Um dia desses acabei me inscrevendo em site de relacionamentos e vários homens, atraídos pela minha foto, começaram a conversar comigo no chat.
Um deles me deu mais atenção e me senti atraída pela foto de rosto dele. Não conversamos nada íntimo, ele apenas queria uma namorada e foi, além de atencioso, muito carinho e amável em suas palavras.
Por quatro dias trocamos palavras, tentando nos conhecer um pouco melhor e marcamos um encontro. Seria num bar conhecido na minha cidade, depois que nós dois estivéssemos livres após o trabalho.
Sinceramente não colocava fé que iria acontecer nada sexualmente falando a não ser uns beijos e amassos, visto que ele se dizia tímido e sozinho a mais de um ano.
Na noite do encontro fui até o bar e ele me esperava na porta. Bonito e agradável, pedi a ele que entrasse no meu carro para que eu pudesse procurar uma vaga e estacionar. Assim que entrou, nos cumprimentamos com um beijo no rosto e ele logo procurou a minha boca e pronto, deu aquele beijo inesperado. Gostei dessa atitude. Logo a frente achei uma vaga num local um pouco escuro e estacionei. Quando ia me preparar para descer no carro, eis que o homem afoito me puxou para seu encontro e outro beijo, dessa vez de língua e molhado aconteceu. Um beijo daquele de tirar o fôlego e também deixar a respiração ofegante. Enquanto passava a boca na minha, me mordia nos lábios devagar e enfia sua língua deliciosamente. Como não sentir tesão, pois suas mãos iam me puxando e passando em mim, com apertos e carinhos. Eu estava entregue aquele homem que mal sabia quem era e dentro do meu carro. Estava gostoso sentir um misto de tesão e de risco. Propus que descêssemos do carro e fomos ao bar. Tomamos chop entre beijos e palavras gostosas sussurradas no ouvido. Ele aproveitava para alisar meus seios enquanto me abraçava e sentia os bicos durinhos, confessando meu tesão. Pouco tempo depois, coisa de 3 chops cada um, pagamos a conta e saímos abraçados para o carro. Lá, tudo começou a esquentar ainda mais. Ele sabe pegar a mulher e a deixa-la molhada, louca de desejo. Sugeriu que eu saísse com carro daquele lugar pois apesar de escuro, era passagem para as pessoas que iam e vinham a procura dos bares da avenida próxima. Disse que deveríamos procurar um lugar mais ermo para que assim pudéssemos namorar mais tranquilamente. Paramos em outra rua não muito distante e quando dei por mim, estava abaixada chupando um cacete duro e melado. Fiz de tal forma que ele gemia baixinho e se contorcia. Logo procurou minha calcinha por baixo do vestido e arredou pro lado, descobrindo o quando a minha buceta estava molhada e louca por ele. Ficamos nesse clima entre boquete e dedos, beijos e gemidos, até que não aguentando mais arranquei o carro e decidi procurar um motel mais próximo. Para nossa tristeza, em dois que parei estavam com a lotação esgotada e tivemos que procurar mais até que avistei um drive-in na direção contrária e o propus irmos até lá, o que ele adorou, lógico. No local também havia box com cama e pegamos uma vaga. Já descemos no mesmo clima, agarrados e loucos para melhorar o que começamos dentro do carro. Tiramos a roupa no escurinho e caímos naquela cama meio dura, mas a essa altura do tesão, nem interessava o conforto do colchão. Ele me chupou no escuro, aproveitando e sugando o melado que inundava a minha buceta. Eu delirava pedindo pra ele me comer, afinal meses sem dar era uma tortura esperar qualquer minuto a mais. Ele ciente disso, prologava ainda mais a chupada e me dizia que ia me foder gostoso. Não aguentando mais, gozei na boca dele e gemi alto. Assim que gozei, ele subiu e passou o pau duro na entradinha da buceta, esfregando para cima e para baixo, pincelando na entrada e tirando e eu me contorcendo mais, pedindo pra meter em mim. Enquanto ele me torturava, dizia coisas gostosas e bem sacanas, olhando meu rosto pela fresta da pouca luz e me