- Abre a boca pra beijar, Claudinei. Igual você faz com a tua namoradinha.
Aos poucos ele foi se soltando, e eu enfiei a língua. Virou um beijo gostoso, safado, naquele lekão juvenil e inexperiente.
- Que loucura é essa, Beto? Eu nunca tinha beijado um homem...
- Relaxa, meu gostosinho. Confia em mim. Eu vou te ensinar tudo. Vem comigo pro banheiro.
Fomos para o banheiro e tirei nossas roupas. O corpo dele era delicioso, gostosinho, liso. Quando viu o tamanho da minha tromba ele quase caiu de costas.
- Puta merda! Olha o tamanho desse pau! Isso é anormal! Eu não vou aguentar isso. É impossível!
- Calma, Claudinei! Confia em mim. Confia que eu vou te fazer gozar muito.
Dei mais um beijo naquela boquinha. Liguei o chuveiro e começamos a tomar banho. Peguei um um barbeador e comecei o processo de depilação do meu putinho. Ele quase não tinha pelos no corpo, só em cima do cacetinho, nas axilas. Depilei tudo, deixando o seu corpo ainda mais parecido com o corpo de um anjinho barroco.
- Vira essa bundinha gostosa pra mim, vira...
Eu abri aquele rabinho incrivelmente gostoso, e vi um cuzinho apertado, selado, cabacinho. Raspei cuidadosamente o poucos pelinhos que o rodeavam. Ficou um cuzinho de putinha juvenil.
- Teu cuzinho é lindo, Claudinei.... um tesão! Agora eu vou te ensinar a fazer a chuca.
- Chuca? O que é isso?
- É a limpeza anal, pra deixar o seu reto limpinho.
Ensinei meu anjinho a enfiar a mangueirinha no cu e encher o rabo de água, soltando na privada em seguida. Ele estranhava a sensação.
- Ai... ai... meu cu tá cheio de água!
Depois de repetir o processo várias vezes, seu rabinho estava limpíssimo, a água saía quase potável. Enchi o cu dele pela última vez e disse:
- Agora você vai soltar essa água no meu dedo, que tá na portinha do seu cú. Quando seu cuzinho expulsar a água, eu vou enfiar o dedo. Faz força pra fora, que seu cu já tá bem relaxadinho.
Ele soltou a água e meu dedo o penetrou. Ele deu o primeiro gemido de putinho que tá sentindo prazer.
- Ai... ai... tá doendo....
- Relaxa... espera um pouquinho que o músculo do cu é inteligente. Quando ele perceber que o invasor não vai sair, ele alarga sozinho.
Massageava com a ponta do dedo a próstata do moleque. Seu cacetinho começou a ficar duro.
- Hum, tá gostando, né? Teu pauzinho tá ficando duro, seu safado!
- É... tá passando a dor... seu dedo dá uma cutucada gostosa.... hummm
- É a tua próstata. É o centro do teu prazer. Se tá gostoso com um dedo, vai ficar melhor com dois.
Tirei o dedo do seu cuzinho, que se fechou, piscando pra mim. Lambuzei dois dedos com condicionador e botei pra dentro do rabicó.
- Ai... dois dedos é muito! Tá doendo.
- Claudinei, meu tesudinho! Relaxa. Faz força com o cu pra fora, como quando você solta a água. Quando mais força pra fora, mais o cuzinho se abre.
Com os dois dedos lá dentro, eu podia sentir o calor, a umidade, o tesão daquele reto. A pica dele continuava dura, e os gemidos de dor já estavam virando gemidos de prazer.
- Agora vem pra cama, Claudinei. Vem que eu vou te fazer minha putinha juvenil.
Ele deitou na cama, de bruços, com cara de medo, com a bundinha empinada, oferecendo o lordo ao seu garanhão negro.
- Claudinei, tu faz cunete na tua namoradinha?
- Cuente? Nem sei o que é!
- É uma chupada no cuzinho.
- Minha namorada não deixa eu nem olhar pro cuzinho dela!
Ai, essas garotinhas cheias de pudores. Não fazem putaria, e seus namorados e maridos vem fazer comigo. Abri aquela bunda e cai de boca, com ferocidade, enfiando a língua o mais fundo que podia. O anelzinho se contraía.
- Faz força pra fora, Claudinei, pra minha língua entrar lá dentro.
Minha língua é proporcional ao tamanho do meu caralho, e conseguia chegar com a ponta dela até o calombo da próstata. Ele ia se soltando. Empinou a bunda, como se implorando pra entrar mais.
