Pai faz sexo com a filha

Por: ana-107 • 24/07/2026 • 3350 leituras
Capa do conto

Eu nunca imaginei que a dor de perder a minha mãe fosse nos jogar direto num abismo de desejo tão proibido e tão doce. Aos 19 anos, ruiva, peitões 90D, cinturinha fina e bunda empinada, eu, Larissa, virei a mulher da casa – e, sem querer, a mulher do meu próprio pai, o Alexandre, 38 anos, 1,75m, corpo malhado de quem levanta peso pra esquecer a vida, olhos azuis que me engolem inteira. Vendemos tudo, compramos um motorhome luxuoso e caímos na estrada pelo Brasil inteiro, de norte a sul, transando feito animais em cada parada, registrando cada aventura com câmeras escondidas que eu mesma instalo. Ele me come de todo jeito, até no cu, mesmo doendo pra caralho, e eu gozo gritando “pai” enquanto penso que isso nunca vai ter fim – e que vocês precisam acompanhar cada segundo disso, porque o que vem pela frente vai deixar qualquer um de boca aberta. Deem 5 estrelas logo, porque eu mereço, e vocês vão implorar por mais.

Tudo começou em casa, em Belo Horizonte, num fim de tarde abafado de janeiro. Eu tinha saído pra comprar pão de queijo e carne de lata pro jantar, voltei e encontrei o Alexandre encolhido na poltrona velha da minha mãe, chorando igual criança. O cheiro de cerveja velha tomava o ar, a TV ligada no mudo passando jogo do Cruzeiro. Fui até ele, sentei no braço da poltrona, passei a mão naquele cabelo preto já ficando grisalho na lateral.

“Pai… ô pai, olha pra mim.” A voz saiu mais manhosa do que eu queria. “Tô aqui, tá?”

Ele levantou o rosto vermelho, olhos marejados, e falou rouco: “Eu não aguento mais, filha… parece que ela tá aqui do lado e ao mesmo tempo tá tão longe…”

Eu me abaixei, abracei ele forte, sentindo o peito dele subir e descer rápido. Beijei a bochecha molhada de lágrima. “Eu te amo mais que tudo, pai. Mais do que filha devia amar… bem mais.” As palavras escaparam antes que eu pudesse segurar.

Ele congelou um segundo, depois virou o rosto e me beijou. Não foi beijo de pai. Foi língua, fome, desespero. Eu abri a boca na hora, correspondi, minha mão escorregando sem querer pra coxa dele. Sentir aquele volume crescendo na calça jeans velha me deixou tonta. Dez minutos antes ele tava destruído, agora tava duro por mim. Eu gozei só de pensar nisso.

Ele se afastou de repente, assustado. “Larissa… caralho, eu… eu achei que era a Sally. Você é muito igual a ela, filha.”

Eu só sorri de canto, coração na boca. “Tudo bem, pai. Eu não achei ruim não.”

No jantar, comemos calados, mas o clima tava pesado, elétrico. Depois eu sentei do lado dele no sofá, liguei um filme qualquer só pra ter barulho. Comecei a falar baixinho: “Sabe o que eu penso às vezes? Que se eu pudesse te dar o mesmo amor que a mãe dava… talvez doesse menos.” Ele me olhou torto, depois me puxou pro colo. A mão grande subiu por baixo da minha saia rodada, afastou a calcinha de ladinho e enfiou dois dedos de uma vez. Eu solucei alto, gozei na hora, molhando a coxa dele inteira. Ele tirou os dedos lambuzados, cheirou, lambeu, e falou com voz tremendo: “Eu tô virando louco, Larissa. Você é minha filha… mas eu quero te foder agora.”

Eu ri nervosa. “Então me fode, pai. Mas vai com calma que eu nunca deixei ninguém chegar no meu cuzinho ainda… quem sabe um dia?”

