Sentei no banco do carona porta aberta virado para fora, encaixei ela entre minhas perna em pé, ergui seu vestido na altura da cintura e mandei que segurasse, minha visão foi de uma calcinha preta, onde só aparecia um triangulo de menos de 3 cm na parte de cima, o restante estava em algum lugar dentro daquela bunda, perdido, tirei com um único puxão, mandei que se inclinasse para frente e abrisse as pernas, queria vê-la esposta na rua, apareceu alguém ela se levantou e se recompôs, permite que ele passasse, um senhor,ficou olhando intrigado tentando entender o que acontecia, quando ele estava a uns 10m de distancia mandei que ela erguesse novamente o vestido e desferi um tapa que chegou a arder minha mão, ela deu um grito, o sr olhou, ela fez que ia abaixar o vestido e lhe dei outro tapa, ela parou, o sr também parou, pedi que ela se virasse e exibisse a vulva para ele, uma xana lisinha sem nenhum pelinho, ela o fez e ele parou para olhar por alguns segundos e depois se foi, voltei ela na posição reclinada onde eu poderia brincar em seus orifícios, acariciei sua xana, chupei um pouco e enfiei um plug de 13x6, meti de uma vez, ela gemeu, brinquei por alguns segundos de por e tirar pra lubrificar bem, e quando lubrificado tirei e enfiei em seu anus de uma vez só, sem dó, ela gritou elevou mais um tapa, vez mensao de dirar levou mais um tapa, ai ela entendeu que lá o plug estava e que lá deveria ficar.
Mandei que entrasse no carro assim que eu entrei tirei as alças de seu vestido, ergui a parte da saia e enrolei ele na cintura, assim ela deveria ir, praticamente nua, no meu carro ela sempre andaria assim.
No caminho os motoboys ficavam olhando, eu mandava ela abrir as pernas pra eles poderem observar melhor sua xana, alguns perguntavam quanto era o programa, outros falavam gracinhas e alguns a chamavam de puta, biscate e outros apelidos do gênero, um a chamou de rampeira e ficou decidido que daquele momento em diante ela atenderia pelo nome de rampeira.
Chegamos ao motel, antes de ela descer do carro algemei suas mãos para trás e assim entramos no quarto.
Dentro do quarto usei muito ela, mas essa é outra história. Conto outro dia.
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