__Oh,primo? Eu, eu... - fingindo toda aquela surpresa, eu já estava a ponto de me enrolar na cortina tentando esconder a minha nudez. Até parece que era o que desejava fazer. Eu queria mesmo é deixa-lo me ver de corpo inteiro frente e verso e o que mais fosse. Estava afim de lhe dizer que o desejava e que se ele não me pegasse eu o pegaria, para poder saborear aquela delicia de pica. Ficamos nos mirando, eu pro dentro morrendo de rir, do teatro que formara e ele sem ainda guardar o pau dentro da calça, me olhava espantado. Por uns minutos, que para mim foram delicioso, pois não tirava os olhos de sua pica, ficamos ali parados. Por fim, com o pau amolecendo, ele caiu em si e se virando de costas saiu do quarto. Depois de muito rir e me achar merecedora de um OSCAR, me vesti e fui para a sala onde ele estava sentado no sofá, tendo várias malas por perto, onde estavam as mercadorias compradas. Com a maior cara de pau do mundo puxei conversa com ele.
__Me desculpe o receber daquela forma. Não sabia que você viria hoje e me coloquei a vontade já que estava sozinha.- disse sentando na outra ponta de onde ele estava.
__Ora, não tem nada que se desculpar. Na verdade eu é que tenho que agradecer. Não é todo dia que se chega em casa e se encontra deitada na sua cama, uma sereia. - disse me fitando, com um brilho bem malicioso no olhar.
__Humm,obrigada pelo elogio.
__Repito, quem tem que agradecer sou eu. Onde esta minha mãe?
__Foi até uma reunião das senhoras que auxiliam não sei o que por ai.Me convidou para ir com ela. mas achei que não tinha nada a ver comigo.
__Sorte minha que não foi.
__Seu bobo. Isso não se diz a sua prima.
__Mas, não disse nada de mais e na verdade eu tive sorte mesmo.Não quero esquecer o que vi.
__Homem é bicho besta mesmo. E se eu lhe disser que eu também fui privilegiada, o que você me diz?
__Não mais que eu, posso apostar.
__Perderia, meu caro.Te vi chegar e ficar me observando.
__Você estava acordada?
__Viu, como perderia?
Olavo, começou a rir e depois de me olhar demoradamente disse:
__Você sabe que eu sempre tive uma queda por você, não é?
__Desconfiava.
__Então, eu posso dizer que você me quer, tanto quanto eu te quero?
__É por ai.
Sem, perda de tempo, ele se levantou me pegou pela mão e me levou para seu, meu, dele, do quarto que me fora cedido e sem se importar em fechar a porta, foi me despindo. Na verdade apenas teve que tirar minha camisa e o short que estava vestindo, pois mais nada havia para retirar. Enquanto se despia, me olhando com olhos de glutão, me deixou encantada com o corpo que desnudava, até surgir aquele pau. Mal ele retirara a cueca eu já estava segurando aquela beleza, apertando-a carinhosamente.
