O terceiro conto da ruiva

Por: kapa-tessera-1 12/07/2026 1237 leituras
Capa do conto
As aulas começaram.
Era estranho saber que ele voltaria a ser meu professor de latim, que ele é o meu avô e principalmente que já dei duas vezes pra ele. É estranho, deliciosamente estranho.
Uma curiosidade e excitação me tomava só de pensar que eu teria aula com ele à noite.
Será que ele voltaria a ser indiferente comigo?
E a noite chegou...
Gostaria de ter tido tempo de me produzir, de colocar uma roupa provocante, mas acabei me atrasando numa reunião e tive que ir direto pra faculdade, com um blaser e uma saia acima do joelho, cinzas.
Cheguei atrasada na aula. Padilha já havia distribuído as gramáticas de latim para tds os alunos. Ele foi carrasco comigo em função do atraso e me entregou minha gramática, pedindo para que abrisse na página 19.
E desatou a falar sobre a primeira declinação...
Abri a gramática, e vi sua anotação num post-it:

" Vá ao banheiro, tire sua calcinha e sente - se na primeira carteira com as pernas entreabertas!"

Era uma ordem, uma ordem deliciosa, eu não poderia negar de forma alguma.
Em poucos minutos, lá estava eu cedendo a visão de uma buceta rosadinha e molhada para meu professor. E ele, olhava discreta e perversamente sempre que podia.
Adiante, ele disse que passaria um vídeo sobre as línguas que derivaram do latim, e que trouxe alguns doces para os alunos comerem enquanto assistiam.
Então, foi distribuída a cada aluno, uma cestinha com bombons e pirulitos e na minha havia mais um post-it:

" Os bombons são seus, mas o pirulito vc vai colocar na buceta e depois me entregar. Não quero saber como vc vai fazer isso. Dê seu jeito."

E eu realmente não sabia como fazer, mas por sorte, alguns alunos disseram que era melhor apagar as luzes para ver o vídeo.
Isso tornou td mais fácil, enfiei o pirulito na minha buceta discretamente e depois retirei, ele saiu td molhado. Fui até o professor, fingindo que tinha uma dúvida e entreguei o pirulito.
Ele viu o vídeo chupando o pirulito com o gosto da minha buceta.
E a aula terminou.
Esperei tds os alunos saírem, ficando só eu e ele. Eu estava muito excitada, não sei como, mas eu precisava dar pra ele naquela noite.
Então ele perguntou :
_ A srta gostou da aula?
_ Sim. O senhor gostou do pirulito?
_ Foi o melhor que provei. Mas estou louco pra provar esses peitos tb.
_ E como faremos?
_ Tenho algumas regras para vc: A partir de hj, a srta deve se apresentar em minhas aulas pontualmente, de saia, sem calcinha e na primeira carteira. Ao final da aula, a porta do meu carro estará aberta, não me espere para que não desconfiem, vá imediatamente para lá.
O não cumprimento acarreta o risco de reprovação.
_ Me parece ser justo.
_ Agora por favor, queira me acompanhar até minha sala.

E nos dirigimos ao prédio dos professores, e ao chegar na sala, eu bati a porta e gritei:
_ senta! Eu estou no comando agora.
Ele sentou.
Tirei minha roupa, nunca pensei em transar na sala de um professor, mas a mesa e o material de escritório me deixam excitada.
Sentei em seu colo e ele avançou para meus seios.
_ Vc deixa o vovô mamar nesses peitos?
Ele não esperou que eu respondesse. Sugou, apertou, lambeu e mordiscou meus seios.
Tirei a roupa dele e retribui chupando seu pau, que é uma delicia.
Fiquei de quatro na mesa e ele chupo minha buceta de um jeito que me deixava tonta. Aquela barba raspando minha bucetinha me deixa sempre tonta.
Nem preciso dizer que ele me comeu de várias formas e que gozou na minha cara e eu, em sua boca. É de praxe.
O que não é de praxe é que eu adormeci, nem sei como ele me colocou no carro e me levou pra sua casa.
Acordei novamente com ele chupando meus peitos...

PS: Estou tentando responder a tds pelo WhatsApp. Um beeijo.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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