Papai gostoso - final

Por: thiago-253 • 13/07/2026 • 114129 leituras
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Papai gostoso - final
Mas eu não entendia o comportamento de mamãe. Era evidente que queria dar para Edu e que, por isso, queria ver papai me comendo. E, de repente, interrompendo nossos carinhos, ordenou:
– Érika, deita agora ali no sofá.
E quando eu deitei, disse:
¬– Ernesto, vem cá, Deixa o Eduardo mostrar como ele fez a massagem na irmã lá na praia hoje”.
Ele sentou perto dos meus pés. Eu estava deitada com a bunda virada pra cima e ele começou a alisar minhas coxas. Logo estava com ambas as mãos apertando minhas nádegas. Eu estava quase gozando e arrebitei minha bunda. Resolvi escancarar, Ora, se a minha mãe queria dar para meu irmão, eu queria dar para o meu pai. Sem que meu irmão parasse a massagem, disse a ela:
– Mãe, não dá mais pra disfarçar não é?
– Não...
– Pai, vem cá pra eu ver uma coisa.
Papai chegou bem perto e eu segurei seu pau, e deslizei da cabeça até a base, alisando na frente de todos. Sem me preocupar com o que eles todos pensariam, o pus na boca, primeiro passando os lábios pela cabeça, e depois já engolindo a metade dele. Ele forçava minha cabeça me fazendo engolir o máximo que podia,
Ouvimos gemidos e olhamos para mamãe e Edu. Ela estava de quatro no sofá e ele metia na buceta dela. Papai então me levantou e massageou minha buceta. Estava delirando. Ele se sentou no sofá e me sentou em seu colo. Levantou meu quadril e me fez sentar sobre a cabeça de seu pau. Minha xoxota engoliu toda a cabeça, em seguida um pouco mais, ficando eu subindo e descendo na parte alta do seu pau.
Eu achava que mamãe e Edu gemiam muito, mas papai parecia não se importar. Meteu o cacete todo e eu mesma comecei a tirar e a gemer de prazer. Era grande a quantidade de “ais” e “uhms”. Já estava totalmente sentado no colo do papai. Levantava fazendo o pau dele quase sair e tornava a sentar de novo. Enquanto isso, minha mãe dizia: “uuusssshh” “iiissoooo”, “continua metendo esse pauzão em mim! Não para!!!”, no que meu irmão a puxava cada vez mais rápido pelas laterais de suas nádegas.
Enquanto isso, eu subia e descia sozinha na pica do papai. Eu ia muito alto e descia até as nádegas encostarem nas pernas dele. Era uma cavalgada bem gostosa, com minha xoxota engolindo todo o pau do papai. Nós fazíamos muito barulho trepando ali, contudo, mamãe e Edu conseguiam fazer mais que nós. Parecia até uma competição. Eu subia e descia deslizando naquele cacete com tanto prazer que a buceta encharcada fazia um som “ploc, ploc, ploc, ploc” a cada estocada. Eu rebolava e empinava a bunda pra trás.
De repente, pus minha testa na testa do papai, diminuindo o ritmo da cavalgada e o beijei gostosamente. Nos olhamos e percebemos que estávamos com os rostos escondidos pelos meus cabelos, a essa altura, soltos. E perguntei baixinho: “quem vai dormir contigo hoje sou eu, não é?”, no que ele balançou a cabeça afirmativamente. Segurei seu rosto com ambas as mãos, lhe dei a língua para chupar e voltei a aumentar a velocidade no seu colo. Aumentei tanto a velocidade que comecei a tremer, deitando a cabeça no seu ombro e o apertando. Pouco tempo depois, comecei a gozar. Papai logo me seguiu, gozando fora de mim, fazendo os jatos de esperma jorrarem no meio de minhas pernas. E apenas ele terminou de gozar voltei a sentar em seu pau, voltando a colocar minha testa na dele, dando gostosas gargalhadas.
Agora só quem fazia algum som eram mamãe e o filho, pois ele comia sua buceta com o pau duríssimo como se não fosse gozar nunca. Depois de ouvir mamãe pedir a Edu que metesse mais nela, peguei papai pela mão e disse “vamos lá pro quarto”, sem me importar com nada e com jatos de porra em minha xoxota.
No quarto, voltamos a nos abraçar.
– Mete como o Edu mete na mamãe.
Foi ótimo. Fiquei de quatro e papai mandou ver. Eu logo fiquei louca e comecei a gemer alto e gozei, apertando a pica dele, que estava duríssima. Não demorou muito e papai gozou. Afastou seu corpo de mim e gozou na minha bunda, enchendo minhas nádegas de esperma. Foi tanta porra que se espalhou pelas costas, coxas e bunda. Ele sorria pra mim e me puxou, dando-me um beijo na boca. Pediu então que me deitasse ao seu lado. Fiquei com a pica entre as pernas e aproveitamos para ficar nos beijando na boca. Nossos beijos estavam apaixonados e cheios de fogo.
Foi assim que passamos aquela noite. Eu no quarto do papai e mamãe e Edu na rede. No outro dia, acordei sozinha no quarto. Ainda nua fui para a sala e reencontrei a família. Aproximei-me de papai e lhe beijei de língua. Fui para perto do meu irmão e lhe ofereci os lábios, para um selinho. Fiz o mesmo com a mãe, sorri a sentei-me à mesa.
Tomamos café da manhã e consideramos se iríamos à praia naquela manhã. Mas isso fica para uma segunda parte. E foi assim que aconteceu essa história real, em visita à Paraíba, e que eu procurei documentar na semana seguinte.

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