O vigia do banco

Por: sigma-deka-3 13/07/2026 19581 leituras
Capa do conto
Meio sem tempo e com a vida corrida, mas vim aqui contar uma aventura. Para quem não lembra, só dar uma lida nos outros contos. Sou negro. 1.65. Bunda boa e cacete bom. Magro normal em forma.

Esse conto é bem rápido. Era um final de semana e fui até o caixa eletrônico fazer um saque para ter grana no final de semana. Ao chegar na agência, percebi a figura de um vigilante que mexia no celular. Acho que ele havia ido pegar uma brisa lá fora...

Passei por ele e o cumprimentei. Ele tinha aproximadamente uns 50 anos. Cerca de 1.75 e uma barriguinha. Era negro e bem tesudo. Fiquei fazendo o saque do lado de dentro da agência, mas demorando mais do que o usual. O cara não saiu do lugar em que estava.

Na saída desejei boa tarde a ele e ele respondeu. Ele me deu uma boa encarada de cima a baixo e eu dei uma olhada na mala. Ele arrumou. Bingo!

Entrei no carro e dei uma volta. Dez minutos depois, voltei e ele permanecia no mesmo lugar, mexia no celular. Entrei, sorri e me dirigi ao caixa. Trinta segundos e ele veio até mim:

- Tá vendo isso aqui? É isso que tu quer? Te dou!!

Aquele gostoso me mostrava a neca numa foto do celular. Deu água na boca.

- Me segue!

Fui com ele para o lado de dentro da agência. Nessa hora um frio percorreu minha espinha. Ele estava armado - literalmente - e me empurrou para dentro me levando para um banheiro no fim do corredor. Deixou a porta entreaberta e pôs o revólver sobre uma prateleira.

- Pode ficar calmo...vou deixar você mamar como você quiser, lindinho!

As palavras dele eram doces. Abri o cinto, abaixei o zíper e saiu de lá uma piroca negra, linda que abocanhei inteirinha.

- Uhhhh...sabia que essa boca era quente e macia. Nossa, como é quentinha!

O vigilante pegou minha cabeça e começou a fuder minha boca. Ajoelhado eu estava à sua frente e ele metia e tirava a pica babada de minha boca.

- Se o cuzinho for tão macio quanto a boca estou no céu. Deixa comer esse cuzinho.

Dizia isso enquanto se curvava para dedilhar meu cu. De uma vez me levantou e me jogou contra a parede prensando meu corpo. Roçava aquele pau babado na minha bunda. Batia com aquele cacete nela.

- Deixa o teu papai comer teu cuzinho, deixa filhinho?
- Não,vai doer (dizia fazendo charme)
- Vou meter com carinho, deixa vai putinho

Falava isso sussurrando no meu ouvido enquanto metia a língua na minha orelha e mordia meu pescoço.O puto era bem gostoso, mas tinha decidido não dar pra ele.

Baixei novamente e resolvi caprichar na mamada: peguei a pica e comecei a passar a língua na cabecinha, sugando cada pedacinho e chegando até a base da pica engolindo inteira. Babei bastante e intensifiquei a mamada enquanto pressionava a cabeça e massageava os ovos.

Ele gemia...

- Ahh....se você continuar assim vou gozar,porra!
- Então goza seu gostoso safado...

Comecei a lamber e chupar ainda mais e o vi explodir num gozo na minha cara! Que delícia!!!

Me vesti de costas para ele, arrebitando a bundinha para provocar o tiozão que havia acabado de gozar.

- Agora que já gozou...não tem mais perigo.
- Quem disse, olha aqui!

E ele me mostrou aquele pau já duríssimo novamente. O tiozão tinha fôlego.

Fui de costas e me rocei nele. O pau já estava pulsando. Deu vontade de mamar novamente, mas estava satisfeito. Me vesti e mesmo com a insistência dele acabei não dando.

Trocamos fone e fui embora feliz.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

Escreva o seu conto

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