PEDAÇOS DE COTIDIANO - 2

Por: marcos-357 • 13/07/2026 • 44497 leituras
Capa do conto
Alguns dias se passaram e a minha colega casada de 30 anos e corpo escultural passou a usar saias e vestidos discretos que aumentavam minha vontade de sexo com ela.
Nos dias seguintes àquele que quase fomos surpreendidos durante o almoço, ela passou a me chupar diariamente antes de almoçar e tomavamos o cuidado de não demorar para almoçar rapidinho sem que nos expusessemos.
Nesses dias depois de gozar eu a puxava para que sentasse na beirada do sofá que havia na copa e puxando sua calcinha mordiscava seu grelinho fazendo ela gozar muito enquanto corria minhas mãos pelas suas coxas grossas e seios.
A colega gemia baixinho temerosa de que alguem pudesse ouvir e eu judiava metendo dedos na boceta enquanto a chupava até ela gozar.
Houve um dia as colegas saíram para almoçar e demorariam mais para voltar porque iam comprar presentes para o aniversário de uma colega aniversariante.
Nesse dia eu parei meu serviço rapido esperando ela chegar e certificando que todos já tinham ido, sem perder tempo a puxei e nos beijamos e nos acariciamos loucamente e ela apertava minha rola com prazer.
Num momento de loucura e desejo imenso a virei de costas forçando que se debruçasse na mesa, tirei sua calcinha sob protestos e logo pincelei a boceta com a pistola e quando enfiei a cabeça ela relutou dizendo que na frente não permitiria.
Desvencilhou-se e de frente para mim, ofegante que estavamos, respirou funto e disse:
- Não, na frente não posso. Se voce quiser deixo atrás.
Sem perder tempo topei e ela debruçou na mesa novamente e apreciando aquele rabo imenso passei a beijar a enorme bunda, metendo a lingua no cuzinho dela que gemia descontrolada e apreensiva pelo tamanho da minha pistola.
Fui até a pia e derramei um pouco de oleo na palma da mão e voltei lubrificando o cuzinho o suficiente para passar a cabeça.
Enxuguei a mão, encostei a pistola e empurrei com força e cuidado e quando a cabeça entrou ela soltou um grito abafado mantendo a mão na boca.
Meti a rola inteira na bunda tão desejada. A colega tinha a respiração agitada e eu senti com prazer o calor daquele corpo imenso grudado ao meu.
Comecei um vai e vem no inicio vagaroso e acelerando gradativamente conforme o membro adentrasse com mais facilidade e logo estava cavalgando a enorme bunda com imenso prazer.
Com as mãos na enorme bunda meti por cinco minutos mais ou menos e gozei inundando o rabo da colega que ao sentir meu gozo dizia:
- Não pare, não pare, aaaaaaaiiiiiiiiiii estoooouuuuuuuuuu gooooozaaaaaaaandooooooo. Ooooooooohhhhhhh que deliiiiiiiiciaaaaaaaa.
Ainda meti mais alguns minutos e a colega mantinha as mãos crispadas na outra extremidade da mesa numa demonstração de enorme prazer.
Diminuindo as estocadas a colega já relaxada soltou as mãos e olhou para trás enquanto eu ainda me deliciava socando a pistola na sua bunda e sorrindo disse:
- Já chega né seu guloso.
Eu respondi todo satisfeito:
- Está bem gostosa e empurrei mais uma vez toda pistola até o fundo e tirei devagar curtindo e deliciosa metida.
Depois dessa metida, nos lavamos no box e nos sentamos para almoçar e ela correndo a mão sobre a mesa dizia sorrindo:
- Ah, se essa mesa falasse...
Eu disse:
- Ah, se ela pudesse sentir o imenso prazer que eu senti fazendo sexo com voce.
- Que bom que voce gostou porque eu adorei também.
Ficamos conversando no sofá e não preciso dizer que corri minhas mãos por todo corpo dela sentindo prazer em cada toque, chupei os bicos dos seios ainda tesos, beijei sua boca, senti sua lingua entrelaçar-se com a minha e depois de quase duas horas ninguem dava sinais de volta.
Olhando nos olhos da colega, me coloquei ajoelhado no chão entre as pernas dela, a puxei para ficar com a bunda na beirada do sofá e mais uma vez com a pistola durissima pincelei a boceta e meti no cuzinho, agora sem necessidade de oleo curtindo cada cm entrando até atolar a pistola toda.
A colega segurava as pernas puxadas para trás e eu curtia sua careta de dor em alguns momentos enquanto socava pistola sem dó.
Sem pensar nela, meti com força e com vontade e não demorou gozei mais um pouco no cu dela que olhava sem cessar para a porta temendo a chegada de alguem.
Depois de gozar tirei a pistola que ainda gotejava acariciei a boceta com a ponta e demos por terminada nossa proeza.

Sua imaginação também tem espaço aqui.

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