Eu e meu filho de 7 anos, reféns de bandidos, fomos obrigados a fazer sexo e o putinho gostou.
Me chamo Reinaldo, tenho 36 anos e sou casado com uma mulher maravilhosa, a Laura, temos um filho de 10 anos chamado Renato. Vou contar à vocês sobre um dia trágico em nossas vidas, mas que resultou numa deliciosa putaria que dura até hoje. 3 anos atrás, o Renato tinha apenas 7 anos, sempre foi um menino manhoso e mimado por mim e pela mãe já que ele era filho único, nessa época a Laura era gerente de uma agência bancária e eu trabalha em casa num site de vendas. O Renato estudava pela manhã e passava a tarde comigo em casa, já a Laura era bem mais ausente por conta de seu trabalho no banco cheio de responsabilidades. Certo dia, fui buscar o Renato na escola, como fazia diariamente, parei o carro na frente da nossa casa e estava esperando o portão elétrico abrir, quando fui surpreendido por 4 homens armados e encapuzados, por um momento achei que eles queriam o carro.
- podem levar tudo, só quero tirar o meu filho do carro! - falei tentando manter a calma.
O Renato já estava aos prantos no banco de trás, um dos bandidos abriu a porta e me arrancou do acento, mais uma vez eu falava que podiam levar tudo e só queria o meu filho, mas eles não diziam uma palavra, um deles assumiu a direção do carro e entrou na garagem, o outro encostou a arma em minhas costas e empurrou pra que eu entrasse. Já dentro da garagem, com todos os bandidos, percebi que eles queriam bem mais que o carro. Eu e Renato ficamos de refém dos bandidos, não esperava que alguém tivesse visto a ação deles na rua e pudesse chamar a polícia, pois nossa rua é bem deserta nessa hora do almoço e não havia nenhum vizinho na hora.
Fiquei na sala com o Renato, um deles ficou de guarda enquanto os outros 3 vasculhavam a casa atrás de dinheiro.
- escuta aqui, se vocês cooperarem ninguém vai sair ferido, queremos só que a sua mulher nos ajude a pegar o dinheiro no banco que ela trabalha, posso contar contigo pra ninguém se machucar?
- pelo amor de Deus, olha como tá o meu filho, a Laura não esta em casa...
- cala boca! E manda esse viadinho parar de chorar, que já está me dando nos nervos! Você vai cooperar ou não?- gritou o bandido
- vou Sim...
Tentei acalmar o Renato, mas ele estava muito assustado, ficamos todo o dia refém deles, eles queriam a Laura, quando ela chegou também foi rendida por eles e ela explicou que o cofre tem o horário certo pra abrir e ela não poderia fazer nada aquele dia, os bandidos acabaram ficando em nossa casa pra que pudessem prosseguir o roubo no dia seguinte. Passamos a pior noite de nossas vidas, os bandidos nos vigiavam, não sei como a Laura conseguia manter-se calma naquela situação, eu só pensava no Renato e em acabar logo com aquelo. No dia seguinte eles orientaram a Laura:
- é o seguinte, madame, você vai se arrumar bonitinha e vai trabalhar sem deixar ninguém saber o que está acontecendo aqui, se eu sonhar que você avisou pra alguém ou a polícia aparecer por aqui, nós vamos presos, mas seu filho e marido vão morrer. Esses dois aqui (os bandidos) vão ficar no seu carro até dar o horário do cofre abrir, nós temos informação de quanto tem lá dentro, 800 mil reais, você vai pegar tudo e levar pra eles no carro. Se eles chegaram Aqui com menos de 800 mil, seu marido e filho vão pagar o que falta com sangue.
- vocês prometem que nada vai acontecer com a minha família? - perguntou Laura.
- se você cooperar, nada vai acontecer com eles. - disse ou bandido.
Dois dos bandidos ficaram conosco e dois foram com a Laura pro banco, um dos que ficaram parecia ser o líder, a todo momento ele ligava para os outros dois que estavam no carro. O Renato ainda chorava agarrado comigo.
- e você, viadinho, ainda tá chorando? - disse o líder dos bandidos.
- cara, ele sou tem 7 anos, tá com medo...
- cala a boca! Falei com o viadinho, porra! - me interrompeu gritando - vem aqui viadinho, senta no meu colo.
