Odeio minha mãe

Por: Marcos • 24/07/2026 • 315 leituras
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Vi alguns relatos aqui, não sei dizer se são verdadeiros, mas vou contar o meu *Nomes trocados*

Meu nome é Marcos, eu tenho 19 anos e hoje moro no interior de SC, me mudei pra cá por conta de problemas com meus pais, em especial minha mãe.O nome dela era Flávia, vou descreve-lá branca, baixinha, cabelo loiro natural, corpo normal nem magro nem gordo, o corpo igual ao de qualquer mulher e olhos verdes.
Meu pai foi preso quando eu era criança, creio que eu tinha uns 4 anos quando isso aconteceu e desde então minha mãe cuidou de mim, ela sempre teve todo cuidado do mundo comigo e sempre me tratou bem, nunca sequer me bateu e nossa relação sempre foi ótima, mas quando eu completei 11 anos meu pai foi solto e decidiu voltar pra casa e reconstruir a antiga vida, no início foi difícil, ele era um estranho pra mim, mas com o tempo ele me conquistou sempre me ajudando na escola e me levando pra passear tentando recuperar o tempo perdido, logo que ele foi solto foi trabalhar nos correios e sempre chegava muito cansado e com dores nas costas, mas sempre ajudava minha mãe a arrumar a casa.
Com o passar do tempo reformamos a casa e fizemos ela com dois andares, nós éramos uma família muito feliz e amorosa, mas tudo isso começou a dar errado quando fiz 14 anos.
Em um dia em fui pra escola de manhã, mas quando cheguei lá, vi que ela tava fechada então voltei e decidir passar o resto do dia dormindo, já que eles trabalhavam o dia inteiro.
Não lembro exatamente que horas eram, mas acordei com o barulho do portão da garagem abrindo e vi o carro da minha mãe entrando, nem liguei e voltei a dormir depois de um tempo ouvi gemidos e pensei "deve ser meu pai e minha mãe" tentei não dar atenção, mas tudo mudou quando ouvir minha mãe falando "aaaaiiii César", não era o nome do meu pai, me levantei rápido e fui saindo do meu quarto e quando ia descer às escadas vi uma cena que me deixou paralisado, minha tava de quatro no sofá enquanto um cara desconhecido metia nela:

Flávia: vai césar, me fode! Fode minha buceta vaaaai!! Bate na minha bunda!!

Minha mãe gritava isso enquanto César chavama ela de puta, piranha e tudo mais.

César: vai vagabunda, quer que goze na tua cara sua putinha?!! Anda sua putinha, fala pra eu gozar na tua cara, fala!!!

Minha mãe só concordava, eu tava ali paralisado sem reação, meus olhos se encheram de lágrimas eu não podia acreditar naquilo, meu pai amava ela e cuidava e dava toda atenção que podia mesmo exausto do trabalho, foi que eu senti uma raiva e repulsa da minha mãe como eu nunca tinha sentindo, foi como se todo meu amor por ela tivesse se convertido em puro ódio. Nisso César grita que vai gozar e tira o pau pra fora e goza litros na casa da minha mãe enquanto falava:

César: isso Flávia, eu sabia que tu era puta, por isso que eu te amo, amo gozar na tua cara.

Flávia: eu também amo...

Minha falava aquilo de maneira natural, como se fosse algo que rolasse a muito tempo, depois disso eu fui para o meu quarto, depois ouvi a garagem abrindo de novo e o carro saindo. A noite quando estávamos jantando, meu pai até me perguntou porque eu estava tão quieto, já que sequer troquei palavras com eles. Tudo isso aconteceu na sexta-feira, no sábado eu acordei meu pai já tinha saído e no final de semana minha mãe não trabalhava, fui na cozinha e minha mãe tava tomando café:

Flávia: bom dia filho!

Não respondi:

Flávia: filho? O que foi? Que conversar comigo?

Nesse momento eu olhei pra ela com meu rosto aparente de raiva e falei:

Marcos: sua puta...

Flávia: não entendi filho

Marcos: SUA PUTA!

Minha mãe ficou assustada, eu nunca tinha falado com ninguém daquele jeito, ainda mais com ela.

Flávia: que isso meu filho, cadê teu respeito!!

Marcos: sua vagabunda, eu te vi ontem aqui com aquele cara.

Nisso minha mãe ficou pálida e tentou falar algumas coisas, mas eu comecei a insultar ela, eu apontei o dedo pra ela e chamei ela safada e suja. Ele rapidamente mudou de expressão avançou pra cima de mim e deu um tapa na cara e disse:

Flávia: me respeita muleque!! eu sou tua mãe caralho!!!

Eu senti tanta raiva que fechei o punho voltei com um soco em direção ao rosto dela. Por conta da genética do meu pai sempre fui grande, não era definido, mas tinha muita força, meu soco derrubou ela e começou a sangrar perto da sombrancelha dela, acho que fez um corte, com isso ela começou a chorar e dizer que eu tinha batido nela, por alguma razão, eu senti uma satisfação e simplesmente sentei na mesa pra tomar café. Com isso minha mãe levantou e foi para o banheiro, desde esse dia minha relação com ela nunca mais foi a mesma, na frente do meu pai eu fingia muito bem, mas quando estávamos sozinhos eu tratava ela com muita frieza.
Um dia eu cheguei da escola e o carro dela tava lá, quando entrei, ela tava na sala e me esperando pra conversar.

Flávia: filho, por favor me perdoa, eu sei que fiz errado, mas ainda amo teu pai.

Marcos: não pareceu isso quando aquele gozou na tua cara.

Ela correu até mim e se jogou nas minhas pernas chorando e me pedindo perdão por tudo e que não iria fazer mais. Minha única reação foi ir para meu quarto e deixar ela ali chorando, anos se passaram e quando terminei o ensino médio, pedi para o meu pai para ir morar com nossos parentes no interior de SC, já que lá eu teria mais chances de ter um bom trabalho e fazer minha faculdade.

Uma semana antes da viagem minha mãe tentou se reconciliar comigo de novo, confesso que estava pensando em perdoa-lá e acabar com aquilo, mas aquela imagem dela com outro homem não saia da minha cabeça, então falei pra ela.

Marcos: mãe, eu não te odeio, mas também não quero mais ter contato contigo, a senhora entende? O que a senhora fez com a nossa família pra mim foi imperdoável, sinto muito, eu te peço por favor, não tenta fazer isso tá bom?

Flávia: tá bom filho, mas por favor tenta pensar nisso.

Eu viajei quando tinha 17 anos, hoje trabalho e faço minha faculdade, confesso que tenho muito receio de me relacionar com alguém por medo de ser traído. Minha mãe não tentou mais ter contado comigo, só falo com meu pai e ele sempre me pergunta o motivo de eu não falar muito com ela, só desconverso.
É isso, essa minha história, por favor não traía ninguém, isso pode causar um dano irreversível e traumas incuráveis.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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