Pagando a aposta pro meu primo. PARTE 23

Por: delta-evdominda-1 24/07/2026 2 leituras
Capa do conto

Imprevisto acontecem e a gente tem que lhe dar com eles da melhor forma possível.

Eu estava ansioso pela chegada da minha família em Mambucaba. Quando o restante da família chegou, decidimos dividir a casa que tinha duas suítes e um quarto entre nós.

Meus pais e tios ficaram com as suítes, enquanto os casais da casa que era composto por Amanda e Daniel, Ricardo e Letícia ficaram no outro quarto. Eu, meu primo Manoel e meus amigos ficamos com a opção de dormir na sala ou na varanda. Decidimos que seria melhor dormir na sala.

Depois de nos acomodarmos, fomos para a praia. Eu e meus amigos chegamos primeiro e decidimos entrar na água. Enquanto nadávamos, não pude deixar de notar a quantidade de homens bonitos que estavam por lá. Obviamente, éramos jovens e não conseguimos evitar olhar.

Mas, apesar de admirarmos a beleza dos outros, nos comportamos respeitosamente e não fizemos nada que pudesse ser considerado inadequado ou desrespeitoso.

Estávamos se deliciando com a paisagem ate que avistei meu pai, meu irmão e meu tio chegando com cadeiras de praia, um guarda-sol e dois cooler. Pensei que fosse só eles, mas logo em seguida os outros chegaram.

Eles se juntaram a nós e começaram a se instalar na praia. Abriram o guarda-sol, colocaram as cadeiras de praia e os coolers com bebidas cervejas e refrigerante. O clima de verão estava perfeito para aproveitar a praia.

Depois do futebol, convidamos as meninas para jogar vôlei conosco. Meus amigos e Letícia ainda estavam um pouco tímidos, mas logo quebramos o gelo e todos começaram a se divertir. Foi uma tarde incrível, com risadas, brincadeiras e muita diversão em família.

Eu e meus amigos voltamos para a água, estávamos conversando e brincando de "pega-pega" dentro da água. Depois de um tempo, Anderson e Manuel se aproximaram e decidimos continuar a nos divertir. Anderson sugeriu que brincássemos de lutinha. Nós concordamos e começamos a nos enfrentar, um subindo nas costas do outro para lutar contra outro oponente.

Foi divertido no começo, com meu primo, Manuel e Dinei se revezando para subir em nossas costas. Mas algo estranho aconteceu quando o meu primo subiu nas costas do Cristiano. Notei que Cristiano arregalou os olhos e ficou sem graça. Ele rapidamente olhou para mim, mas não entendi o motivo de sua reação.

Depois de um tempo, foi a minha vez de lutar contra meu primo. Quando ele subiu nas minhas costas, pude sentir que meu primo estava excitado. Fiquei surpreso e percebi que esse era o motivo que fez Cristiano ficar sem graça, disfarcei e continuei a lutinha.

Depois que meu primo perdeu a luta, nos reorganizamos e trocamos de posição. Agora Manuel subiu nas minhas costas e ele também estava duro. Eu não sabia o que fazer ou como reagir, então apenas continuei a brincadeira como se nada tivesse acontecido.

Fingi demência até que pouco tempo depois Manuel e Anderson saíram da água, deixando eu e meus amigos sozinhos.

Enquanto conversávamos, Gil perguntou se alguém tinha sentido alguma coisa quando os meninos subiram em nós. Dinei ficou confuso e eu olhei para Cristiano, que parecia esconder os fatos respondendo que não sentiu nada de estranho. Eu respondi que havia sentido alguma coisa, e Gil admitiu que também havia sentido.

De repente, Cristiano finalmente admitiu que ele sentiu Manuel e Anderson excitados, que eles estavam rígidos quando subiram em nós. Eu fiquei chocado, afinal ele havia mentido na minha cara dizendo que não havia sentido nada. Dinei puto da vida se lamentava por ter se revezado com os meninos, mas Gil parecia mais aliviado, afinal ele não estava louco, que não era o único que havia notado a pica dura deles.

Enquanto caminhávamos pela praia, eu ainda estava surpreso com a revelação de Cristiano porque na minha cabeça, não havia necessidade dele mentir já que todos nós tinhamos sentidoba mesma coisas e falado a verdade. Porque ele esconderia isso?

Voltamos para a casa onde como de lei, decidimos preparar um churrasco para aproveitar o por do sol. A medida que o tempo passava, todos ficavam mais animados, dançavam, bebiam e se divertiam sem preocupações. Mesmo com todo o clima de descontração, todos mantinham o respeito devido à presença dos meus pais e tios.

Enquanto eu observava a alegria dos meus amigos, notei uma aproximação diferente entre Anderson e Cristiano, notei uma pequena intimidade que até então não existia. Por mais que eles não estivessem fazendo nada demais, não pude deixar de estranhar aquela situação. Será que eles estavam desenvolvendo uma relação mais próxima? Será que estavam conversando sobre mim?

Esses pensamentos me incomodaram por um momento, mas logo fui distraído pelo Gill que animado dançava com música alta e me convidando pra dançar. Fui dançar com Gil mas não tirava os olhos de Anderson e Cristiano.

Gil então me alertou sobre a estranha aproximação de Cristiano com meu primo. Na visão dele Cristiano estava com segundas intenções.

Meu coração começou a acelerar e comecei a sentir ciúme. Eu não queria que nada acontecesse entre eles.

Então, decidi agir e fui até Cristiano, puxando-o pelo braço. Começamos a dançar juntos, e eu falei para ele maneirar. Ele riu e me respondeu que quem tinha que maneirar era eu com meus ciúmes.