- Papaku.... isso é tão gostoso. Tua língua tá lá no fundo do meu rabinho! Ai que gostoso! Meu cacete tá latejando! Isso, lambe mais! Tesão! Ahhhhhhhhh.
Era chegada a hora, o grande momento. Eu ia tirar o cabaço do cu do novinho.
- Eu vou te comer, Claudinei. Você vai ser minha puta!
- E cadê a camisinha?
- Confia em mim, Claudinei. Eu só vou enfiar um pouquinho. Sem camisinha entra mais fácil. Depois que tiver alargado eu coloco a camisinha (Mentiroso!)
- Mas promete que não vai gozar dentro?
- Prometo! Confia em mim! (Mentiroooooso!)
Encostei a cabeçona da tora no meio do seu reguinho.
- Força pra fora, Claudinei! Força pra fora!
Ele forçou o cu, que fez até bico, e eu comecei a invasão. Ele teve um espasmo, como cabrita assustada. Acalmei-o. Pedi que fizesse mais força e consegui forçar a cabeça pra dentro.
- Ahhhhhhhhhh tá doendo! Tira! Tira por favor!
Não obedeci. Empurrei mais um pouco.
- Tá me rasgando, Papaku!
- Confia no teu macho! Se já entrou um pouco, entra tudo. A grossura é a mesma. Relaxa que eu vou empurra.
Empurrei mais um palmo de cacete e o coitado quase desmaiou. Nessas horas o garanhão não pode ter pena da sua presa. Tem mais é que enfiar sem dó.
Lentamente a respiração dele foi se estabilizando. Eu já dava bombadinhas de leve, pra testar a resistência do meu novo amante juvenil.
- Tá passando a dor, minha puta?
- Ai... tá sim! Tá ficando gostoso! Bem que você avisou que o cu relaxa sozinho. Teu cacete tá me cutucando por dentro. Ai, que gostoso!
- Agora tu é minha putinha. Teu rabo me pertence! Tá sentindo a cabeçona da pica preta deslizando dentro do teu corpinho de anjo?
- To... é tão bom! Mete mais, vai! To adorando!
- É mais gostoso que comer tua namoradinha?
- Muito mais! Nem sei se ainda quero namorar com ela! Ai! Ui! Isso, acelera! Mete mais forte! Como é gostoso sentir um homem que tem idade pra ser meu pai enfiando a pica em mim! Mete! Mete papaizinho! Come teu lekão puto!
Pelo espelho na cabeceira da cama eu via o safadinho fazendo caras e bocas. Já estava tarado, empurrando a bunda pra trás, querendo sentir até o último centímetro de rola dentro do seu canal retal, já convertido em bucetinha de garoto.
- Claudinei, lembra que eu prometi não gozar dentro.
- Ai... lembro...
- Pois bem, eu menti! Vou encher teu rabo de leite quente, pra você virar putinha pra sempre!
- Ainda bem! Mete! Mete mais! Enfia gostoso, papaizinho! Goza! Estufa meu rabo com teu esperma!
- Então fala que você é minha, que eu adoro ouvir isso!
- Sou tua putinha, Papaku! Você me ensinou tudo! Me ensinou a dar o rabo! Agora me mostra como é gostoso sentir leitinho dentro do meu bumbum! Come o bumbum do teu novinho!
Meti com força, até não aguentar e explodir num gozo de animal louco.
- Vou gozar na tua bunda, meu moleque safado! Vou te encher de porraaaaaaa! Ahhhhhhhhhhhhh gozei!!
Meu anjinho estava quase desacordado. Levou um rio de leite no cu. Virei o seu rostinho e beijei sua boca, enfiando a língua bem fundo. Ele estava em êxtase.
- Ai, Papaku! Que loucura foi essa? Você me ensinou tudo! Eu nunca pensei que o sexo pudesse tão bom assim! Me beija, meu homem!
Quando eu tirei a rola do buraquinho, vi que o anel antigo, fechadinho, estava no passado. O rabo tinha virado um depósito de esperma quente.
- Gostou da aula de sexo anal, minha puta?
- Adorei... essa foi a primeira e última vez que eu dei o cu.
- Como assim?!
- É que agora meu bumbum esconde uma bucetinha. A sua bucetinha. Eu sou teu. Quero ser teu amante. Já to com vontade de sentir mais desse porrete no meu rabo!
Ele me beijou, e logo já estávamos na putaria outra vez. Como bom professor, ensinei várias posições, bem como o prazer de engolir leite direto da vara.
Ele dormiu na minha casa. Abraçadinho com seu macho.
Ou melhor, abraçadinho com seu professor de sexo anal.