minhas orelhas, meu pescoço e a falar coisas que levaram o meu cuzinho a um estado de êxtase. Eu rebolava na vara e meu buraquinho piscava sem parar apertando a verga que estava totalmente atolada mantendo-o arreganhado ao extremo. Poucos minutos depois Otavio não aguentando mais a excitação urrou e despejou um mar de leite quentinho dentro de mim, nem saiu de cima, fiquei com a vara dentro do túnel e acabamos adormecendo. Acordei de madrugada, estava todo lambuzado de porra, tive que ir me lavar e com isso acordei o parceiro que também foi ao banheiro. Voltamos mamei um pouco, virei-me dando o meu côncavo para o Otavio que o encaixou no seu convexo e assim passamos o restante da noite. Acordamos tarde, o caseiro Antenor já estava na lida, sua esposa já estava com o almoço quase pronto, tomamos um café rápido e Otavio foi ate a cidade buscar mantimentos e ração para os animais, dona Marta foi junto. Eu fiquei e fui ajudar o Antenor a colocar o restante da ração para os animais, e quando acabou, fui abastecido na própria cocheira. Eu segurava-me na porteira e Antenor mandava sua enorme mangueira para dentro do meu buraquinho fazendo-me vibrar e rebolar na sua vara. Fomos ao deposito, deitei-me de costas num fardo de alfafa, ergui minhas pernas para receber a vara novamente, e ela veio com mais fome ainda, entrou e começou um vai e vem alucinante e encheu-me de gala. Lavei-me e ficamos conversando um pouco, logo eles chegaram. Assim que descarregamos o carro Otavio perguntou-me se havia acontecido alguma coisa entre eu e o Antenor, falei que foi uma bem rapidinho, demoramos em abastecer os animais, convidou-me para irmos à cachoeira, lá quero tudo que tenho direito. Vesti meu shortinho que deixa aparecer um pedaço da polpa de minha bundinha, uma camiseta e fui para o abate. Se cu tivesse dente o meu durante o trajeto teria quebrado todos, veio piscando sem parar e ao chegar, fui despido pelo Otavio como se eu fosse à noiva, lentamente e com sessão de mordidas, chupadas e ouvindo o sussurrar de como você é gostoso garoto, vou me deliciar nessa sua bunda,quero enterrar o meu pau inteirinho nesse cuzinho. Desvencilhei-me de Otavio e pulei no lago de água fria, o
choque térmico me fez bem sai com mais gula de rola do que ele de bunda, fui para traz da queda d’água e ali ele me alcançou e deu-me de mamar aquela super teta que logo encheu minha boca de leite. Dei um trato legal na gostosa não deixei ela murchar, limpei-a e a lubrifiquei com minha
saliva, sentei sobre ela e rebolei em seu colo. Otavio urrava a cada mordida que meu gulosinho dava em seu pau, eu sentava com força em seus grãos e cantarolava upa upa cavalinho bom, com a vara no rabo aumenta mais a excitação. Ele gozou muito e ficou largado respirando fundo, sai fui ate o laguinho, que é raso uns cinquenta centímetros de profundidade, deitei-me de bruços naquela
água cristalina, deixando exposta a bundinha que tanto atrai aqueles que a experimenta. Relaxei por alguns minutos deitado naquela água ficando apenas com a cabeça para fora apoiada nos braços, mas, logo percebo que Otavio chega de mansinho e começa a colocar o bruto no meu reguinho e faz ele deslizar para cima e para baixo percorrendo todo o rego. Eu, abro bem as pernas dou uma
