Passando a pica na mãe e na irmã!

Por: ipsilon-epta-1 08/07/2026 103158 leituras
Capa do conto
Adrian estava deitado na cama do quarto, o pau meio duro só de lembrar. Tinha 24 anos e, desde que a Alice completou 18, não conseguia mais olhar pra ela como irmã. Morena, magrinha, peitinhos pequenos que pareciam feitos pra caber na boca, rabinho empinado e durinho que balançava quando ela andava de short curto. Porra, que tesão da porra. E a mãe, Ednéia, 45 anos, corpo bem feito, peitos médios que ainda estavam firmes, aquele rabo grande, carnudo, perfeito pra meter as mãos e apertar enquanto comia.
Tudo começou mesmo na festa dos 18 da Alice. Adrian abraçava as duas, mas o abraço era mais apertado do que devia. Sentia o cheiro da pele da mãe, o perfume misturado com suor, e imaginava chupando as duas ao mesmo tempo. No dia seguinte, a mãe estava deitada na cama só de calcinha fio dental, o corpo moreno brilhando um pouco de creme. Adrian entrou no quarto sem bater.
- Caralho, mãe... que traseiro gostoso da porra.
Ednéia riu, virando o rosto.
- Tá doido, filho? Sai daqui.
Mas ele fechou a porta, deitou do lado dela e começou a conversar bobagem. O cacete já estava duro pra caralho dentro do short. Não aguentou. Passou a mão aberta bem no rabo dela, apertando a carne macia.
Ednéia se assustou.
- Adrian, que isso? Tá louco?
- Desculpa, mãe... mas eu tô doido pra chupar você. Tô louco pra comer essa buceta e esse cuzinho faz tempo.
Ela tentou levantar, mas ele segurou firme, grudou o corpo no dela e enfiou a língua na boca da mãe. No começo ela resistiu, empurrando o peito dele, mas aos poucos foi amolecendo. A língua dela começou a chupar a dele, quente, molhada, desesperada. Adrian desceu a mão, passou por cima da buceta lisinha, o fio dental enfiado fundo no rego. Puxou o fio pra fora devagar, sentindo o cuzinho piscar, e enfiou de volta, fodendo o buraquinho com o tecido.
- Aiiii, filho... para... não... ahhh...
Ele tirou a blusinha dela num puxão, arrancou o próprio short e cueca. De pé na frente da cama, mamou aqueles peitões com fome. Chupava forte, mordia de leve os bicos, sentia eles endurecendo na boca.
- Que delícia esses peitos da mamãe... tão gostosos...
Desceu beijando a barriga, o umbigo, até chegar na buceta. Abriu as pernas dela com as mãos e lambeu a virilha toda, devagar, sentindo o cheiro de mulher madura. Depois passou a língua bem na bucetinha lisinha, separando os lábios, chupando o grelinho que já estava inchado.
- Hummm... que buceta gostosa, mãe... toda lisinha pra mim.
Ednéia gemia baixo, segurando a cabeça dele. Adrian foi mais baixo, lambeu o cuzinho também, enfiando a ponta da língua no buraco apertado enquanto dois dedos fodiam a buceta molhada.
- Aiiii meu Deus... Adrian... que isso... tá lambendo o cu da sua mãe... ahhh... continua...
Ela não aguentou mais. Puxou ele pra cima, deitou o filho na cama e começou a chupar os mamilos dele, descendo pela barriga até chegar na vara grossa. Segurou o cacete latejando, olhou nos olhos do filho e engoliu tudo de uma vez, mamando com fome, babando nas bolas, chupando como uma vadia desesperada.
- Porra, mãe... chupa esse pau do filho... que boca gulosa...
Ednéia subiu, posicionou a buceta por cima da pica e desceu devagar, sentindo cada centímetro abrindo ela.
- Aaaahhh... que pica grossa... tá me rasgando todinha... hummm...
Começou a cavalgar. Subia e descia rápido, as tetas balançando, o rabo batendo nas coxas dele. Os gemidos foram ficando mais altos, desesperados.
- Come a mamãe, filho... mete fundo nessa bucetinha... aiiiii aiiiii aiiiii... tô gozandoooooo... porraaa... gozei no pau do meu filho!
Adrian segurou o rabo dela com força, metendo de baixo pra cima, batendo fundo. O barulho molhado de buceta enchendo o quarto. Quando sentiu o gozo subindo, não aguentou.
