Eu curioso e pensado ser um trote liguei para o número. A pessoa que atendeu disse se chamar Ralison, foi bem direto, disse que estava afim de gozar, estava sozinho, sem namorada aquela noite, morava no Caiçara, bairro aqui do lado e havia pegado meu número com um "Chegado" meu aqui do bairro.
Ele tinha vinte e três anos, e falou que tinha que ser no sigilo pois ninguém sabia que ele curtia esses lances e tinha a namorada dele e blá, blá, blá,. Aquela conversa de hétero cuseiro.
O rapaz me pareceu boa gente, eu disse que estava sim afim mas que não tinha local e meu pai estava em casa.
Ele lamentou e perguntou se não poderia ser uma chupeta no quintal, coisa rápida.
Bem, era possível sim, embora fosse meio arriscado, mas a vontade de dar o cú superava o medo e depois eu já havia tranzando por duas vezes no quintal de casa, mesmo com meu pai dormindo.
Falei que podia ser sim. E ele respondeu que chegaria em uns dez minutos.
Ele tinha falado só em chupeta mas nunca se sabe, né, então fiz a Chuquinha, coloquei fio dental, uma bermuda e esperei o Ralison.
Certifiquei que meu pai dormia. Sim dormia, ele havia tomado os remédios e isso me tranquilizava um pouco, pois um dos comprimidos era um calmante e ele acordaria só no outro dia cedo.
Tudo certo era só esperar. O que não demorou muito.
Bateu no portão de leve, abri, entrou com a moto desligada. Fechei o portão e indiquei um local para ele deixar a moto.
Tênis,regata e bermuda de nylon que, diga-se de passagem, deixava o rapaz de pernas lisas o maior tesão pois a bermuda modelava sua bunda redonda e durinha.
Puxei ele pela camiseta até uma varandinha onde meu pai tinha uma bancada e guardava as ferramentas. Encostei ele na bancada, apaguei as luzes.
Só não ficarmos no completo breu devido a uma lâmpada do corredor lateral que projetava uma fraca luminosidade, mas assim mesmo estávamos protegidos no anonimato da escuridão.
Tirei sua camiseta, me encostei em seu corpo, escorreguei a mão dentro da bermuda do rapaz, estava sem cueca. Um beijo rápido e já estava de joelhos mamando sua rola.
Ele recostado na bancada, braços abertos para trás, cintura pra frente, pica dura eemminha boca, e seus suspiros de prazer.
Por vezes segurava minha cabeça e colocava a rola até minha garganta o quanto eu aguentava, me faltava ar ele soltava e sua rola estava molhada com minha saliva e seus fluidos saídos da vara, eu engolia aquela mistura pastosa e maravilhosa.
Lambi sua virilha e desci minha boca para o cusinho dele, que curtindo levantou uma das perna se ajeitou levando linguadas no cusinho com um pouco de pelos, uma delícia de cu.
Depois do cunete voltei para a chupeta. Até o Ralison perguntar:
- Tem certeza que não quer sentar nela? Disse mostrando a pica.
A ideia era uma chupada rápida ...mas....
Peguei a cadeira de fio. tirei meu short, o short dele, linda visão ele pelado só de tênis. Colocou a camisinha.
Me posicionei de joelhos na cadeira, ele pediu para levantar bem o rabo, tirou o fio dental de lado, passou saliva na cabeça da pica e me enrabou gostoso. Segurando pela cintura e mandando rola até o talo, eu gemia sufocando o barrulho e o rapaz só na rolada em meu cú.
Parou e disse, que agora eu ia sentar, me levantei ele sentou na cadeira e eu me ajeitei em seu colo cavalgando muito naquele nabo.
Prestes a gozar ele avisou, desci do colo, ele de pernas abertas sentado, meti a boca no meio da forquilha engolindo a sugando a rola dura até gozar em na minha boca.
Ficamos algum tempo pra recuperar. perguntou se eu sempre curtia dar no sigilo, que apesar de ter namorada curtia um cú de homem. respondi que era só manter contato. Nos despedimos e ele se foi. na mesma semana nos vimos novamente e a foda foi mais demorada na cama