- Por que nós não alugamos uma chácara e passamos o fim de semana fodendo? Cada um leva um novinho e divide com os parceiros!
A ideia foi crescendo e acabamos alugando uma chácara em Cotia. Cada um se comprometeu em levar um cuzinho novinho para ser servido aos amigos. Eu tinha algumas opções, mas acabei por escolher o Marcelinho (Leia meus contos anteriores) por saber que ele era um tremendo putinho. Não falei para ele que ia rolar suruba, a princípio seríamos só nós dois.
Para convencer a sua mãe a me "emprestar" o filho eu arranjei a história mais cínica do mundo. Disse que eu e uns amigos iam ajudar uma ong que "distribuia leite aos necessitados no interior". A mãe de Marcelinho - que por sinal é louca pra dar a buceta pra mim - não só deixou como se mostrou orgulhosa de ver que o filho podia ajudar àqueles mais necessitados, sem saber que os necessitados em questão eram três negros pauzudos.
Ao entrar no carro, Marcelinho já se mostrou todo excitado:
- Papaku... nem acredito que vou passar um fim de semana dando minha bunda pra você!
- E não vai ser só pra mim! Vai rolar suruba! Vamos ter mais dois "casais". Meu irmão, o Gereba, e mais dois lekes que eles vão levar. E ninguém é de ninguém!
- Como é? - perguntou ele assustado - Suruba? Mas eu nunca fiz isso! Não sei se aguento tanta pica!
- Vai aguentar e não vai reclamar! Você não diz que é putinha e que gosta de pica? Agora esse cuzinho vai ser posto à prova!
Depois de muito rodar chegamos na chácara. Eu tinha uma cópia da chave, parei o carro e a casa da chácara estava com a luz acesa. Ao nos aproximarmos eu já podia ouvir gemidos. A foda já rolava solta.
Quem veio nos receber foi o Paulão, meu irmão. Ele já estava nu e seu pau estava melado. Já tinha dado sua primeira gozada.
- E aí, Betão! Tá atrasado, cara! E esse novinho lindo, quem é?
- Esse é o Marcelinho! Cumprimenta o Paulo, Marcelinho!
Marcelinho estava assustado. Estendeu a mão para o meu irmão, que o agarrou e tacou loco um beijo na boca.
- Ele está tímido, Paulo... é uma tremenda puta, mas nunca fez suruba.
- Ah, deixa com a gente, que ele logo vai se enturmar! - disse o Paulão, que já foi tirando a roupa do garoto.
Na sala estavam os dois novinhos que meus amigos tinham trazido. Eram eles:
Adriano, o gordinho loiro - garoto loirinho, gordinho e bundudinho. Levemente afeminado, era daqueles que a gente se liga logo que gostam de pica. Estava deitado de bruços no sofá. Tinha acabado de dar a bunda para o Paulão. Foi trazido a suruba pelo Gereba, que adora um veadinho bundudo.
Igor, o leke saradinho - Ao contrário de Adriano, Igor era um moleque saradinho, com todo jeito de machinho. Lindo de doer, o tipo de moleque que faz sucesso com as menininhas. Era o atual "namoradinho" do meu irmão, e estava de quatro, levando pica do Gereba.
Cumprimentei o garoto:
- E aí, tá curtindo levar a pica do Gereba?
- Ahhhh.... aiiiii... to adorando! Muito bom esse cacete! Ahhhhhh...
Meu irmão já tinha tirado toda a roupa do Marcelinho, que a essa altura já estava mais solto e mamava no cacete gozado do meu irmão. Eu, por minha vez, voltei as atenções ao Adriano, que estava de bruços no sofá, uma bunda linda e branquinha empinada.
- E aí, carinha... que foi que comeu essa bundinha?
- Foi o teu irmão... ele me encheu de leite...
- Ah, deixa eu ver...
Eu já estava nu e enfiei o dedo no rabo do moleque. Aquele cu tinha levado muita pica e muito leite, pois estava laceado e cheio de esperma. Quando tirei o dedo o esperma pingava. Enfiei o dedo na boca dele.
- Gosta de leitinho, gosta?
- Hummmm... adoro...
- Então eu vou te dar mais leitinho... você já tá com leite de um dos irmãos Papaku, vai levar leite do outro agora!
Montei em cima do garoto e esfreguei a cabeçona do Papaku na portinha. O esperma do meu irmão serviria como lubrificante.
- Aguenta firme, putinha... aguenta que vai entrar pica nesse rabo.
