O que despertou minha curiosidade que perdurou até idade adulta

Por: andre-90 • 09/07/2026 • 199138 leituras
Capa do conto
Olá leitores! Como leram em relatos reais anteriores, sabem que sou do interior de Minas Gerais e que sou feliz na minha condição. Porém sinto necessidade de realizar minhas fantasias e saciar minhas vontades de uma vida inteira, já que me encontro na idade adulta.
Tudo tem um começo. E o despertar do meu desejo em experimentar o sexo com outro homem surgiu em idade tenra.
Quando tinha meus 11 anos, vivi episódios que causavam um misto de confusão e curiosidade, que me deixava pensativo e com sensação estranha. Nessa idade os garotos não desenvolvem seus corpos no mesmo ritmo. Alguns largam na frente e isso entre garotos é uma farra e uma forma de afirmar-se na turma.

Eu e mais três amigos caminhávamos por espaço mais ermo até chegarmos a escola, fazendo com que brincássemos pelo trajeto. Numa dessas brincadeiras o mais forte da turma vai para um canto da rua mijar. Logo após olha de uma lado e para o outro, certificando-se que estávamos só nós quatro e vira com o pau pra fora e sacudindo para excitar-se e exibir que era mais desenvolvido e tinha mais pêlos que os outros três juntos.
Olhava perplexo e talvez admirado, pois nessa idade as coisas são confusas. Fiquei ali olhando fixo, como que um cara da mesma idade que eu poderia já segurar seu membro com a mão inteira. Como que a rôla dele podia ser tão mais grossa que a minha e eu que que tinha uns cinco fios de pêlos ficava meio incrédulo com o pau envolvido numa moita preta de cabelos.
Ele percebeu que olhava meio que admirado e perguntou se queria pegar. Confesso que hesitei um pouco, mas logo voltei a consciência e vendo que não estava sozinho, o xinguei como fazem os amigos e tentei disfarçar, com êxito.

Aquilo não saiu da minha cabeça a aula toda, pois estudamos na mesma sala por vários anos.

Pensava: Se eu pegasse, deixaria de ser menino? O que seria? Será porque o meu é pequeno ainda? Será que ele contaria pros outros da turma?

Esses pensamentos sempre me pegavam quando estava sozinho com ele. Porém o meu primeiro contato seria com alguém mais próximo inusitadamente.

Sempre depois das aulas, chegava em casa e tirava a calça jeans e ficava só de cueca, tipo zorbinha. Meu primo de 14 anos, já desenvolvido, praticamente um homem, sempre passava nesse horário pra assistirmos ao programa de esportes da hora de almoço. Mas não me lembro, nesse dia meu irmão mais velho saiu e não disse onde ia. Reparei que meu primo me olhava demais. Eu de bruços, de cueca na cama assistindo ao programa, mas percebia seu olhar diretamente na minha bundinha. Do nada ele tira o pau já duro de dentro do short e começa a alisar na minha frente. Era uma visão inédita, fiquei impressionado com o tamanho e o estado de rigidez, a cabeça vermelha pra fora e reluzente, muito diferente do que eu tinha. Fiz de bobo que não tinha percebido até acabar o programa e assim permanecemos imóveis e em silencio.

Nós tínhamos costume de brincar de lutinha em cima cama, coisa que ele iniciou, me pegando e jogando na cama de volta.
Gritei de guarda fechada pra luta: Então vem otário! Era tudo que ele queria. E partiu de pau duro pra cima de mim. Percebia a todo momento o quanto mais ereto ficava ao manter o contato, motivado ainda mais pela minha resistência.
Num movimento rápido, passa o braço em volta do meu pescoço por trás, deita em cima de mim e beija meu rosto. Estatizei na hora, mas ainda com corpo enrijecido. Percebendo que fiquei quieto, ele com a outra mão abaixa minha zorbinha e colocar seu membro no meio da minha bundinha. Não sei explicar o que senti, porque não era ruim. Senti que estava molhada a extremidade de seu pau, porque ele pincelava no meu ânus que automaticamente contraía e relaxava incessantemente, tal qual meu espanto em sentir meu pauzinho endurecer com a situação.

Aquele momento dos filmes em que parece só existem duas pessoas no mundo, foi esse. Ele beijava mais o meu rosto, soltou meu pescoço e passou a beijar meus ombros e pescoço, sem tirar seu membro do meio da minha bundinha, com movimentos tímidos de vai e vem. Ele sentia contração do meu cuzinho.

Fomos meio que surpreendidos por meu irmão, que não conseguiu ver muita coisa, pois num pulo meu primo recompôs-se e a minha cuequinha subiu e espertamente meu primo fingiu estar continuando a lutinha.

Meu irmão mais tarde perguntou o que nosso primo havia feito comigo. Fiz de bobo e que não estava entendendo o que estava falando. Ele se deu por satisfeito, mas sabia o que estava acontecendo na hora. Eu não via hora de poder ter mais experiências assim, mas por muitos anos essa foi a única, até atingir a vida adulta e entender o que eu queria.

Essa minha primeira experiência que ficou marcada na minha mente a vida toda.

Se você é do interior de Minas, próximo de Divinópolis, se identifica com as minhas experiências de vida, entre em contato, comente, vote e vamos conversar.
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