Pansexual: abrindo meus olhos

Por: patricia-362 • 10/07/2026 • 330947 leituras
Capa do conto
Há mais de 3 décadas atrás, ainda antes da preocupação com HIV eu tive a oportunidade de conhecer um casal, via anúncios em revistas. Naquela época não haviam apps, nem mesmo internet… Eles eram normais e tinham uma criança pequena em casa. Me deixaram à vontade e depois que ela fez o bebê adormecer começamos a sacanagem. Eu fui levado ao quarto do casal onde ela me deixou chupar sua deliciosa boceta e seus peitos. O marido assistia com tesão e nos estimulava. Enquanto eu a chupada ele começou a me dedar o rabinho. Eu já não era virgem e me excitava com a expectativa de ser penetrado. Ele me pediu que colocasse uma camisinha e depois iniciei a penetração da esposa. Enquanto ela gemia, o marido lhe dava beijos no rosto e nos fitava. Eu sentia nele toda a atenção para com ela e o desejo de vê-la em êxtase. Eu comecei a bombar ritmadamente e sentia o quão úmida ela estava. O rosto contraia-se como se fosse de dor mas era claro o prazer que ela sentia. Ele se colocou atrás de mim e começou a pincelar sua glande em meu rego. Lentamente penetrou-me e eu mesmo tendo uma ponta de dor continuava ritmado fodendo a esposa. Eu sabia que ele havia colocado uma camisinha mas fantasiava sua pica em minhas entranhas despejando esperma. Foram provavelmente minutos de prazer mas que até hoje me deixam de pernas bambas. Gozei dentro da esposa com ele dentro de mim. Ele continuou a me comer e meu penis ganhou volume novamente sem sair da esposa que já havia tido um orgasmo. Ela me olhou com uma mistura de surpresa e olhar sacana, na expectativa de uma segunda foda. Mais violenta, eu me deliciava entre sua boceta e a pica do esposo, indo e vindo, sem me decidir onde parar, ao contrário, correndo mais e mais entre os extremos, jogando-me contra seus corpos até ouvi-lo gozar e desabar sobre meu corpo. Queria que aquele caralho tivesse enchido meu cu de porra, sonhava em sair dali pingando. Mas seriam várias década até que eu pudesse experimentar tamanha devassidão. Desejava também ter enchido ela de porra, para cair novamente naquela boceta molhada e me deliciar. Isto seria algo mais fácil no futuro mas para aquele casal, impensável já que ela era fértil.
Despedimo-nos exaustos e infelizmente perdemos contato. Gostaria ter continuado mas aquela experiência abriu meus olhos ao que eu de certa forma já sabia. Não teria como viver uma vida heterosexual, pelo menos para sempre

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