- Vou gozar dentro, mãe... toma o leitinho do filho...
- Goza na bucetinha da mamãe... enche tudo... aaaahhh!
Ele jorrou forte, enchendo a buceta da mãe de porra quente. Ficaram abraçados, suados, ofegantes. A partir daquele dia virou rotina. Motel toda semana, trepada no carro, no sofá quando Alice não estava. Gozava na boca, nos peitos, no cu, onde quisesse. Fez ela terminar o namoro. Ciumento pra caralho. Aquela buceta e aquele cu eram dele.
Mas o tesão pela Alice não parava. Uns vinte dias atrás, rolaram uma festa. Alice encheu a cara de bebida, ficou toda mole. Adrian trouxe ela pra casa. Mãe no trabalho, turno trocado. Perfeito.
Chegaram em casa, ele quase carregando a irmã. Levou direto pro banheiro, tirou toda a roupa dela devagar. Peitinhos pequenos, durinhos, bicos escuros. Rabinho empinado, bucetinha com um filetinho de pelinho nas bordas, coisa mais linda. Cuzinho lisinho, rosadinho.
Alice falava coisas emboladas.
- Irmão... que tá fazendo... tô tonta...
Ele ligou o chuveiro quente, colocou um banquinho, sentou ela ali. Ensaboou o corpo todo, demorando nas partes boas. Lavou a buceta com os dedos, abrindo os lábios, esfregando o grelinho.
- Que bucetinha linda da minha irmã... toda molhadinha...
Desceu mais, lavou o cuzinho com o dedo ensaboado, enfiando de leve.
- Aiiii... irmão... tá mexendo no meu cu...
Adrian se ajoelhou debaixo do chuveiro, abriu as pernas dela e começou a chupar. Língua na buceta, sugando o grelinho, enfiando na entradinha. Depois virou ela um pouco e lambeu o cuzinho, enfiando a língua o máximo que conseguia.
- Hummm... que cu gostoso... irmão tá comendo o cu da maninha...
Ela gemia mesmo bêbada, segurando a cabeça dele.
- Ahhh... que delícia... continua chupando...
Ele sentou no banquinho, puxou ela pro colo e encaixou a pica dura na bucetinha apertada. Desceu ela devagar, sentindo a irmã engolir o cacete inteiro.
- Porra... que buceta apertada... tá me espremendo todinho...
Começou a meter. Devagar no começo, depois mais forte. Alice rebolava no colo dele, os peitinhos roçando no peito do irmão.
- Irmão... sua pica tá tão fundo... aiiiiiii aiiiiii... me come... come sua irmãzinha...
Os gemidos dela foram ficando mais altos, desesperados. A água do chuveiro batia nos dois, misturando com suor e baba.
- Mais rápido, Adrian... mete nessa bucetinha... tô quase gozando... aaaahhh... porraaa... gozeeeeei gostoso no pau do meu irmão!
Ele não parou. Virou ela de quatro no chão do banheiro, o rabo empinado pra ele. Abriu as nádegas e cuspiu no cuzinho, enfiou o dedo primeiro, depois tentou a pica.
- Vou comer esse cuzinho também... relaxa, mana...
- Aiiii que tá grande... devagar... ahhh... tá entrando...
Meteu devagar até as bolas, depois começou a foder o cu da irmã com força. O barulho de carne molhada, os gemidos dela ecoando.
- Que cu guloso... tá levando tudo... geme pra mim...
- Aaaahhh... tá me arrombando o cu... irmão... mais forte... me fode... sou sua putinha...
Adrian segurou o cabelo dela, metendo como louco. Sentiu o gozo subindo de novo.
- Vou gozar no cu da minha irmã... toma...
- Goza dentro... enche o cuzinho da sua irmãzinha... aaaahhh!
Jorrou forte, enchendo o cu dela de porra quente. Ficaram ali, debaixo da água, abraçados, a buceta e o cu dela ainda pulsando no cacete dele.
Desde então, Adrian vive nesse tesão doido. Come a mãe no quarto, come a irmã quando pode. Às vezes imagina as duas juntas, mamãe chupando a buceta da filha enquanto ele mete no cu dela. Sabe que é taboo pra caralho, mas o tesão é maior. E as duas, no fundo, parecem gostar tanto quanto ele.

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