Naquela noite eu dei um conhaque pra ele, mandei dormir. No dia seguinte, enquanto ele roncava, fui até o banco no centro de BH, conversei com o gerente, peguei toda a papelada da aposentadoria antecipada. Quando mostrei pra ele os números – mais de 250 milhões de reais depois de vender as ações – os olhos dele brilharam como há anos eu não via.

“Você é foda, minha ruivinha.” Ele me pegou no colo, me beijou com força, meteu a mão por dentro do shortinho e eu gozei de novo, esguichando no chão da cozinha.

Três dias depois vendemos a casa de quatro quartos no Buritis, compramos um motorhome Itapuã top de linha, 12 metros, quarto de casal com cama king, banheiro com box grande, cozinha completa. Batemos a porta da antiga vida e caímos na BR-381 rumo ao Espírito Santo.

Primeira noite na estrada, paramos num posto deserto depois de Vitória. A câmera escondida no teto já tava gravando. Eu tirei tudo, fiquei só de calcinha vermelha fio-dental. Ele veio pelado, pauzão duro balançando, 22 centímetros de grossura que eu mal abocinho. Chupei ele ajoelhada no chão do quarto, engasgando, baba escorrendo, enquanto ele gemia “boa menina, engole o pai”. De repente ele soltou um peido alto, daqueles que ecoam, cheiro de cerveja e churrasco do almoço. Eu ri com o pau na garganta, aí ele me virou de quatro, lambeu meu cu como se fosse sorvete, enfiou a língua toda. Eu gritava, gozava, tremia inteira.

“Quero teu cu, Larissa. Hoje.”

“Doóói, pai… vai devagar…”

Ele cuspiu, passou gel, forçou a cabeça. Ardeu pra caralho, eu choraminguei, mordi o travesseiro, mas empinei mais. Quando entrou tudo eu vi estrelas. Ele socava forte, peidando sem vergonha nenhuma, eu rebolava gritando “me fode, me arromba, pai!” Gozei tão forte que esguichei no colchão. Ele gozou dentro do meu cu, quente, grosso, escorrendo pelas coxas quando saiu.

A gente transou o Brasil inteiro: na Praia do Rosa lotada eu chupei ele dentro do mar, água batendo na cintura; em Jericoacoara ele me comeu no meio das dunas à noite, areia entrando em tudo; no Pantanal ele me pendurou numa árvore e meteu de pé enquanto mosquito picava a bunda. Cada parada, uma aventura registrada, câmera escondida capturando gemidos, peidos, gozo, porra escorrendo.

Tem um app novo onde eu posto tudo sem censura, perfil aberto pra quem quiser ver de perto: www.bit.ly/appselma – entra lá, cria tua conta, porque as próximas aventuras vão ser ainda mais pesadas.

Um dia, depois de seis meses rodando, paramos em Fernando de Noronha. Casamos na praia só nós dois, eu de vestido branco curtinho, ele de camisa aberta. Usei o sobrenome de solteira da minha mãe, ele o do pai dele. Viramos oficialmente marido e mulher. Naquela noite ele me comeu tão fundo que eu senti o útero doer de prazer.

Duas semanas depois a barriga começou a crescer. Eu tava grávida do meu pai. A felicidade durou pouco. Em Natal fiz os exames. O bebê nasceu morto. Na mesa de cirurgia descobriram que meus órgãos tinham sido danificados – nunca mais ia engravidar. Chorei tanto que achei que ia morrer ali.

Ele ficou o tempo todo segurando minha mão, olhos vermelhos, sem dormir. “Vai ficar tudo bem, meu amor. A gente tem um ao outro. Só isso importa.”

De volta à estrada, a transa continuou bruta, suada, cheia de tapas, mordidas, peidos e gozo, mas agora com um vazio que nenhum orgasmo preenchia. Só que eu sei que ainda tem muita estrada, muita aventura, muito cu arrombado e boceta esguichando pela frente. E eu vou gravar tudo.

Então, por favor, não esquece: dá 5 estrelas nesse conto agora, porque eu tô te entregando minha alma pelada aqui, e você sabe que quer mais. Muito mais.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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