro de mim.
Adormecemos.
Na manhã seguinte acordei com ele mamando em meus seios. O café da manhã na cama e já havia me comprado roupas novas, e uma calcinha. Nós beijamos e fizemos um meia nove muito gostoso. Tomamos banho e ele me comeu na banheira. Voltamos para a cama e dormimos novamente. E quando acordei o apartamento estava vazio. Tinha uma caixa de chocolate e um cartão do lado:
" minha querida neta
Tive que pegar um voo e não quis te acordar.
Foder com você foi em todos os sentidos, um prazer.
Se cuida, e cuida dessa boceta pra mim.
Te como na reunião de família daqui a duas semanas, vá sem calcinha. E ainda tem o próximo semestre de aula.
Deixe a chave na portaria. Comprei algumas loungeries pra você, mandei entregar no seu apartamento.
Um beijo, em todo o corpo.
Vovô. "
E eu fui embora.

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