Antes de iniciar a Parte 7 dessa sequência de contos, seria bacana se vocês acompanhassem as anteriores, lá tem a descrição nossa e o que já aconteceu até chegar aqui ... e como são partes, é interessante se manterem por dentro de como as coisas foram caminhando ...
Após a confirmação in loco do tamanho do cacete de seu sobrinho e de quebra uma ajudinha com uma deliciosa punheta para o garoto, era hora de nós dois conversarmos em nosso quarto.
Liguei o chuveiro e chamei Danny para vir tomar uma ducha quentinha:
- Vem amor, vem aqui tomar um banho quente. Vai fazer você relaxar um pouco vem.
Eu já estava no chuveiro, meu pau estava meia bomba, tentava segurar a excitação maior pois sabia que a Daniela estava com a cabeça cheia e não precisa do marido também com tesão naquele momento.
Ela se despiu e então percebi que sua calcinha estava úmida. Filha da Mãe! Sabia que ela também estava excitada com tudo aquilo! Ela então entrou comigo no banho e que mulher linda caros leitores! Aquela água ia descendo por seus seios, passava por sua barriga, descia até sua bucetinha, o mesmo por suas costas e descendo até sua maravilhosa bunda carnuda.
Durante nosso banho era preciso esclarecer algumas coisas até para deixa-la mais tranqüila sobre tudo e a única maneira que encontrei foi sendo brincalhão com a situação.
- Amor, eu falei para você o pinto do Rafinha era grande né? Agora você acredita em mim né? O garoto vai ter fila de menininhas aos seus pés ... e dei risada para mostrar descontração.
- Júnior, ainda estou imaginando se aquilo tudo é de verdade mesmo! Como pode um menino ter um pau daqueles?!
Peraí, “ainda imaginando?” quer dizer que ela está pensando no cacete do sobrinho? Me lasquei agora ... Danny disse isso mas na sequência se mostrou envergonhada com o que havia acabado de dizer, percebi isso em seus olhos.
- Danny meu amor, fique tranqüila, é apenas o seu sobrinho. Claro que fiquei com ciúmes de você ali masturbando o garoto e ainda mais pelo tamanho daquela coisa.
Aquele assunto começou a acender o meu tesão, e em segundos eu estava com o meu mastro duro, apontando para a Danny e revelando minha excitação com aquilo.
- Caramba Júnior, o que é isso aqui? Está excitado por minha causa ou por estarmos falando daquele cacetão do meu sobrinho?
Que palavriado era aquele da Daniela? “Cacetão do Sobrinho?!” Fiquei desnorteado, mas confesso que mais excitado ainda com aquilo.
- Não sei meu amor, talvez as duas coisas hahahahahaha Mas diz pra mim, o que era aquilo né?
- Júnior, minha mão não fechava naquele pinto. E quando puxei a pele e revelou aquela cabeça rosinha? Nossaaaaaa....
- Posso te confessar uma coisa Ju?!
- Claro amor.
- Fiquei com água na boca para chupar aquele caralho. Será que caberia na minha boca aquilo tudo?
Aquela fala fez o meu pau ficar mais duro ainda e Danny percebeu. Com a mão cheia de sabão ela pegou nele e com a outra no meu saco e começou a alisar.
- Quer dizer que o meu maridinho está excitado? Gostou de ver sua esposa pegando no pau de outro é? E apertou meu cacete e meu saco me fazendo gemer, um pouco de dor e muito mais de prazer.
- Não é bem assim Danny, não é qualquer pinto também. É só do seu sobrinho.
Ela não falou mais nada, continuou com suas mãos maravilhosas e em pouco tempo anunciei que iria gozar e ela falou no meu ouvido:
- Vai tesão, goza gostoso, mas é para gozar mesmo, quero leite, bastante leitinho, não aquela ninharia que o Rafinha fez na sala.
O tesão era imenso e começaram a vir os jatos, não me recordo de ter gozado tanto assim, talvez na época de adolescência apenas. Eram jatos espessos, foram em sua coxa, em sua mão, lavei Daniela com porra.
- Toma delícia, você queria leite, então está aí, tudinho para você!
Peguei sua mão que ainda tinha porra quente e a levei até sua boquinha, bebe meu leite também amor. O leite do seu marido! Ela lambei os dedos e engoliu tudo e me olhando ordenou:
- Quero gozar também, estou excitada faz horas, preciso extravasar. Vem ...
Me ajoelhei e cai de boca naquela buceta que estava ensopada, encharcada do mais delicioso néctar, que sabor gostoso. Minha língua já sabia onde ir, para aumentar ainda mais o prazer enfiei um dedo e depois dois em sua bucetinha. Danny estava gemendo, delirava e logo estava gozando feito louca naquele chuveiro.
Após nos recompor, saímos do banho e nos trocamos, caímos na cama satisfeitos e certos de que tínhamos descoberto um novo prazer.
******** Continua
Se puderem comentar como está sendo a sequência agradeço! Tem muita para acontecer com esse sobrinho! Segue algumas fotos ilustrativas para imaginarem a história.