Ele sentou do meu lado, com poucas pessoas bem no fundo do ônibus ficou mais prático. Ele esticou as pernas, abriu o zíper e colocou pra fora o pau. Peguei no pau e comecei a punhetar ele. Então rapidamente ficou duro e me aproximei pra chupar. Abocanhei aquele pau branquinho da cabeça avermelhada de 16 cm levemente grosso. Senti um forte cheiro e sabor de piroca natural, não sei descrever bem, mas amei o cheiro e o sabor. Ele vigiava se alguém notava e pressionava minha cabeça pra mamar. Tudo foi bem rápido. Eu estava adorando o cheiro e o gosto da pica dele na minha boca, não conseguia parar e queria fazer ele gozar. Eu passava a mão pelo seu uniforme calça social verde e blusa bege, passando pelas suas pernas, peito e barriga. Ele desabotoou um botão e levou meus dedos ao seu mamilo recheado de pelos pra massagea-lo. Notei ele se contorcer aos poucos e enrijecer as pernas, era a hora do gozo. Eu decidi que queria beber o leite dele. Comecei a abocanhar com tanta frequência que meu maxilar ficou dormente. Logo senti ele apertar minha cabeça pra me dar leite sem vazar da minha boca, então fiquei mamando a cabeçona do seu pau grossinho, como se fosse leite na mamadeira. Ele teve vários espasmos ainda com as pernas enrijecidas, senti por volta de 4 jatos quentes e bem líquidos na minha boca, um forte azedo e ácido sabor do esperma dele. Continuei mamando a cabeçona até sentir ficar molenga. Ele me deixou ficar mamando ele por volta de mais uns 2 min mesmo com o pau mole. Ele disfarçava mexendo no celular como se não tivesse havendo nada. Até que ele me afastou dele, fechou o zíper, e voltou para o assento dele, em poucos segundos as luzes acenderam e já estávamos chegando no ponto final depois da ponte. Ele nem me olhou, fingiu que nada ocorreu, coisa de profissional da parte dele. Só sei que fui pra casa cheio de sede por conta da acidez do esperma dele na minha garganta e ficava cheirando minha mão que punhetou ele pra sentir o cheiro forte do pau dele. Espero encontrar ele de novo, até faço questão de pegar ônibus tarde pra ver se pego com ele.
O trocador me botou pra mamar sua gala no ônibus
Peguei o ônibus bem tarde da noite. O trocador era bem meu tipo. Rústico e barbudo. Uns 45 anos, barba por fazer, Branco, cabelo curto liso, pelos nos braços e peito, meio urso assim como o corpo meio parrudo-gordinho. Bem atraído por ele, me sentei no banco que ficava bem em frente dele, não consegui disfarçar e ele notou meu olhar no corpo dele, tanto notou como começou a coçar o pau e me olhar a todo instante. O ônibus ia atravessar a ponte Rio-Niterói então a viagem ia ser rápida. Quando o motorista pegou a ponte apagou as luzes como de costume, haviam acho que uns outros 4 passageiros mas no fundão. Foi nessa hora que ele se virou pra mim e pediu pra eu ir para o canto da janela.
Ele sentou do meu lado, com poucas pessoas bem no fundo do ônibus ficou mais prático. Ele esticou as pernas, abriu o zíper e colocou pra fora o pau. Peguei no pau e comecei a punhetar ele. Então rapidamente ficou duro e me aproximei pra chupar. Abocanhei aquele pau branquinho da cabeça avermelhada de 16 cm levemente grosso. Senti um forte cheiro e sabor de piroca natural, não sei descrever bem, mas amei o cheiro e o sabor. Ele vigiava se alguém notava e pressionava minha cabeça pra mamar. Tudo foi bem rápido. Eu estava adorando o cheiro e o gosto da pica dele na minha boca, não conseguia parar e queria fazer ele gozar. Eu passava a mão pelo seu uniforme calça social verde e blusa bege, passando pelas suas pernas, peito e barriga. Ele desabotoou um botão e levou meus dedos ao seu mamilo recheado de pelos pra massagea-lo. Notei ele se contorcer aos poucos e enrijecer as pernas, era a hora do gozo. Eu decidi que queria beber o leite dele. Comecei a abocanhar com tanta frequência que meu maxilar ficou dormente. Logo senti ele apertar minha cabeça pra me dar leite sem vazar da minha boca, então fiquei mamando a cabeçona do seu pau grossinho, como se fosse leite na mamadeira. Ele teve vários espasmos ainda com as pernas enrijecidas, senti por volta de 4 jatos quentes e bem líquidos na minha boca, um forte azedo e ácido sabor do esperma dele. Continuei mamando a cabeçona até sentir ficar molenga. Ele me deixou ficar mamando ele por volta de mais uns 2 min mesmo com o pau mole. Ele disfarçava mexendo no celular como se não tivesse havendo nada. Até que ele me afastou dele, fechou o zíper, e voltou para o assento dele, em poucos segundos as luzes acenderam e já estávamos chegando no ponto final depois da ponte. Ele nem me olhou, fingiu que nada ocorreu, coisa de profissional da parte dele. Só sei que fui pra casa cheio de sede por conta da acidez do esperma dele na minha garganta e ficava cheirando minha mão que punhetou ele pra sentir o cheiro forte do pau dele. Espero encontrar ele de novo, até faço questão de pegar ônibus tarde pra ver se pego com ele.
Ele sentou do meu lado, com poucas pessoas bem no fundo do ônibus ficou mais prático. Ele esticou as pernas, abriu o zíper e colocou pra fora o pau. Peguei no pau e comecei a punhetar ele. Então rapidamente ficou duro e me aproximei pra chupar. Abocanhei aquele pau branquinho da cabeça avermelhada de 16 cm levemente grosso. Senti um forte cheiro e sabor de piroca natural, não sei descrever bem, mas amei o cheiro e o sabor. Ele vigiava se alguém notava e pressionava minha cabeça pra mamar. Tudo foi bem rápido. Eu estava adorando o cheiro e o gosto da pica dele na minha boca, não conseguia parar e queria fazer ele gozar. Eu passava a mão pelo seu uniforme calça social verde e blusa bege, passando pelas suas pernas, peito e barriga. Ele desabotoou um botão e levou meus dedos ao seu mamilo recheado de pelos pra massagea-lo. Notei ele se contorcer aos poucos e enrijecer as pernas, era a hora do gozo. Eu decidi que queria beber o leite dele. Comecei a abocanhar com tanta frequência que meu maxilar ficou dormente. Logo senti ele apertar minha cabeça pra me dar leite sem vazar da minha boca, então fiquei mamando a cabeçona do seu pau grossinho, como se fosse leite na mamadeira. Ele teve vários espasmos ainda com as pernas enrijecidas, senti por volta de 4 jatos quentes e bem líquidos na minha boca, um forte azedo e ácido sabor do esperma dele. Continuei mamando a cabeçona até sentir ficar molenga. Ele me deixou ficar mamando ele por volta de mais uns 2 min mesmo com o pau mole. Ele disfarçava mexendo no celular como se não tivesse havendo nada. Até que ele me afastou dele, fechou o zíper, e voltou para o assento dele, em poucos segundos as luzes acenderam e já estávamos chegando no ponto final depois da ponte. Ele nem me olhou, fingiu que nada ocorreu, coisa de profissional da parte dele. Só sei que fui pra casa cheio de sede por conta da acidez do esperma dele na minha garganta e ficava cheirando minha mão que punhetou ele pra sentir o cheiro forte do pau dele. Espero encontrar ele de novo, até faço questão de pegar ônibus tarde pra ver se pego com ele.
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