Paola, a Putinha desde Novinha – Parte 2:

Por: julia-175 • 09/07/2026 • 314945 leituras
Capa do conto

Aos 17 anos, Paola já não escondia mais quem era. As férias de janeiro levaram toda a família para o litoral do Paraná, no balneário de Caiobá, em Matinhos. A casa alugada ficava a poucos quarteirões da Praia Mansa, com sua areia clara, mar calmo e aquela enseada protegida que parecia feita para esconder safadezas.
Os primos também estavam lá: Thiago, 22 anos, moreno, corpo de quem malha todo dia, e Rafa, 20 anos, mais magro mas com um sorriso safado que Paola conhecia bem desde criança. Eles sempre foram próximos, mas agora a coisa era diferente. Paola havia crescido... e os primos notaram.
No primeiro dia, ela desfilou na praia com um biquíni fio-dental vermelho que mal cobria os mamilos e deixava quase toda a bunda de fora. A areia quente queimava os pés, mas o que queimava mesmo era o olhar dos primos enquanto ela passava óleo no corpo, devagar, apertando os peitos por cima do tecido fino.
— Porra, Paola... você tá uma puta gostosa — murmurou Thiago baixinho, quando os tios foram comprar coco.
Ela sorriu, mordendo o lábio, e respondeu sem vergonha:
— Quer ver como eu sou puta de verdade?
À tarde, enquanto os adultos tiravam cochilo na casa, os três foram até o final da Praia Brava, onde as pedras e a vegetação criavam um cantinho mais reservado. O mar estava com ondulação média, perfeito para disfarçar os gemidos.
Paola não perdeu tempo. Deitou a canga na areia, tirou a parte de cima do biquíni e ficou com os peitos firmes expostos ao sol. Os bicos já estavam duros.
— Quem vai ser o primeiro? — perguntou ela, abrindo as pernas devagar.
Rafa foi mais rápido. Ajoelhou-se entre as coxas dela e puxou o fio do biquíni para o lado. A bucetinha de Paola estava lisinha, inchada e brilhando de tesão. Ele enfiou a língua fundo, chupando com vontade enquanto Thiago se ajoelhava ao lado e enfiava o pau na boca da prima.
— Caralho... você chupa melhor que qualquer vadia que eu já comi — grunhiu Thiago, segurando o cabelo castanho dela e fodendo sua garganta.
Paola gemia abafada, rebolando na cara de Rafa. O sol batia forte nas costas deles, o som das ondas misturando com o barulho molhado da boca e da língua.
Depois de fazer os dois primos ficarem bem duros, ela virou de quatro na canga, empinando a bunda morena.
— Me fode, Thiago... quero sentir esse pau grosso me abrindo.
Thiago não esperou. Segurou a cintura dela e meteu tudo de uma vez. Paola soltou um gemido alto, abafado pelo pau de Rafa que voltava para sua boca.
— Isso... me usa... eu sou a putinha da família — dizia ela entre uma chupada e outra, a voz rouca de prazer.
Eles se revezavam. Thiago metia forte na buceta, batendo a pelve na bunda dela com tapas sonoros. Depois trocavam: Rafa entrava por trás enquanto Thiago recebia uma mamada gulosa. Paola gozou duas vezes ali mesmo, tremendo na areia quente, o suco escorrendo pelas coxas misturado com suor.
No final, os dois primos gozaram quase juntos: um enchendo a boca dela, o outro jorrando grosso na bunda e nas costas. Paola virou o rosto, lambendo o que escorria dos lábios, sorrindo com aquela cara de anjo safado.
— Vocês vão me comer todo dia dessas férias, né? — perguntou ela, ainda de quatro, rebolando devagar.
— Pode apostar, priminha — respondeu Thiago, dando um tapa forte na bunda vermelha. — Aqui em Caiobá você vai virar a putinha oficial da gente.
E não parou por aí. Durante a semana inteira, sempre que dava, eles arrumavam um jeito: rapidinha no banheiro da casa, chupada no carro estacionado perto do calçadão à noite, ou até uma sessão mais pesada atrás das pedras da Praia Brava quando o sol se punha.
Paola adorava o risco. Adorava ser a novinha proibida que os primos não conseguiam resistir. Quanto mais safado e escondido, mais molhada ela ficava.
Caiobá nunca mais seria a mesma praia tranquila depois daquelas férias.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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