Fiquei um pouco chateado com a resposta, mas não queria estragar a noite. Continuamos dançando e nos divertindo com nossos amigos e familiares. Depois do jantar, resolvemos ir para a praia juntos, eu, Cristiano, meu primo Anderson, Manuel e Gil.
Já na areia da praia eu conversava com Manuel dizendo que não estava gostando do que estava vendo. Ele disse que Cristiano que estava dando em cima de meu primo, que lá na casa o Cris também havia cantando ele.

Eu observei a situação com mais atenção e pude notar que Anderson e Cristiano estavam um pouco alterado pelo álcool. No entanto, quando Cristiano se voltava para Anderson, era notório que ele não conseguia disfarçar o quanto desejava meu primo. Ele elogiava Anderson sem parar, enquanto meu primo olhava para mim e apenas ria.

Aquela situação me deixou muito desconfortável e preocupado com a possibilidade de estar perdendo ambos. Decidi chamar Cristiano para conversar, mas Manuel pediu para que eu tomasse cuidado com o que falaria. Mesmo assim, nos afastamos e comecei a questionar Cristiano sobre sua atitude.

Cristiano desconversou e disse que não estava fazendo nada demais. No entanto, eu não conseguia acreditar que ele não estivesse interessado em Anderson daquela maneira. Falei que era notório que ele estava desejando meu primo e que, dessa forma, não estava me respeitando perante os outros.

Cristiano ficou irritado com minha suspeita e disse que eu estava vendo coisas demais, enxergando maldade onde não tinha. Ele tentou justificar seus elogios a Anderson, dizendo que só estava apreciando a beleza do meu primo e nada mais.
Eu estava possesso, não acreditei nessa versão de apreciar Anderson.
Voltamos pra onde os outros estavam e ficamos ali conversando e observando a paisagem.
No caminho de casa encontrei meu irmão e Letícia indo pra praia namorar, eu senti uma pontada de inveja ao vê-los juntos, mas também fiquei feliz por eles. Eles pareciam tão apaixonados e felizes juntos, e eu queria ter o mesmo tipo de relacionamento.

Bem, acho que todo mundo já passou por uma situação em que se sente tão irritado com alguém que simplesmente não quer ficar perto da pessoa. Foi exatamente isso que aconteceu comigo e Cristiano depois de voltarmos da praia. Eu não conseguia mais ficar perto dele, e decidi que ele iria dormir na varanda com nossos amigos. Perguntei para Dinei e Gil se eles se importariam de dormir na Varanda com Cristiano. Eles disseram que não.

Claro que Cristiano reclamou, mas acabou se instalando lá. Anderson e Manuel, que estavam por perto, pareciam tão surpresos quanto eu com a minha atitude. Eu não costumo ser tão direto assim, mas naquele momento, foi a única coisa que consegui pensar em fazer.

Eu fui para a sala, onde iria dormir com Anderson e Manuel, quando nos deitamos, os dois sorriram pra mim e confessaram que estavam gostando da situação. Eles acharam engraçado o fato de estarmos todos juntos na sala, sem planejar nada, como se o destino armasse aquilo.

Ricardo e Lê voltaram depois de um tempo, nos deram boa noite e seguiram para o quarto onde estavam instalados.

Assim que apaguei a luz da sala, me dirigi para o colchão onde Anderson e Manuel já estavam deitados. Eu me aconcheguei entre eles, sentindo o calor dos seus corpos e o conforto dos seus braços ao meu redor. Fechei os olhos e respirei fundo, sentindo a tranquilidade daquele momento, me entreguei a eles. Nos beijamos juntos quando eu não tava beijando Anderson, Manuel me beijava , outrora eles se beijavam, fazendo eu ver aquela cena linda. Notei que ambos estavam excitados, fui então chupar Anderson enquanto Manuel chupava os peito de meus primo. A gente sabia que nenhum gemido de prazer era permitido, era perigoso demais, mas mesmo em silêncio a gente continuava se pegando.

Durante alguns minutos, permanecemos em silêncio, apenas aproveitando a companhia um do outro. Anderson gozou gostoso na minha boca mordendo o travesseiros que ali estava, bebi seu leite. Fui para o lado de Manuel precisava dar prazer para ele também, ele se deitou largado no sofá e comecei a devorar o seu pau com um boquete, ele sim se contorcia, Anderson foi ao ouvido dele e baixinho disse pra ele se controlar, depois meu primo veio chupar meu cú enquanto Manuel delirava no meu boquete. Não é preciso dizer que bebi leite novamente direto da fonte, e sentindo as lambidas de Anderson no meu buraco gozei logo em seguida. Levantei, falei que ia tomar um banho devido ao calor, falei isso para meus amigos que dormiam lá fora não suspeitassem de nada. Tomei banho tirando pouco da porra que havia escapado de minha boca, ao voltar para a sala os dois já haviam adormecido, deitei cuidadosamente ao lado deles e apaguei.

Na manhã seguinte, quando acordei, a primeira coisa que fiz foi ir até a varanda para ver como Cristiano estava. Ele já estava acordado e parecia bem, veio até a mim e me pediu desculpa pelo o que ele fez na noite anterior. Eu não sabia o que dizer a ele depois do que tinha acontecido, então apenas dei um sorriso e fui na cozinha tomar o café..

Depois disso, tudo voltou ao normal entre nós. Talvez eu tenha sido um pouco impulsivo naquela noite, mas no final das contas, acabou sendo uma boa experiência para todos nós

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