- Devagar... é muito grosso... deva... AHHHHHHHHHHHH!
Entrei de uma tacada só. O cu do gordinho loiro tinha sido feito para levar pica. Cuzinho quente, úmido, cheio de leite. A sensação de meter num cu que é um verdadeiro reservatório de gala é maravilhosa. Eu sentia o esperma do meu irmão envolvendo meu pau, quente e comecei a meter sem dó. Adriano logo esqueceu a dor e se entregou ao prazer.
- Vemmmm... aiiii... isso, fode! Fode meu cu! Sou veado mesmo... ahhhhhhhh... pau grosso, porra!
Enquanto eu fodia Adriano, Gereba continuava torando sem dó o cu de Igor, o leke saradinho - e taradinho. Paulão, por sua vez, já lubrificava o rabo de Marcelinho, pronto para penetrá-lo.
- Betão, esse novinho é uma delícia! Posso meter o pinto nesse cuzinho gostoso?
- Mete rola, Paulão! Mete que eu vou socar esse loirinho sem dó!
Enquanto eu socava, Adriano empinava a bunda carnuda e separava as nádegas com as mãos, como se quisesse receber até as bolas dentro de seu reto. Gemia, arfava, implorava:
- Isso... fode... fode sem dó! Mete fundo! Ahhhhhhh...
Nessa altura Marcelinho já estava sentado no cacete do meu irmão. A timidez já tinha ido para o espaço e ele já mostrava com maestria sua maior habilidade: rebolar como vadia. Sem parar de meter eu incentivava:
- Isso, Marcelinho! Dá pro meu irmão! Mostra que você é cadelinha!
- Delícia! - ele respondeu. - Que pau gostoso!
Gereba estava pronto para gozar no Igor. Eu via a cena e já me excitava pensando na hora de comer o leke, que era lindo e gostosíssimo. Ele acelerava as bombadas e anunciava o gozo:
- Vou gozar, caralho! Vou encher o cu desse novinho de porra!
Igor, que tinha cara de machinho, estava adorando:
- Vem... vem... goza dentro... goza dentro... vemmmmmm....
- Vou gozar, porra! AHHHHHHHHH!!
Gereba cravou fundo a piroca e encheu o reto com esporra quente. Vendo aquela putaria eu me excitei mais ainda. Segurei Adriano pelos cabelos e perguntei:
- Quer mais leite nesse cu, sua puta?
- Ai... quero... quero muito... muito leite quentinho....
- Então pede! Pede gozada no cu!
- Goza, meu macho... goza em mim! Ahhhhhhh...
- Rebola! Rebola que eu vou gozar.... ahhhhhhh... to gozandooooo AHHHHHHHHHH!
Cravei fundo e terminei de encher o tanque do moleque. Jorrei tremendamente e aquela bunda virou uma verdadeira piscina de leite dos irmãos Papaku. Quando tirei o pau de dentro ele pingava, enspado de esperma. Fiz questão de levar o cacete na boca do moleque.
- Agora chupa... limpa o pau e sente o gostinho das porras misturadas....
- Hummmpffff - ele gemeu, já abocanhando o pau melecado e deixando limpinho. Para minha surpresa, Igor,o saradinho veio atrás.
- Também quero!
- Quer o que sua putinha?
- Quero sentir o gosto do leite!
- Mas olha só que veadinho safado! Já tá com gala no rabo e ainda quer sentir o gosto na boquinha!
Como Adriano já tinha deixado meu pau limpo enfiei dois dedos no seu rabo e levei direto para boquinha do Igor. O safado chupou meus dedos com volúpia, matando sua fome de esperma.
Só faltava o Marcelinho, que de quatro no sofá era torado sem dó por meu irmão safado, que estava adorando aquele rabinho.
- Caralho, Betão! Teu novinho é uma delícia... vou gozar nesse rabo... Ahhhhhhhh, CARALHO!!!!!!
Pronto! Agora todos os rabinhos já tinham sua cota de leite. Negros pauzudos metendo, novinhos safados dando o rabo!
Depois dessa primeira rodada obrigamos os lekes a chupar os cuzinhos uns dos outros. O esperma escorria dos buraquinhos e os garotos se deliciavam lambendo o precioso líquido que escorria. O cheiro de suor e esperma era inebriante.
Essa foi apenas a primeira rodada da fodelança. Se vocês curtiram, votem, pois se houver bastante votos e conto o que aconteceu depois, já que a suruba estava apenas começando.
Beijos no cuzinho de todos!