O VICIADO EM LAMBER CU

Por: regina-cardoso-841 13/07/2026 1237 leituras
Capa do conto
Conversa vai, conversa vem, no chat, e um cara de nickname mais do que direto - "Chupador de cu" - me aborda: "e aí?"
Mal conversamos e percebi que ele era bem objetivo. Não lhe interessava saber em detalhes como eu era fisicamente, o importante era se eu deixava e queria ter o cu 'chupado sem pressa'. Como morávamos perto e estava morrendo de tesão, resolvi apostar no encontro. Todavia, o cara deixava bem claro: "não meto, não quero ser chupado; meu barato é apenas lamber cu."
O cara chegou rapidinho em casa. Trinta e poucos anos. Baixinho e bem barbudo. Entramos e ele me perguntou se eu tinha um sofá disponível. Tirou rapidamente a roupa e se ajoelhou feito um cachorrinho. Pediu-me para ficar nu e de quatro. Obedeci, deixando tudo rolar do jeito que ele queria. Entretanto, ele mandou-me descer da poltrona. Era pra eu ficar de quatro no chão, usando o sofá apenas como apoio. Me senti uma cadela, mas obedeci novamente.
Engatinhando, ele se aproximou da minha bunda lisa e começou a cheirá-la e lambê-la. Só faltava latir. Passava a língua inteira em minhas coxas, de baixo pra cima e cheirava meu rego. Comecei a curtir a brincadeira e aproveitei para rebolar o rabo no rosto dele. Podia sentir sua barba espessa, seu bigode de pelos duros e sua boca simulando leves mordidas. Ficamos um tempão naquele sarro.
"Deita a cabeça no assento e abre a bunda com as mãos!" Era mais uma ordem. Apoiei meu pescoço no sofá e pude liberar meus braços que davam sustentação. Empinei bem a bunda e a deixei toda aberta, usando as duas mãos para afastar as nádegas.
Quase que rosnando, o cara enterrou o rosto no meio da minha bunda e uma língua quente e molhada espetou-me o cu. Senti na hora uma puta fisgada de tesão. Meu anelzinho piscava. A partir da aí, sem jamais afastar o rosto do meu rego, o cara lambeu, chupou e penetrou meu cu de forma gulosa, teimosa. Saboreava cada prega sem pressa. Meu rabinho estava tão dilatado, que sentia sua língua entrar inteira. Até a ponta do queixo já era possível ele enfiar dentro da minha bunda.
Com o cu dilatado, relaxado, molhado e piscando minha vontade era pedir que o barbudo me currasse sem dó. Me sentia uma cachorra no cio, mas me contive, pois ele já tinha deixado claro qual era a única tara dele. Sem exagero, ele ficou tanto tempo naquele beijo grego que meus joelhos já estavam até formigando. Seu rosnado tornou-se um longo gemido quando percebi que ele gozava numa punheta furiosa. Nessa hora, ele trocou a língua pelo nariz, penetrando-me com ele enquanto esporrava. Gozei momentos depois e fiz meu cu mascar seu nariz.
O barbudo se recompôs rapidinho e saiu às pressas, elogiando a maciez e o sabor do meu rabo. Se fosse outro eu não acreditaria, mas o levei a sério quando, ao ir embora, ele disse que ficaria o resto do dia e da noite sem lavar o próprio rosto. Queria que o gosto do meu cu permanecesse na sua cara. Uma semana depois, ele me telefona querendo mais cu na boca, mas desisti de um novo encontro quando ele disse que gostaria que eu peidasse na cara dele. Não curto scat, sou bem exigente com a questão da higiene e no final eu não iria me contentar só com um cunete.

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