beijava a boca como um verdadeiro macho deve fazer. Quando me penetrou pude sentir a grossura da cabeça e do pau que tinha. O cara sabia comer uma mulher e eu aproveitei cada centímetro dele dentro de mim, ainda que por cima, na posição papai-mamaãe. Não demorou e ele bombando em mim e me chamando de piranha e cadela, gozou dentro da minha buceta. Bem no fundo senti o caceta latejando e soltando jatos de porra. Gozei pela segunda vez. Nossa noite estava apenas começando ali naquele simples drive-in, sem conforto porém cheios de tesão e volúpia. Caímos na cama e ficamos apenas nos beijando, sem conseguir dizer qualquer palavra. Poucos minutos depois sentir a pica dele me cutucar e virei de costas, de conchinha, expondo e arrebitando a bunda pra ele. Maliciosamente ele abriu as parte da minha bunda e posicionou a pistola e logo nossa segunda trepada começou. Minha buceta gozada e melada estava ainda mais gostosa, com o cacete deslizando dentro e socando até o fundo, me fazendo sentir prazer e dor. Pediu que me comesse de quatro e assim, ele me pegou pela cintura atendendo ao meu pedido. Socava forte e batia na bunda, enfiava e me chamava de puta, parava e puxava meu cabelo dizendo que eu era a vagabunda mais gostosa que ele havia comido. Eu morria entre vontade de gozar e continuar dando. Pedia mais, pedia pra enfiar tudo, socar no fundo, pedia pra apanhar. Feito um cavalo ele me comeu me fazendo ter orgasmos múltiplos e babar no travesseiro. Quando senti que era a vez dele gozar, tirou o pau da buceta e puxando meu cabelo enfiou ele na minha boca, me enchendo sua porra e pedindo que eu tomasse tudo, sem deixar cair ou escorrer. Engoli toda porra grossa e deliciosa que ele me deu. Depois de deixar o pau limpinho, ele beijou a minha boca com carinho e satisfação de quem viu a fêmea fazer o que o macho mais gosta: dar e tomar o seu leite. Novamente caímos na cama e nos abraçamos com cumplicidade. Os carinhos dele na minha pele me fizeram pegar no sono, mas logo interrompido pelo pau dele que já estava na entrada da minha buceta, duro e louco para recomeçar a me comer de novo. Desta vez eu preferi subir em cima dele e cavalgar feito uma cadela no cio. Com movimentos controlados por ele e por mim, subia e descia naquele cacete grande. Estava descontrolada de tesão, não demorei a gozar em cima dele. E quando isso aconteceu, ele me tirou de cima e me deitou, vindo me chupar todo meu gozo, aproveitando e passando a língua na entrada do meu cuzinho. Me virou de bruços e roçou seu pau melado no meu rabo, dizendo que puta dava o rabo e ele em comer. Fiquei louca, afinal também fazia tempo que não dava o rabo. Pedi que fosse devagar até que me acostumasse com o pau no cú. Ele então deu uma cuspida na ponta do cacete e apontou para a minha bunda, empurrando devagar e falando coisas gostosas no ouvido. A dor também se misturava ao tesão e permiti, arrebitando a bunda que ele enfiasse aos poucos. Quando senti que o pau tinha entrado, logo senti ele bombando e urrando. Parecia um animal me comendo. Aproveitava e mordia meu pescoço, passava a língua na minha orelha e metia. Dando o cuzinho, gozei de novo e ele sentindo que estava meladinho, esporrou lá dentro. Nossos gemidos eram alto e descontrolados, davam para serem ouvidos de longe. Nos dois, exaustos pela terceira foda, caímos e adormecemos até que uma luz entrou pelo box e ao procurar o relógio vi que quase amanhecia. O acordei com um beijo delicado e pedi que arrumássemos logo. Sai dali satisfeita e mesmo com as pernas trêmulas, senti que faria tudo de novo. Deixei ele na porta de casa, com o sol nascendo por entre as montanhas e fui para a minha. Um banho, um café e duas horas de sonos estaria pronta para um novo dia. Desde esse dia, o macho que conheci num site me manda mil mensagens querendo repetir tudo outra vez e eu, bom, claro, vou querer também, lógico que sem compromisso sério.