levantadinha na minha bundinha, ele aponta e empurra, o bruto se aloja e no vai e vem que começa ouço o som do ploff, ploff, ploff e o saco do Otavio batendo na água, e a vara caminha para dentro enquanto o som aumenta, ate chegar o ponto em que ele também esta dentro d’água deitado em minhas costas. Ficamos ali no lago e fizemos em todas as posições possíveis fora e dentro d’água, mas o que mais gostei foi mamar aquela teta ate ela soltar seu leitinho com ele deitado na areia e eu com o corpo dentro d’água. Voltamos à tarde para a casa, estávamos cansados quase não conseguíamos caminhar, foi só chegar tomar uma boa ducha tomar um café e cama, acordamos no outro dia com o barulho que o caseiro estava fazendo ao cortar a grama próximo do nosso quarto. Depois do café Otavio convidou-me para irmos ate a cidade para abastecer o carro e trocar o óleo, mas preferi ficar na chácara, quem se prontificou para ir foi dona Marta alegando fazer compras e
visitar seus pais. Ficamos somente eu e o caseiro, assim que saíram Antenor disse agora é-nos que vamos trocar o óleo, vamos trabalhar nesse cuzinho que eu estou doido para vê-lo na minha vara. Começou a baixar meu short, expondo seu belo cacete para fora, e começou a esfrega-lo em meu reguinho.Foi empurrando-me ate o galpão onde fica guardado as rações, sentei no fardo de alfafa e
recebi na boca aquela super vara que mamei com gosto. Antes de ejacular ele virou-me e a colocou no meu buraquinho que a recebeu com todo o agrado e logo foi recheado com o seu leitinho. Deitei-me no chão, coloquei a perna direita em cima do fardo de alfafa, ele empurrou a esquerda para o lado e mandou a verga no meu rabo, deitando-se sobre o meu corpo. Encheu o tangue de leite, deitando-se ao meu lado, eu comecei a brincar com a ferramenta e novamente fui à luta assim que endureceu, fiquei em pé, coloquei minha bundinha na linha de tiro e fui descendo, descendo ate sentir que meu cu piscava na ponta da vara, foi só um pequeno esforço e pronto, entrou, escorreguei ate embaixo e cavalguei um bocado. Antenor levantou-me sem tirar a vara de dentro e de quatro fez um vai e vem muito rápido e inundou de novo meu cuzinho esfomeado. Ficamos deitado descansando, depois fui para sala ver TV e espera-los enquanto Antenor dava os retoques
finais no galpão ou melhor, arena de abate. Antenor esquentou o almoço que Dona Marta tinha deixado pronto, tiramos uma soneca rápida na rede, depois fomos para o barracão de onde se tem uma boa visão de quem esta chegando, e lá totalmente pelados demos ênfase aos nossos desejos. Antenor chupou e enfiou no meu cuzinho sua língua áspera e quente eu só urrava e dizia: vai meu nego chupa esse cu guloso isso... ahhhh uuhhh vai mete mais a língua , que gostoso Antenor chupa, chupa seu malvado deixa meu cu com fome deixa... ele tirava a língua metia o dedo, rodopiava voltava a lambê-lo e chupava sem dó. Depois de muito brincar com meu buraquinho, socou a vara em minha boca e pediu que eu a lubrificasse com minha saliva. Aproveitei ao maximo, lambi, chupei,mordi seu pau, ate que ele não aguentando mais me segurou pelos cabelos e despejou um mar de leite em minha boca. Bebi e continuei mamando sua vara limpando-a e deixando-a totalmente molhada para em seguida seguir pelo túnel que estava esperando-a. Ele apontou a cabeça encostou-a em meu
cuzinho que a chupou de uma só vez, rebolei ajeitando-a e recebi mordidas e beijos no pescoço e nas orelhas. Sua vara não parava, entrava e saia rapidamente ate que começou a crescer alargando mais meu buraquinho e jogou seu leite quente no meu rabinho. Que cu gostoso,garoto, você sabe judiar de uma vara safado, gozei mas quero mais, agarrei e mamei ate ela crescer de novo, sentei em cima e cavalguei dando galopes enquanto ele urrava de prazer e de dor tendo seu grãos espremidos pela minha bundinha. Tomamos banho e ficamos aguardando a chegada deles que se deu somente à tarde, quando já estávamos nos preparando para mais uma rodada de rolentrando.Ficamos mais um pouco tomamos o café da tarde, arrumamos as malas e já estamos esperando a próxima vinda.
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