- deixa ele fora disso! - falei tentando defender o Renato.
- a próxima vez que você falar sem a minha permissão, te dou um tiro no joelho! Tá vendo essa arma aqui, viadinho? Se você não me obedecer, vou matar seu pai, é isso que você quer?
- Não! - falou o Renato entre soluços.
Renato foi e sentou no colo do bandido enquanto o outro ficava rindo.
- você chora demais, tenho certeza que você é um viadinho e vai dar muito esse seu cuzinho, né?
Renato só chorava e olhava pro chão.
- você aí tira a roupa! - o bandido falou comigo.
Não queria contaria mais ele depois da ameaça do tiro no joelho, levantei e tirei a roupa.
- Kkk olha viadinho, é disso que você gosta, né? De rola? Olha a rola do seu pai como é grande, já tinha visto uma assim?
Renato olhou pro meu pau mas ficou em silêncio.
- sei que você tá gostando, e vou tá dar um presente, vou te proporcionar tua primeira experiência com um macho, e esse macho vai ser o teu pai.
Eu estava com medo e nervoso, não sabia o que eles planejavam fazer conosco.
- escuta aqui, você vai fazer um showzinho pra gente com o seu filho, transe com ele aqui e agora kkk quero ver você tirando o lacre desse cuzinho.
Os dois bandidos riam e sentaram no sofá pra apreciar o show. Ainda tentei argumentar:
- Por favor, você prometeu não fazer nada com a gente, a Laura vai cooperar, não faça isso, ele é só um menino...
Ele apontou a arma pra mim e nesse momento vi que não deveria contrariar ele.
- eu quero que você tire a roupa do seu filho e dê uns beijos de língua nele.
Temendo por nossas vidas decidi obedecer, peguei Renato e o trouxe pra perto.
- filho, vai ficar tudo bem, você deve ser forte agora, tudo isso vai terminar logo.
- Tá bom papai...
- eles querem que o papai faça umas coisas com você, o papai vai tentar ser o mais carinhoso possível, mas pode ser que doa um pouco, você vai ser forte e ajudar o papai com isso?
- Sim, papai...
- anda logo com essa porra! Queremos ver ação! - ordenou o líder dos bandidos.
Eu já estava nú, comecei a tirar a roupa do Renato, quando ele já estava paladino o puxei pra mim e comecei a beijar sua boca como haviam me ordenado, primeiro um selinho, depois outro mais longo, minha língua invadiu a boca do meu filho sem resistência, logo senti sua língua lutar com a minha, logo o Renato pegou o jeito de beijar e já estava totalmente entregue a mim, senti ele mais relaxado e apesar da situação o beijo estava uma delícia, por 1 segundo até esqueci dos bandidos, só conseguia sentir aquele corpinho quente do meu filho. Meu pau começou a ficar duro, eu estava de joelhos na frente do Renato e meu pau duro ficou entre suas pernas, minha não desceu por suas costas até aquela pequena bundinha.
- muito bom, e num é que o paizão tá curtindo a sacanagem kkk - disse o bandido me trazendo de volta pra realidade. - agora, viadinho, você vai chupar o pau do seu pai kkk
Sentei na cadeira de perna aberta e o Renato se ajoelhou na minha frente.
- filho, é igual um sorvete, só colocar na boca e chupar, cuidado com os dentes.
Renato segurou meu pau duro e foi chegando perto, primeiro ele cheirou depois encostou a ponta da língua na cabeça, depois de sentir o gosto ele abocanhou o meu pau e fez o que falei, chupou igual um sorvete. Eu estava delirando de prazer, vi os bandidos colocando o pau pra fora e iniciando uma punheta.
- isso filho, assim mesmo, huuuummmm...
- Tá doendo, pai?
- Não, não tá doendo, você tá fazendo muito bem, hmmmmmm... assim...
Quando dei por mim, já estava segurando a cabeça do Renato e forçando o meu pau em sua boca, vi sua bundinha empinada e não resisti, cuspi no dedo e fui explorar aquele furinho rosa.
- isso Aí, mostra pro seu viadinho pra quê ele serve, pra dar prazer pra os machos. - disse o bandido com o pau na mão assistindo tudo.
