Recentemente, mudaram para o nosso prédio quatro africanos vindo de Moçambique. Mudaram para o 20º andar e nois no 13º. Todos muito mau encarados mas, cada baita homão que vou te contar! Maurício, Manoel, Akila e Alzeniro. O mais bonito é o Akila. Bem negro, dentes lindos, boca carnuda, bem alto, sarado, mãos e braços enormes!
Quando comentei com o meu corninho, ele falou que eu deveria experimentar! Respondi que nem conhecia ele direito e o meu maridinho falou: - Ah! Vai provocando ele e quem sabe ele resolve se aproximar de você? Eu cai na risada e falei: - Até parece que é fácil! Nem encontro com ele todas as vezes no elevador. E, além do mais sempre está lotado o elevador social. Mas, vou pensar no assunto!
Numa quarta-feira, eu ia ao shopping e vesti uma calcinha preta bem pequenininha e apertadinha toda enfiadinha no meu reguinho, coloquei um vestidinho bem curto de lycra, branco bem apertadinho que mostrava bem a marquinha da calcinha e as polpinhas da minha bundinha sem contar, que é tão curto que eu nem podia me abaixar direito porque aparecia a minha calcinha e também, nem dá pra usar salto alto, apenas sandália baixa. Gosto de provocar e sabia que estava chamando a atenção.
Para a minha agradável surpresa os quatro estavam no elevador e mais algumas outras pessoas. Como estava muito cheio, fui pedindo licença e me posicionei bem perto deles. Todos vestiam calças de moleton, camisetas regatas e chinelos. Sorri para eles e comprimentei. Claro, eles também me comprimentaram com sorrisos mas, me olharam de um jeito safado. Como no elevador, não parava de entrar gente, acabei que tive que chegar mais pra trás e me encostar em um deles. Como a minha calcinha estava me incomodando, naturalmente levei a mão pra trás e comecei a desatolar ela do meu reguinho. Com os meus dedos enfiados, fui desatolando aquele fiapinho de pano que me incomodava, e ainda fazia questão, de puxar a calcinha e soltar, fazendo aquele barulinho do elastico.
Ouvi um falar para o outro: - Nossa! Hoje vou ter que homenagear essa dona! Percebi que um outro começou a chegar mais pertinho do meu bumbum, querendo ganhar pelo menos uma reboladinha no seu pau ou uma encoxadinha de presente.
Eu deixei, é claro! Ele começou a me encoxar...se esfregava em mim...nossa parece que levei um sock fiquei doidinha. Aproveitamos o momento no elevador pra ficar no esfrega.Gente que delicia!O pau dele, e que pau, estava tão duro que doia no meu reguinho. Pude sentir o volume que estava por baixo da sua calça de moleton e ai percebi que estava sem cueca por baixo.
Aquele cara atrás de mim não para de se esfregar na minha bundinha, chegava a me levantar com a força daquele mastro nas minhas polpinhas e eu sentindo todo o pênis dele, parecia uma rocha de tão duro que tava, eu não tevi dúvida, arrebitei bem a bundinha, e fiquei mexendo beeeem devagarinho, rebolando no pau daquele negro, ficando me sentindo uma verdadeira puta! Confesso que fiquei muito excitada, toda molhada, a minha vontade era me virar, baixar as calças dele e chupar aquela tora.
Me apavorei quando o safado segurou na minha cintura (com uma forcinha até) com uma mão, e a outra segurava o meu vestido, até que eu senti ele me segurando com as duas mãos.
Morrendo de mêdo de alguém perceber, dei um passo pra frente e ele notando também se afastou!
Só sei que quando o elevador parou, desci sem olhar pra trás e caminhei rapidamente para a saída do predio.
(continua)
Bjus
Débora