Paola com casado

Por: kapa-ikosi-1 08/07/2026 1236 leituras
Capa do conto

Numa sexta-feira à noite, Paola marcou com o Sr. Fernando, 46 anos, um homem casado que ela conheceu na academia. Ele era musculoso, dono de uma empresa, e tinha uma esposa ciumenta chamada Vanessa (42 anos), uma morena alta, corpo definido e temperamento forte. Paola vestiu o menor vestido possível: curto, decotado, sem sutiã e sem calcinha.

Eles foram pra um motel discreto na saída da cidade. Assim que entraram no quarto, Fernando perdeu o controle. Jogou Paola na cama, levantou o vestido e meteu a cara na bocetinha lisinha dela, chupando com fome enquanto ela gemia alto.

— Sua putinha novinha… minha mulher nunca me deixa comer assim — rosnava ele, enfiando dois dedos grossos enquanto lambia o clitóris.

Paola rebolava no rosto dele, apertando os peitos e gemendo:

— Me fode, corno… me usa enquanto sua esposa espera em casa.

Fernando virou ela de quatro e meteu tudo de uma vez, estocando forte, batendo a barriga na bundinha empinada da garota. O quarto ecoava com o barulho de tapa na bunda e gemidos. Ele fodeu Paola em várias posições: cavalgada, missionário com as pernas dela no ombro, e terminou gozando bem fundo na bocetinha apertada, enchendo ela de porra quente.

Eles estavam deitados, suados e recuperando o fôlego, quando a porta do motel foi escancarada com um chute.

Vanessa, a esposa, entrou furiosa. Ela tinha rastreado o celular do marido.

— Seu filho da puta! E você… sua putinha barata! — gritou ela.

Fernando tentou se explicar, mas Vanessa deu um tapa forte no rosto dele e mandou ele sentar no canto da cama, calado.

Então virou o olhar pra Paola, que ainda estava nua, com esperma escorrendo da boceta.

— Achou que podia roubar meu marido, sua vadia novinha?

Vanessa agarrou Paola pelos cabelos e puxou ela pra fora da cama. A primeira tapa veio forte no rosto, depois outra, e outra. Paola gemeu, mais de tesão que de dor. A esposa ciumenta sentou na beira da cama, puxou a garota pro colo e começou a dar uma surra de mão aberta na bundinha redonda.

— Toma, sua puta! — dizia Vanessa, cada tapa ecoando no quarto. A bunda de Paola ficava vermelha rapidamente. — Isso é pra você aprender a não abrir as pernas pro meu marido!

Paola gemia alto, rebolando no colo da mulher mais velha, a boceta molhando as coxas de Vanessa.

— Ai, senhora… desculpa… eu sou uma puta… — fingia pedir, mas a voz saía manhosa.

Fernando assistia tudo com o pau duro novamente. Vanessa percebeu e riu com desprezo.

— Olha só pra isso… você gosta de apanhar, né sua safada?

Ela abriu as pernas de Paola e enfiou dois dedos na boceta cheia de porra do marido, fodendo com raiva enquanto dava mais tapas na bunda. Depois mandou Paola ajoelhar e chupar o pau do marido dela na frente dela.

— Chupa ele direito, que eu vou te ensinar a respeitar mulher casada.

Enquanto Paola engolia a rola de Fernando até o fundo, babando, Vanessa dava tapas no rosto dela e apertava seus mamilos com força. Depois, a esposa tirou a própria calça jeans e sentou no rosto de Paola, esfregando a buceta molhada (de raiva e excitação) na boca da novinha.

— Lambe, sua vadia. Lambe enquanto meu marido te fode.

Fernando não aguentou: meteu novamente em Paola por trás, enquanto a esposa dela sentava no rosto da garota. Vanessa puxava o cabelo de Paola, dando tapas leves no rosto e nos peitos, humilhando ela:

— Isso… come a putinha que fodeu meu marido… e você, sua novinha, engole tudo.

Paola gozou tremendo, quase sufocada na buceta da Vanessa. Fernando gozou pela segunda vez, dessa vez no rosto e nos peitos dela. Vanessa terminou esfregando forte e gozando na cara da garota.

No final, Vanessa olhou pra Paola, toda marcada, vermelha, melada de porra e gozo:

— Da próxima vez que eu te pegar com meu marido, vou trazer as amigas pra te dar uma surra maior… e você ainda vai lamber todas nós. Entendeu, putinha?

Paola, ofegante e sorrindo safada, respondeu:

— Sim, senhora…

Ela saiu do motel com a bunda ardendo, marcas de tapas no corpo e o gosto da esposa na boca. E, no fundo, já ansiando pela próxima vez.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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