Sem que eles mandassem, coloquei o Renato de quatro na mesa e comecei a línguar aquele cuzinho, os dois bandidos vinheram pra perto pra ver melhor, Renato gemia a cada línguada em seu botão. O líder dos bandidos sentou na mesa e puxou o Renato até sua rola, ele mamou como um bezerro. Vi que eles também iam entrar na putaria, e eu queria ser o primeiro à comer o cú do meu filho, meu pau estava bem babado assim como o cuzinho do Renato, apontei a cabeça bem na entrada e forcei, não tenho um pau gigante, tenho 16cm um pouco grosso, vi meu pau ir entrando devagar no meu filho que tinha voltado a chorar com a dor da penetração, mas logo foi silenciado com uma rola na boca. Já dentro, esperei o cú acostumar com o meu pau, vi o Renato calmo mamando o bandido e comecei a fuder devagar, a sensação era única, nunca como um cú tão apertado na minha vida e ver meu filho aí levando rola na boca me deixou com mais tesão.
- isso aí, meu viadinho, minha putinha, levando pau no cú e na boca, hmmmm, isso viadinho do papai, assim...
Os bandidos me olharam espantados quando Eu disse isso, eu estava totalmente entregue ao prazer, se eu ficasse mais um pouco ali iria gozar, e eu queria prolongar mais aquilo, tirei o pau de dentro e mandei o outro bandido meter, fiz questão de abrir a bunda do Renato com as mãos e ver o cacete entrar, o bandido era mais bruto que eu, o pau dele era um pouco maior e Renato gemeu de dor no começo, um filete de sangue escorria de seu cú recém inaugurado, o bandido não aguentou e gozou no cú do meu filho.
- Carai, que cú é esse, meu irmão?! Não consegui aguentar.
O líder dos bandidos também queria provar aquele cuzinho e foi atrás do Renato. Esse Sim era um pauzão, o cú estava todo gozado e o pau escorregou pra dentro, Renato pulou no susto mas já parecia está gostando. Vi ele foder meu filho por uns 10 minutos até gozar dentro. Agora era a minha vez, enfiei meu pau no cú do meu filho e deitei meu corpo por cima dele.
- Tá gostando de ser viadinho, filho?- falei no ouvido dele.
- dói um pouco quando entra, mas é gostoso, papai.
- depois que isso acabar, você vai querer fazer isso outra vez com o papai?
- Sim, papai! Quero muito... aiiiinnn ainn
Realmente O Meu filho era um viadinho, isso tudo não demorou mais que 1 hora, nos três (Eu e os 2 bandidos) já estávamos sentados no sofá e o Renato pulando de rola em rola quando o celular deles tocou.
- já estamos com o dinheiro, deu tudo certo!
- diz pra vadia que vamos levar o marido e o filho dela e só vamos soltar eles quando estivemos certeza que ela não contou a polícia.
E assim foi, paramos tudo, nos vestimos e saímos da casa, um carro branco que estava estacionado na rua vizinha esperava por nós, eles falaram pra andarmos até o carro sem levantar suspeita, fomos pra um mangue e encontramos os outros 2 bandidos com o dinheiro no carro da minha mulher, os 4 entraram no carro branco e foram embora.
Eu poderia pegar o carro e voltar pra casa, ou ir na polícia, mas o que eu fiz foi colocar o meu filho de frango assado no banco do carro e terminar de fude-lo, eu estava devendo uma gozada pra ele. Já acostumado na rola mas um pouco dolorido, ele me deu o cuzinho tranquilo.
- Não diga pra ninguém sobre isso, filho, diga que passamos o dia sentados no sofá vendo TV, vamos manter esse segredo só nosso e o papai vai comer seu cuzinho todos ia dias, você quer isso meu viadinho?
- Quero papai, ainnn uiii...
- quem é o viadinho do papai?
- sou eu, papai hmmmm
- então vem cá tomar o leite do papai, meu viadinho safado!
Segurei em sua nuca e ele ficou de boca aberta esperando pelo leite do papai, essa foi a primeira de muitas gozadas que dei na boca do meu filho, com a minha esposa trabalhando o dia todo e o Renato estudando de manhã, passamos a tarde na putaria e o meu viadinho adora levar a rola do papai.
Nos mudamos daquela casa após o assalto, hoje vivemos num condomínio e o Renato está mais feliz do que nunca, vivemos esse caso de amor em segredo faz 3 anos
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