__Posso chupar essa beleza - eu disse me agachando junto ao pau.
__Anseio por isso, ele é todo seu.
Primeiro o beijei na cabeça e depois fui descendo por todo o talo, passando a língua, até chegar nos ovos. Os tomei na boca e dei leve mastigadinha, que levou meu primo a se sacolejar todo expressando a sensação que estava sentindo, depois subi para a cabeça da pica e a envolvi com os lábios, inserindo vagarosamente a mesma para dentro até que desapareceu. Olhei para cima e vi a expressão de prazer e agonia que o ato estava formando em seu rosto. Nada nos dignifica mais do que ver o que estamos fazendo em um homem a ponto de o deixar desarmado diante de nós. Eu adorava aquilo. Gostava de excitar e provocar de forma incisiva, o homem e até a mulher que me caísse no jeito. A bolota já estava descendo , em uma garganta profunda, que adorava realizar em meus parceiros de sexo, quando Olavo soltou um palavrão e me segurou a cabeça e com lentidão passou a estocar a minha boca, gemendo muito. Tirou a pica de minha boca, que saiu toda cheia de saliva, que pingava em fios densos. Puxei o folego com a baba voltando para minha boca e voltando a engolir a pica que pulsava muito. Depois desta preliminar, fui erguida e levada para a cama, onde me deitei e tive as pernas abertas para que Olavo se enfiasse entre elas e chegasse com a boca, junto a minha xoxota molhada. Deu uma bela de uma lambida, pegando aquele pedacinho que separava o cu dos lábios vaginal, e passando entre eles sem parar na minha entrada, passando e chegando ao clitóris teso. Lambeu ele demoradamente, me deixando ensandecida de tanto choque que estava tomando conta, do grelo, até a raiz do meu cabelo. Foi a minha vez de prender sua cabeça de encontro a minha xoxota, para que chupasse profundamente a minha" xota" quente e umedecida. Levantei as pernas, como sempre fazia quando era chupada na boceta e as trancei ás suas costas para o manter firme onde estava. Curtia entre gozos, as deliciosas chupadas que o meu "caipira" dava furiosamente. Depois de se fartar e me deixar exaurida, Olavo se ergueu e veio até minha boca e pela primeira vez, nos beijamos. Era um beijo com cheiro de minha boceta e isso me deixava alucinada, pois sempre adorei o cheiro da minha " gostosinha" que me arrepiava. As mãos dele, subjugaram o meus seios, apertando os biquinhos que estavam bem durinhos de tesão.
__Sempre desejei chupar seus seios prima. Te achava um tesão de mulher e batia muitas punhetas em tua homenagem, sabia?
__E não vai bater mais, não é? Me tem ao vivo e a cores.
__Acha que depois que fores embora vou poder me conter e não bater uma? Vou fica tisico de tanto punhetar. A não ser que você queira ficar por aqui.
__Para de falar seu danado e me beija ou chupa mais meus seios, que adoro.
Olavo, era muito atencioso e me dava um banho de chupadas me deixando sensível em cada ponto que era tocada. Colocada fui, de joelhos e ele se postou atrás e foi me metendo a pica, estufando minha boceta. Joguei a bunda para trás a fim de que minha boceta, engolisse tudo que nela era depositada, e curti cada estocada. Olhava para trás e podia notar seu interesse em meu cu, o que me deixava alegre pois sabia que ele seria arregaçado por aquela pica. Quando Olavo lubrificou o polegar e o firmou em minhas pregas dando a entender o que desejava fazer, pirei e dando pequenas reboladas o deixei bem a vontade para sacar o pau de minha boceta e o levar diretamente par o meu cu. Parou por um momento e disse aquelas palavras estupidas que quase todo home fala, quando quer comer o cu de uma mulher, que já o esta desejando enraba-la:
__Posso por no seu cuzinho?
__Porra, por que não coloca logo e deixa de falar besteiras?
Ele me enfiou o pau no cu, com uma sutileza, que me deixou encantada. Apesar de grosso, o pau entrou macio e foi até onde deu para ir. Fodemos por tempo que se podia considerar como intermináveis, até que ele gozou copiosamente, parecendo que não
se descarregava a muito tempo.
Estávamos na sala, discutindo o que ele fora buscar para minha tia vender, quando ela chegou e nos olhou, meio que ressabiada. Acho que estava escrito em minha testa ou na forma como eu falava e olhava para meu primo, que tinha acontecido algo entre nós. O que para ela seria até que desejável pois estaria tudo dentro da família. Por ter-me cedido seu quarto, ele ficava dormindo no sofá da sala e na calada da noite, em silêncio eu ia o ver e com todo o cuidado transávamos bem gostoso. Mas tudo tem que ser feito com cuidado total, portanto, tanto vai o cântaro a fonte que um dia... bem essa é uma outra história que um dia conto, tá? Tchau!